Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica <p>A Arquivos Brasileiros de Educação Física é uma revista científica que publica artigos originais, revisões sistemáticas, metanálises, resenhas, ensaios clínicos, estudos de casos e cartas ao editor com temas vinculados à Educação Física.</p> <p>A revista tem como missão principal difundir o conhecimento na área de Educação Física com qualidade científica. Sendo a primeira revista científica na área de Educação Física do norte do Tocantins, a Arquivos Brasileiros de Educação Física tem o árduo desafio de trazer à tona o conhecimento científico no campo da Educação Física desta região, incentivando a publicação de trabalhos científicos que prezem pela ética profissional, qualidade metodológica e crescimento da área na região.</p> pt-BR <h3>Proposta de Aviso de Direito Autoral Creative Commons</h3> <h4>1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre</h4> <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> <p>&nbsp;</p> joana.sales@uft.edu.br (Joana Marcela Sales de Lucena) marcelina@uft.edu.br (Marcelina Miranda) Qua, 06 Mai 2020 00:00:00 -0300 OJS 3.1.2.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Respostas agudas e tardias da creatina quinase após duas configurações distintas de treinamento resistido https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/8883 <p><strong>&nbsp;</strong></p> <p><strong>Resumo</strong></p> <p>O presente estudo investigou o efeito de duas sessões de treinamento resistido (hipertrofia <em>vs</em> resistência) sobre os níveis de dano muscular 24 e 48hs pós-exercício. Seis homens jovens foram submetidos a dois protocolos de TR para o corpo inteiro, sendo um protocolo de treinamento resistido para hipertrofia (TRH; 75%1-RM, 8-12 repetições) e um protocolo de treinamento resistido para resistência (TRR; 15%1-RM, 50-60 repetições). Foram encontradas diferenças estatisticamente significativas (p&lt;0,05) nas concentrações sanguíneas de CK entre os valores de pré- e 24hs pós-exercício no TRH. Não houve diferenças entre os grupos ou entre os resultados dos diferentes momentos de coleta em TRR. Conclui-se que o protocolo de TRH induz a um aumento estatisticamente significativo na expressão de CK 24hs após sua aplicação e que essa expressão não se mantém elevada 48hs a utilização desse protocolo. Finalmente, o protocolo de TRR não demonstrou diferenças concentrações sanguíneas de CK.</p> <p><strong>Palavras – chave:</strong> Treinamento de Resistência. Creatina Quinase. Dano Muscular.</p> Lucas Dantas Maia Forte, Renan Ramalho Paiva, Claudio Luiz de Souza Meireles Copyright (c) 2020 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/8883 Qua, 06 Mai 2020 09:56:34 -0300 Efeito hipotensor de uma sessão de hidroginástica e caminhada em idosos hipertensos https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/9195 <p>Este estudo objetivou avaliar e comparar o efeito hipotensor após de uma sessão de hidroginástica e de caminhada em idosos hipertensos. A amostra foi composta por 15 indivíduos (10 mulheres e 05 homens). Cada sessão foi 45 minutos, com uma intensidade 60 a 80% da Frequência cardíaca máxima. Quando comparamos o efeito hipotensor entre GC e GH, apresenta-se uma diferença estatisticamente significativa em relação aos valores da pressão arterial sistólica durante o repouso (p =0,02), imediatamente após a realização da atividade (p = 0,01), 10’ após (p = 0,02), 20’ após (p = 0,01), 30’ após (p = 0,01), 40’ após ( p = 0,02), 50’ após (p = 0,02) e 60’ após (p = 0,02), evidenciando que os valores são maiores nos praticantes de hidroginástica quando comparados aos praticantes de caminhada. Conclui-se, que a caminhada mostrou-se mais efetiva nos efeitos hipotensores nos participantes do estudo.</p> Silvana Nóbrega Gomes, Ana Karla Torres Gomes, Jamily Barbosa Bezerra Copyright (c) 2020 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/9195 Qua, 13 Mai 2020 09:31:34 -0300 Qual modelo de intervalo de descanso utilizado pelos praticantes de treinamento de força? https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/9224 <p><strong>Introdução:</strong> O intervalo de descanso entre as séries é uma das variáveis metodológicas do treinamento de força a ser manipulada. No entanto, pouco se sabe qual o modelo de intervalo utilizado habitualmente pelos praticantes de treinamento de força. <strong>Objetivos</strong>: Verificar qual o modelo de intervalo de descanso utilizado pelos praticantes de treinamento de força e analisar se nível de experiência dos indivíduos e a orientação está relacionado com o intervalo de descanso. <strong>Métodos:</strong> Foi aplicado um questionário composto por 29 perguntas. <strong>Resultados</strong>: Os achados revelaram que 80% (44) empregam o modelo fixo e 20% (11) utilizam o autossugerido. Não houve associação entre experiência, orientação e o controle de intervalo de descanso. <strong>Conclusão:</strong> A maioria dos praticantes de treinamento de força utilizam modelos fixos e a experiência, bem como a orientação não estão relacionadas.