A CULTURA PERIFÉRICA DO RAP COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA E EDUCAÇÃO EMANCIPADORA

Autores

  • Alex Cruz Brasil
  • Erlando da Silva Rêses

Palavras-chave:

Hip-Hop; RAP; Cultura afro-brasileira; Pedagogia libertadora; Formação educacional

Resumo

O presente artigo propõe uma reflexão sobre como a expressão cultural do Hip-Hop, especificamente o estilo musical RAP e sua interface com a prática pedagógica nas escolas públicas das periferias. Aborda-se a história do RAP e seu potencial para contribuir com a aprendizagem de conteúdos, além de atuar no combate à violência e ao racismo no ambiente escolar. O objetivo é analisar como a cultura periférica do RAP pode fomentar a aprendizagem e a emancipação de educandos(as), promovendo a valorização da cultura afro-brasileira. Além disso, busca-se refletir sobre a práxis educacional a partir de uma ação pedagógica problematizadora, que compreenda a cultura do(a) estudante e reconheça sua importância como instrumento de educação libertadora e de participação social, a partir do uso de pesquisa bibliográfica. Nessa perspectiva, o RAP pode ser  um espaço de acolhimento e referência para educandos (as), possibilitando a construção coletiva de espaços educativos dialógicos, fundamentados na pedagogia libertadora. Conclui-se que o RAP, enquanto expressão das periferias, pode representar um meio de emancipação e de formação educacional, no qual os (as) estudantes assumem o protagonismo de sua realidade e de seu processo educativo.

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Publicado

2026-08-22

Como Citar

BRASIL, Alex Cruz; RÊSES, Erlando da Silva. A CULTURA PERIFÉRICA DO RAP COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA E EDUCAÇÃO EMANCIPADORA. RELPE: Revista Leituras em Pedagogia e Educação, [S. l.], v. 10, n. 1, p. e2026005, 2026. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/relpe/article/view/23485. Acesso em: 27 ago. 2026.