AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE INIBIÇÃO DE ENZIMAS DIGESTIVAS PELA POLPA DO INAJÁ
DOI:
https://doi.org/10.20873/vol.13n3pibic202524Palabras clave:
Maximiliana maripa, alfa-amilase, alfa-glucosidase, estresse oxidativoResumen
La palma inajá (Maximiliana maripa), una palmera nativa de la región amazónica, produce frutos cuya pulpa contiene almidón y compuestos bioactivos, como carotenoides, flavonoides y vitamina C, que tienen potencial antioxidante y beneficios para la salud humana. Este estudio tuvo como objetivo evaluar el contenido de compuestos fenólicos, la actividad antioxidante y el potencial inhibidor de enzimas digestivas en muestras de harina de inajá. La pulpa se deshidrató, se molió y se sometió a extracción utilizando diferentes solventes (agua, etanol, metanol y acetona). Se realizaron análisis para determinar el contenido de compuestos fenólicos, la capacidad antioxidante (DPPH, ABTS y FRAP) y la inhibición de las enzimas α-amilasa y α-glucosidasa. La extracción con acetona mostró el mayor contenido fenólico (114,71 mg GAE/100 mL) y alta actividad antioxidante, especialmente por el método ABTS (2780,15 µmol ET/100 g). El extracto acuoso inhibió la α-amilasa en un 25,15 ± 4,03 % y la α-glucosidasa en un 28,09 ± 1,87 %, lo que indica que los compuestos presentes en la harina de inajá podrían estar asociados con estos efectos. Estos resultados sugieren que la harina de inajá podría representar una fuente importante de antioxidantes e inhibidores enzimáticos, con el potencial de contribuir a la modulación de la digestión de carbohidratos y a la prevención de trastornos metabólicos, aunque se requieren más estudios para confirmar estos efectos y explorar sus aplicaciones prácticas.
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