Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica <p>A Arquivos Brasileiros de Educação Física é uma revista científica que publica artigos originais, revisões sistemáticas, metanálises, resenhas, ensaios clínicos, estudos de casos e cartas ao editor com temas vinculados à Educação Física.</p> <p>A revista tem como missão principal difundir o conhecimento na área de Educação Física com qualidade científica. Sendo a primeira revista científica na área de Educação Física do norte do Tocantins, a Arquivos Brasileiros de Educação Física tem o árduo desafio de trazer à tona o conhecimento científico no campo da Educação Física desta região, incentivando a publicação de trabalhos científicos que prezem pela ética profissional, qualidade metodológica e crescimento da área na região.</p> pt-BR <h3>Proposta de Aviso de Direito Autoral Creative Commons</h3> <h4>1. Proposta de Política para Periódicos de Acesso Livre</h4> <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>a. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="https://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>b. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</p> <p>c. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</p> <p>&nbsp;</p> joana.sales@uft.edu.br (Joana Marcela Sales de Lucena) marcelina@uft.edu.br (Marcelina Miranda) Thu, 01 Sep 2022 17:32:25 -0300 OJS 3.3.0.11 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Resumos do I Congresso Científico Internacional em Educação Física - I CCIEF https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/14832 <p>Anais do I Congresso Científico Internacional em Educação Física - I CCIEF</p> Joana Marcela Sales de Lucena Copyright (c) 2022 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/14832 Thu, 01 Sep 2022 00:00:00 -0300 Fatores comportamentais associam-se com a prática de atividade física/exercício de idosos hipertensos https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/14666 <p><strong>INTRODUÇÃO: </strong>O tratamento não medicamentoso da hipertensão arterial envolve modificação do estilo de vida. A atividade física (AF) e exercício físico (EF) praticados de forma regular podem controlar a hipertensão arterial, reduzindo o risco cardiovascular global. Todavia, a assiduidade de idosos hipertensos em programas de EF e AF ainda parece reduzida. Ainda não se conhecem as variáveis que podem explicar essa questão. <strong>OBJETIVO:</strong> Verificar se a prática adequada de exercício físico e atividade física está associada com o estado nutricional, os comportamentos de risco à saúde e os hábitos alimentares em idosos hipertensos. <strong>MÉTODOS: </strong>idosos hipertensos (n=10.789) com média de idade de 70,9±7,4 anos do banco de dados do estudo de vigilância de fatores de risco e proteção para doenças crônicas por inquérito telefônico-VIGITEL foram classificados praticantes (1) ou não praticantes (0) de EF e se eram suficientemente ativos (1) ou insuficientemente ativos (0). A regressão logística binária testou a razão de chances (OR) das variáveis dependentes (prática de EF e classificação de AF) se associarem com as independentes (estado nutricional com o índice de massa corporal [IMC], comportamentos de risco com o tempo de tela ≥3horas/dia, consumo de álcool e tabaco; ambos respondidos dicotomicamente [sim/não] e hábitos alimentares [escore do consumo de alimentos minimamente processados e ultraprocessados]). <strong>RESULTADOS: </strong>a probabilidade praticar EF e de conseguir atingir níveis suficientes de AF são aumentadas para cada escore derivado de alimento minimamente processado consumido (OR<sub>EF</sub>=16,8%; OR<sub>AF</sub>=13,2%, respectivamente; p&lt;0,05). As mesmas probabilidades são reduzidas quando são maiores o estado nutricional (OR<sub>EF</sub>=-2,1%; OR<sub>AF</sub>=-2,7%), o tempo de tela (OR<sub>AF</sub>=-10,2%), o