</p> Jarlisson Francsuel Melo dos Santos, Vanessa Santos, Ezequias Pereira Neto, Vanessa Marques Schmitzhaus, Marcos Bezerra de Almeida Copyright (c) 2020 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/9224 Qui, 14 Mai 2020 21:51:18 -0300 Efeitos de um programa de intervenção de oito semanas de exercício físico na aptidão cardiorrespiratória e duração da dor em mulheres sedentárias com migrânea https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/9300 <p><strong>Introdução:</strong> Os indivíduos com migrânea, habitualmente apresentam uma baixa aptidão cardiorrespiratória (ACR). O incremento na ACR atua como modulador da migrânea. A quantificação e controle da intensidade do EF no tratamento da migrânea devem ser monitorados. <strong>Objetivo: </strong>Associar alterações na aptidão cardiorrespiratória na redução da intensidade da dor em mulheres sedentárias com migrânea. <strong>Métodos: </strong>O estudo é do tipo quase-experimental. Seis mulheres eutróficas (idade: 26±10,2anos; Vo<sub>2pico</sub>: 28,1±3,7 mL.kg<sup>-1</sup>.min<sup>-1</sup>) realizaram um teste incremental em esteira para determinação do Vo<sub>2pico</sub>, na condição basal e ao final da quarta semana. As sessões foram realizadas três vezes por semana, com a duração de 40 minutos, durante oito semanas. <strong>Resultados: </strong>Ao final das 08 semanas, houve aumento do V<sub>o2pico&nbsp;</sub>(p=0,011), e redução na duração da dor (p=0,039), enquanto a intensidade (p=0,217) e frequência da dor de cabeça (p=0,056) não tiveram redução significativa.&nbsp;<strong>Conclusão</strong>: O exercício aeróbico com duração de 08 semanas, aumentou a aptidão cardiorrespiratória. Também se verificou a redução na duração das crises de enxaqueca.</p> Humberto José Gomes da Silva, Maria Alice Alves Araújo, Paula Rejane Beserra Diniz, Maria Samilla da Silva, Marta Caroline Nunes da Silva, Yumie Okuyama da Silva Gauto Copyright (c) 2020 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/9300 Ter, 19 Mai 2020 00:00:00 -0300 Terapêuticas convencionais e exercícios físicos relacionados à melhora de depressão em idosos: revisão sistemática https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/8039 <p>Este artigo aborda a melhora da interação em idosos, sujeitos a depressão, quando submetidos a atividades fisicas e terapêuticas. Pretende revisar a literatura quanto ao efeito protetor de atividades terapêuticas e atividade física em relação a prevenção da depressão em idosos. Sua revisão sistemática foi feita através de artigos em português nas bases PubMed, SciELO, World Wide Science e Science Direct a partir de 2015, utilizando os termos “atividade terapêutica”, “depressão” e “idosos. Do total de 43 artigos, 12 atenderam aos critérios de inclusão. Os artigos de corte transversal utilizaram somente avaliação presencial para medir o grau de interação das atividades terapêuticas. Os artigos longitudinais utilizaram também dados passados como forma de intervenção metodológica. Os trabalhos que utilizaram o exercício como intervenção terapêutica na depressão encontraram resultados divergentes e apontaram para a interferência de fatores fisiológicos e psicológicos nessa relação. A atuação das atividades terapêuticas e do exercício com a depressão trabalha com diferentes pontos de vista: a depressão, já instalada diminui o nível de interação do idoso em uma terapia; as atividades terapêuticas serão coadjuvantes na prevenção e no tratamento da depressão no idoso.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Depressão, idosos, atividade terapêutica, revisão sistemática.</p> Giovanne Leite Mendes, Alfredo Henrique Stefani, Rafael Gomes, Gustavo Maione, Gabriel Bessa, Antônio Argentato, Gustavo Mota, Willian Caetano Rodrigues Copyright (c) 2020 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/8039 Qui, 25 Jun 2020 14:48:40 -0300