CIDADES QUE INOVAM: O ecossistema local de inovação do município de Paraíso do Tocantins, Programa Inova Paraíso
DOI:
https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a29ptPalavras-chave:
Inovação; Ecossistemas de Inovação; Cidades Empreendedoras e Cidades InteligentesResumo
Esse artigo visa apresentar e analisar o processo de reconhecimento e ativação do ecossistema local de Inovação de Paraíso do Tocantins, programa Inova Paraíso. Serão apresentadas as etapas de reconhecimento, ativação e implementação por meio de uma agenda positiva que busca amadurecer o ecossistema. Com isso, observaremos tendências, oportunidades e vocações do município para a inovação. O estudo fornece uma descrição detalhada do ecossistema local de inovação por meio do mapeamento realizado, apresentando atores, rede de colaboração, fluxo de conhecimento, mecanismo de financiamento, apoio governamental, bem como, desafios que podem impactar o seu desenvolvimento.
Downloads
Referências
Adner, R. (2006). Match your innovation strategy to your innovation ecosystem. Harvard Business Review, 84(4), 98–107.
Albuquerque, E. D. M. E., & Sicsu, J. (2000). Inovação institucional e estímulo ao investimento privado. São Paulo em Perspectiva, 14(3), 108–114. https://doi.org/10.1590/S0102-88392000000300012
Alves, M. A. B., Santos, G. M., Dozza, M. A. ., & Pôrto Júnior, F. G. R. . (2019). Transferência de Tecnologia, Patentes e Inovação na Universidade Federal do Tocantins: um Estudo de Caso. Cadernos De Prospecção, 12(5), 1257. https://doi.org/10.9771/cp.v12i5.29773
Appio, F. P., Lima, M., & Paroutis, S. (2019). Understanding smart cities: Innovation ecosystems, technological advancements, and societal challenges. Technological Forecasting and Social Change, 142, 1–14. https://doi.org/10.1016/j.techfore.2018.12.018
Escola Nacional de Administração Pública. (2021). Cidades inteligentes: Conceitos e aplicações. Revista de Administração Pública, 55(2), 225–252. https://repositorio.enap.gov.br/handle/1/7001
Estevam de Souza, D. (2020). O ecossistema de inovação e seus principais componentes. Encontro Internacional de Gestão, Desenvolvimento e Inovação (EIGEDIN), 4(1). https://periodicos.ufms.br/index.php/EIGEDIN/article/view/11575
Gil, A. C. (2002). Como elaborar projetos de pesquisa (4ª ed.). Atlas.
Global Entrepreneurship Monitor. (2023). Global report 2023: Nurturing entrepreneurs in a changing world. Babson College; Universidad Carlos III de Madrid; International Association of Entrepreneurship Education & Research. https://www.gemconsortium.org
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (s.d.). Paraíso do Tocantins: Panorama. IBGE Cidades. https://cidades.ibge.gov.br/brasil/to/paraiso-do-tocantins/panorama
Katz, B. (2014). The rise of innovation districts: A new geography of innovation in America. Brookings Institution.
Kortelainen, S., & Järvi, K. (2014). Ecosystems: Systematic literature review and framework development. In ISPIM Conference Proceedings (pp. 1–18). International Society for Professional Innovation Management.
Maximiano, C. F. D. S. (2020). Análise dos mecanismos de fomento ao ecossistema de inovação no estado do Tocantins: Incubadoras de empresas, parques científicos e tecnológicos e núcleos de inovação e transferência de tecnologia. [Dissertação de mestrado, instituição não informada].
Pacheco, F. A. da M., & Porto Júnior, F. G. R. (2023). A inovação e internacionalização no contexto da peça artesanal de capim dourado. Revista Observatório , 9(1), a40pt. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2023v9n1a40pt
Pôrto Junior, Francisco Gilson Rebouças (2012). Entre comunicação e educação: o processo de Bolonha e as ações formativas em cursos de Comunicação Social/Jornalismo em Portugal. 614 f. Tese (Doutorado em Comunicação e Culturas Contemporâneas) – UFBA/Faculdade de Comunicação, Salvador, 2012.
Pôrto Junior, F. G. R.; RIBEIRO, M. S.; PESSOA, W. M. (2021). Requisitos para valoração de patentes em universidades: o caso da Universidade Federal do Tocantins. DESAFIOS -Revista Interdisciplinar da Universidade Federal do Tocantins, v. 8, n.1, p. 182–199, 17 mar.
Pôrto Junior, Francisco Gilson Rebouças (2017). Processo de Bolonha: história, formação e ensino na União Europeia. Porto Alegre: Editora Fi.
Rizardi, B. M., Mourão, C. M., Metello, D. G., Ferrarezi, E., Menezes, H., Brandalise, I., & Crantschaninov, T. I. (2022). Caminhos da inovação no setor público. ENAP.
Sábato, J., & Botana, N. (1968). Tecnología en el desarrollo futuro de América Latina. Revista de la Integración, Comunidad Andina, (nov.), 15–36.
Sampieri, R. H., Collado, C. F., & Lucio, P. B. (2006). Metodologia de pesquisa (3ª ed.). McGraw-Hill.
Santos, D. A. G. D., & Zen, A. C. (2020). Orquestração de atores e recursos para o desenvolvimento de ecossistemas de inovação. In Anais do XLIV Encontro da ANPAD (EnANPAD). ANPAD.
SEBRAE. (2022). Agente Local de Inovação. https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/agentelocaldeinovacao
SEBRAE. (2022). Relatório de diagnóstico do ecossistema local de inovação de Paraíso do Tocantins. Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.
SEBRAE. (2023). Ecossistemas de inovação. https://www.sebrae-eli.com.br/saiba-mais
Soares, D. de S., & Vieira, E. T. (2019). Conexões, cultura e inovações nas cidades criativas: Diferenciais para o desenvolvimento regional. Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional, 15(2). https://www.rbgdr.net/revista/index.php/rbgdr/article/view/4445
Spinosa, L. M., Schlemm, M. M., & Reis, R. S. (2015). Brazilian innovation ecosystems in perspective: Some challenges for stakeholders. REBRAE, 8(3), 386–400. https://doi.org/10.7213/rebrae.v8i3.26824
Steiner, J. E., Cassim, M. B., & Robazzi, A. C. (2008). Parques tecnológicos: Ambientes de inovação. Revista IEA–USP.
Teixeira, C. S., Ehlers, A. C., Calegari, D., Hamad, A., Pinheiro, C. D., Lima, C. P., & Souza, R. K. (2016). Ecossistema de inovação na educação de Santa Catarina. In Educação fora da caixa: Tendências para a educação no século XXI (pp. 15–32).
Thiollent, M. (2009). Metodologia da pesquisa-ação (18ª ed.). Cortez.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 Revista Observatório

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.
[PT] Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista, sem pagamento, o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC BY-NC 4.0), permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
Leia todos os termos dos direitos autorais aqui.