consumo de álcool (OR<sub>EF</sub>=-29,4%; OR<sub>AF</sub>=-31,1%) e tabaco (OR<sub>EF</sub>=-53,2%; OR<sub>AF</sub>=-38,4%) são confirmados e para cada escore consumido a mais de alimento ultraprocessado (OR<sub>EF</sub>=-11,2%; OR<sub>AF</sub>=-10,1%). <strong>CONCLUSÃO: </strong>A prática de EF e ser suficientemente ativo em idosos hipertensos parece ter relação com o estado nutricional adequado, menor frequência de comportamentos de risco à saúde e de hábitos alimentares inadequados. Estratégias objetivas na tentativa de modificar os fatores de risco comportamentais que interferem no controle da hipertensão arterial em idosos podem ser adotados para melhorar a assiduidade dos idosos hipertensos nos movimentos corporais.</p> Leonardo Santos Lopes Da Silva, Daniel De Freitas Batalhão, Anderson Dos Santos Carvalho, Lucimere Bohn, Nilo César Ramos, Pedro Pugliesi Abdalla Copyright (c) 2022 Arquivos Brasileiros de Educação Física http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/14666 Fri, 23 Sep 2022 00:00:00 -0300 Resumos I Congresso Internacional de Intervenção na Saúde e no Exercício: pensando na Pós-pandemia - I CIISE https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/13328 <p>O I&nbsp;Congresso Internacional de Intervenção na Saúde e no Exercício: pensando na Pós-pandemia - CIISE foi um evento de caráter científico que teve como objetivo promover a discussão do conhecimento sobre as demandas de Intervenção na Saúde e no Exercício na situação de pós-pandemia no Brasil e no Mundo.<br>&nbsp;<br>O evento nasce como produto do Projeto de Extensão "Faciologia – Descomplicando a Fisiologia Humana" e do canal do YouTube "COM CIÊNCIA – todo conhecimento é rico em ciência" [vinculado à Universidade de Pernambuco (UPE)] e foi coordenado pela Profa. Dra. Aline de Freitas Brito.<br>&nbsp;<br>O CIISE foi realizado nos dias 03/06/2021 (14h às 17h), 04 e 05/06/2021 (08h às 19h), com transmissão online pelo YouTube, através do Canal "COM CIÊNCIA" <a href="https://www.youtube.com/channel/UCpo2da5QwwxoTzH0fADoD8Q" target="_blank" rel="nofollow noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/channel/UCpo2da5QwwxoTzH0fADoD8Q&amp;source=gmail&amp;ust=1618986436471000&amp;usg=AFQjCNGZWzRrUEAv_-HUodWUKjW59Yb8rw">https://www.youtube.<wbr>com/channel/<wbr>UCpo2da5QwwxoTzH0fADoD8Q</a> e contou com a participação de 17 palestrantes renomadas na área da Saúde e do Exercício, todas pesquisadoras e docentes de diversas universidades do Brasil e do Mundo.</p> Aline de Freitas Brito Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/13328 Mon, 01 Nov 2021 00:00:00 -0300 Desenvolvimento de crianças pré-escolares e atividade física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/13179 <p>Crescimento e desenvolvimento são conceitos muitas vezes utilizados como sinônimos. Entretanto, crescimento refere-se ao aumento no tamanho ou na quantidade de células e desenvolvimento, por outro lado, tem conceito mais amplo, pode ser considerado na perspectiva física, social, emocional, motora e cognitiva. Mensurar o desenvolvimento envolve a compreensão do que seu conceito implica, sensibilidade para compreender sua amplitude e coerência com a população estudada. O objetivo deste texto é realizar uma reflexão sobre as evidências entre atividade física entre pré-escolares e as lacunas ainda existentes.