O Recurso Interpessoal Modalidade em Laudo Judicial Grafotécnico/Documentoscópico
DOI:
https://doi.org/10.20873.sl.2510Palavras-chave:
Gramática Sistêmico-Funcional. Modalidade. Laudo Judicial Grafotécnico/DocumentoscópicoResumo
Este tem por objetivo analisar os usos da Modalidade em laudo judicial grafotécnico/documentoscópico. Para tanto, utilizaram-se dois laudos judiciais grafotécnico/documentoscópico, os quais foram encontrados na internet e foram selecionados conforme as identificações dos usos de termos que indicam Modalidade. Para subsidiar a análise, foi utilizado como aporte teórico a Gramática Sistêmico-Funcional (GSF), desenvolvida pelo linguista Mikael Halliday, voltando-se ao recurso interpessoal Modalidade. Halliday e Matthiessen (2014), bem como as atualizações apresentadas por Fuzer e Cabral (2014), foram os referenciais basilares da pesquisa. A Modalidade é um dos recursos presentes na metafunção interpessoal e expressa o julgamento do sujeito falante/escritor. Diante das análises realizadas, percebe-se que a Modalidade é um recurso frutífero para o processo interativo, tendo relevância para a construção do laudo judicial grafotécnico/documentoscópico, uma prova pericial, consequentemente, um gênero que tem o intuito de fornecer elementos determinantes em uma decisão judicial, logo, é um texto que traz posicionamentos e comprometimento.
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