A CULTURA PERIFÉRICA DO RAP COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA E EDUCAÇÃO EMANCIPADORA
Palavras-chave:
Hip-Hop; RAP; Cultura afro-brasileira; Pedagogia libertadora; Formação educacionalResumo
O presente artigo propõe uma reflexão sobre como a expressão cultural do Hip-Hop, especificamente o estilo musical RAP e sua interface com a prática pedagógica nas escolas públicas das periferias. Aborda-se a história do RAP e seu potencial para contribuir com a aprendizagem de conteúdos, além de atuar no combate à violência e ao racismo no ambiente escolar. O objetivo é analisar como a cultura periférica do RAP pode fomentar a aprendizagem e a emancipação de educandos(as), promovendo a valorização da cultura afro-brasileira. Além disso, busca-se refletir sobre a práxis educacional a partir de uma ação pedagógica problematizadora, que compreenda a cultura do(a) estudante e reconheça sua importância como instrumento de educação libertadora e de participação social, a partir do uso de pesquisa bibliográfica. Nessa perspectiva, o RAP pode ser um espaço de acolhimento e referência para educandos (as), possibilitando a construção coletiva de espaços educativos dialógicos, fundamentados na pedagogia libertadora. Conclui-se que o RAP, enquanto expressão das periferias, pode representar um meio de emancipação e de formação educacional, no qual os (as) estudantes assumem o protagonismo de sua realidade e de seu processo educativo.
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