</p> Joana Marcela Sales de Lucena, Alesandra Araújo de Souza, Eduarda Cristina Costa Silva Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/13179 Fri, 08 Oct 2021 00:00:00 -0300 EXCESSO DE PESO EM ADULTOS DE UM MUNICÍPIO DE MINAS GERAIS EM 2019 E 2020 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12981 <p><strong>Introdução</strong>: O excesso de peso é um dos fatores de risco para COVID-19 podendo levar ao desenvolvimento de manifestações mais severas da doença. O sobrepeso e a obesidade implicam uma condição de excesso de peso, que é caracterizado pelo acúmulo excessivo de gordura corporal e tem como causador principal a alimentação inadequada e o sedentarismo. Em 2020 com a ocorrência da pandemia COVID-19, parte da população teve que alterar a sua rotina, passando a trabalhar em <em>home office</em>, a não fazer exercícios físicos devido ao fechamento de academias, aumentando o consumo de alimentos calóricos por delivery e de álcool. <strong>Objetivos</strong>: Apresentar o estado nutricional de adultos (20 a 59 anos) acompanhados nas Unidades de Atenção Primária à Saúde através do Sistema de Vigilância Alimentar Nutricional - SISVAN em 2019 e 2020, ano do início da Pandemia. <strong>Método</strong>: Estudo descritivo. Para a classificação do estado nutricional de adultos, foi utilizado o índice de massa corporal (IMC) para adultos que leva em conta o peso e a estatura. Para cálculo do IMC divide-se o peso (em quilos), pela altura (em metros), elevada ao quadrado. O excesso de peso em adultos foi entendido nesse estudo pela soma de sobrepeso, obesidade I, II e III, ou seja, adultos com IMC maior ou igual a 25,0 kg/m².<strong> Resultados</strong>: Em 2019 foi registrado acompanhamento de 5867 adultos no SISVAN, que representa 4,5% dos adultos do município, sendo que 60,17% apresentavam excesso de peso. Em 2020, ano de início da pandemia de COVID-19, foi registrado 10523 acompanhamentos no SISVAN que representa 8% dos adultos do município, sendo 66,96% apresentavam excesso de peso de acordo com o IMC para adultos, o que representa um aumento de 11,3%.&nbsp; <strong>Conclusão</strong>: É importante o registro do estado nutricional de adultos pelo SISVAN para garantir um melhor diagnostico da prevalência do excesso de peso, a fim de conhecer o real quadro deste problema no município, durante e após o início da pandemia COVID-19, possibilitando traçar novas medidas para o enfrentamento do excesso de peso com incentivo à adoção da prática de exercício e mudança de hábitos alimentares.</p> Ana Caroline da Silva Cruz, Juliana Mara Flores Bicalho, Juscelino de Sousa Borges Neto , Tulio Gonçalves Gomes Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12981 Mon, 01 Nov 2021 00:00:00 -0300 Motivação para prática de exercício físico na pandemia COVID-19 de idosos ativos https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12980 <p>Objetivo: Verificar associação entre a motivação para prática de exercício físico e o nível de atividade física durante a pandemia de COVID-19. Método: Foi realizado um estudo transversal descritivo. Participaram do estudo 98 idosos de um programa de extensão universitária. Foi aplicado questionário com questões fechadas sobre motivação à prática de exercício físico e o nível de atividade física durante a pandemia; através de um formulário<em> on-line</em> enviado aos participantes pelo aplicativo WhatsApp durante o primeiro semestre de 2020. Para análise estatística, foi utilizado o teste de qui-quadrado para independência pelo software IBM-SPSS Statistics Base v.20. (Comitê de Ética-Universidade nº39.373). Resultados: A amostra foi composta por 93% (n=91) do sexo feminino e 7% (n=7) sexo masculino, com média de idade de 72,19±6,30. Os resultados apontam que&nbsp; 10% (n=10) consideram-se sedentários, 35%&nbsp; (n=35) pouco ativos e 54% (n=53) ativos. Sobre a motivação para a prática de exercício físico 45% (n=45) consideraram que a sua motivação diminuiu, 32% (n=32) se manteve e 21% (n=21) aumentou. Observou-se que houve associação entre a diminuição da motivação para a prática de atividade física e o baixo de nível de atividade física na pandemia [X² (2)= 33,201; (p&lt;0,000)], apresentando uma associação de 0,582 (58%) entre estas variáveis. Conclusão: Idosos com nível de atividade física considerados sedentários apresentaram-se menos motivados a realizar atividade física durante a pandemia de COVID-19. Nesta amostra, idosos ativos e pouco ativos oscilam sua motivação quanto a prática de atividade física, podendo limitar o seu engajamento a permanecer na atividade a longo prazo.</p> Vanessa Possamai, Lucia Faria Borges, Andrea Kruger Gonçalves, Priscilla Cardoso da Silva Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12980 Mon, 01 Nov 2021 00:00:00 -0300 Impacto de um programa de exercício físico na aptidão física de indivíduos com esquizofrenia https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12903 <p><strong>Objetivo:</strong> O objetivo deste estudo piloto foi avaliar o impacto de um programa de 12 semanas de treino funcional na aptidão física e medidas antropométricas de indivíduos com esquizofrenia. <strong>Métodos:</strong> Onze indivíduos com esquizofrenia (♂ = 9; ♀ = 2), residentes na comunidade, foram divididos em grupo experimental (n = 6, M = 39 ± 2 anos) e grupo de controlo (n = 5, M = 43 ± 3 anos). O grupo experimental foi submetido a um programa de treino funcional, com frequência bissemanal. Os participantes realizaram uma bateria de avaliações de medidas antropométricas (peso corporal, índice de massa corporal, circunferência cintura e quadril, relação cintura quadril e percentagem massa gorda) e de aptidão física (EuroFit) no início a após 12 semanas de intervenção. <strong>Resultados:</strong> A taxa de frequência ao programa de TF foi maior que 70%. Foram observadas melhorias significativas nas medidas antropométricas de circunferências da cintura (<em>p</em> = 0.02) e quadril (<em>p</em> = 0.05), percentagem massa gorda (<em>p</em> ≤ 0.01) e na aptidão física, nomeadamente no equilíbrio (<em>p</em> = 0.01), força abdominal (<em>p</em> = 0.03) e velocidade de membros superiores (<em>p</em> = 0.01) no grupo experimental. <strong>Conclusão:</strong> Apesar do reduzido número da amostra, verificou-se que um programa de exercício físico regular tem impacto positivo nas medidas antropométricas e na aptidão física de indivíduos com esquizofrenia. Futuros estudos devem aprofundar este tema, oferecendo mais oportunidades de exercício físico e investigando seus benefícios nesta população, uma vez que é urgente o desenvolvimento de estratégias e programas para a melhoria dos níveis de saúde dosa indivíduos com transtorno mental.</p> Eluana Gomes, Rui Corredeira, Tania Bastos Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12903 Thu, 25 Nov 2021 00:00:00 -0300 Enhancing non-verbal communication through gamification: the case of treasure hunt https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12917 <p><strong>Resumo:</strong> Uma versão adaptada do jogo de "caça ao tesouro" pode ajudar os participantes a melhorar as habilidades não-verbais e compreender o papel crucial da liderança servil. Este trabalho de caso com dez participantes descreve como os indivíduos tendem a usar as regras tradicionais quando consideram estar cientes de um jogo / situação. Porém, neste caso, observou-se como no “aprender fazendo”, os indivíduos conseguiram sair da sua zona de conforto e aprender as novas regras praticando-as. Além disso, esse estudo de caso ajudou a ensinar a importância das habilidades de comunicação não-verbal e o papel suave dos líderes servos.</p> Michelina Manzillo Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12917 Fri, 03 Sep 2021 00:00:00 -0300 Associação entre drogas lícitas, atividade física e qualidade de vida relacionada à saúde em adolescentes no norte do Brasil https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12846 <p>A adolescência é um período em que ocorrem várias transformações e formação de identidade, tornando o adolescente vulnerável a situações de risco. Portanto, este estudo teve como objetivo verificar a associação entre uso de drogas lícitas, atividade física e qualidade de vida relacionada à saúde em adolescentes do Ensino Médio de Tocantinópolis (Brasil). Cento e sessenta e dois adolescentes (idade de 16,3; DP = 1,7 anos) responderam um questionário com informações sociodemográficas, tempo de atividade física e de comportamentos sedentários e uso de cigarro e álcool. A QVRS foi avaliada por meio do KIDSCREEN-27. Como resultado, a prática de atividade física entre adolescentes esteve significativamente associada apenas aos domínios do bem-estar físico (β = 0,003; p &lt; 0,001) e ao domínio do apoio social e grupo de pares (β = 0,002; p &lt; 0,012 ). Além disso, os adolescentes que relataram não fumar e não consumir bebidas alcoólicas tiveram quatro vezes mais chances de ter uma melhor percepção da qualidade de vida no domínio do bem-estar físico (OR = 4,06; p &lt; 0,001). Em conclusão, adolescentes fisicamente ativos, que não consumem bebida álcoolica e não fumam, apresentaram melhor QVRS.</p> Raylane Carneiro de Sousa, Alesandra Araújo de Souza, Wagner Rodrigues Martins, Alexandre Lima de Araújo Ribeiro, Eduarda Cristina da Costa Silva, Helizangela Morais Milhomem, Joana Marcela Sales de Lucena Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12846 Fri, 03 Sep 2021 00:00:00 -0300 Em qual região do Brasil os corredores apresentam o melhor desempenho? https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12531 <p>O crescimento no número de praticantes de corrida de rua tem sido evidenciado ao longo das últimas décadas, assim como o número de eventos da modalidade, e a mobilidade de corredores pelo país para participar destes eventos. A proposta do presente estudo foi verificar se há diferenças no desempenho de corredores de rua brasileiros, consoante região de residência, bem como investigar se a região pode ser considerada um preditor de performance em corredores de ambos os sexos. A amostra foi composta por 1158 corredores de rua, de ambos os sexos (39,6% mulheres; 60,4% homens), oriundos de todas as regiões do país. A obtenção dos dados ocorreu a partir do envio de um questionário <em>online</em>, onde foram obtidas informações a respeito do sexo, idade, massa corporal (kg), altura (m), volume de corrida/semana (km), ritmo de corrida (seg/km) e região de residência. Teste Kruskal-Wallis (H), seguido do teste U-man Whitney (U), foram computados para identificar diferenças no ritmo de corrida entre as regiões brasileiras, consoante sexo. Em seguida, realizou-se análise de regressão robusta, com ajuste para a idade, para verificar associação entre a região de residência com a performance, tendo a região Sul como referência, considerando p&lt;0,05. Verificaram-se diferenças significativas na média do ritmo de corrida entre as mulheres das cinco regiões (H=25,52; p &lt;0,001), sendo que aquelas oriundas da região Sul apresentaram melhor desempenho do que seus pares das regiões Sudeste (U=60,9; p=0,016), Norte (U=26,7; p=0,027), Centro-Oeste (U=25,3; p=0,004), Nordeste (U=93,9; p&lt;0,001).&nbsp; Exceção para a região Norte, corredoras residentes em outras regiões do país experimentam redução da performance comparativamente às da região Sul. A maior redução na performance foi verificada para atletas residentes na região centro-oeste (b=49,1; IC95%= 20,3 – 77,8). Para o sexo masculino, verificou-se associação significativa e inversa entre atletas residentes na região Nordeste e o desempenho, com aumento de ≈17 segundos por quilômetro (b=17,1; IC95%= 2,9 – 31,4). Corredores de rua residentes na região Sul do país apresentaram performance superior a seus pares, para ambos os sexos. Tais resultados podem reforçar a importância da realização de eventos e existência de apoio à modalidade nas demais regiões.</p> Mabliny Thuany, Thayse Natacha Gomes Copyright (c) 2021 Arquivos Brasileiros de Educação Física https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/abeducacaofisica/article/view/12531 Fri, 19 Nov 2021 00:00:00 -0300