JOVENS JORNALISTAS E O CONSUMO DE INFORMAÇÃO IMEDIATA NAS REDES SOCIAIS

Palavras-chave: consumidores, Consumidores, memória, Memória, Jovens, Era digital, Jornalistas

Resumo

De um lado, examinar como os jovens consomem informação – do noticiário ao entretenimento– na era digital, de outro, como os estudantes lidam com a necessidade de exercitar o fazer jornalístico em época de crise e ainda, como o profissional, em início de carreira, trabalha com a preocupação do tempo de atenção dos consumidores para conseguir emplacar sua produção jornalística em tempo real. Empresas repensam seus treinamentos e novas maneiras de apuração de notícias, enquanto universidades discutem para por em prática novas diretrizes curriculares que atendam o mercado em ebulição.

 

 

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Magaly Parreira do Prado, Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM)

Doutora em Comunicação e Semiótica, mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, ambas pela PUC-SP, e especialista em Comunicação Jornalística pela Faculdade Cásper Líbero. Ministra aulas de Webjornalismo no curso de graduação em Jornalismo e no Programa de Mestrado Profissional em Produção Jornalística e Mercado, ambos da ESPM-SP. E-mail: magalyprado@espm.br

 

Referências

DESINVISIBLES. O impresso está se tornando ultrapassado e isso é fascinante. Disponível em: <http://desinvisibles.wordpress.com/2014/02/04/o-impresso-esta-se-tornando-ultrapassado-e-isso-e-fascinante/>. Acesso em 02 mar. 2015.

ESPM. Revista de Jornalismo. Nº 8, jan./fev./mar 2014.

FOLHA DE S. PAULO. O futuro dos jornais na era das multiplataformas. 2015. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/03/1605508-debatedores-divergem-sobre-futuro-do-jornal.shtml>. Acesso em 20 mar. 2015.

HARDING, James. Futuro do jornalismo: crises e oportunidades. Traduzido por Celestino Vivian. 2015. Disponível em: <https://jornalismoliterarioblog.wordpress.com/2015/02/19/futuro-do-jornalismo-crises-e-oportunidades/>. Acesso em 22 fev. 2015.

HARDY, Quentin. Relatório prevê futuro "sombrio" para a internet. 2014. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/07/1488533-relatorio-preve-futuro-sombrio-para-a-internet.shtml>. Acesso em 12 dez. 2015.

MATOS, Sérgio. Os desafios das novas diretrizes curriculares do curso de Jornalismo. in Observatório da Imprensa, 06 fev. 2014, replicando entrevista de 28 jan. 2014. <http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed783_os_desafios_das_novas_diretrizes_do_curso_de_jornalismo>.

PRADO, Magaly. Webjornalismo. Rio de Janeiro: LTC/GEN, 2011.

_______. Radiojornalismo na Cibercultura - Por uma nova experiência de rádio em tempos de redes sociais e hipermobilidade. 2012. Tese de doutorado. Comunicação e Semiótica. PUC-SP.

_______. Tendências da posição e atuação dos dirigentes da área editorial de empresas jornalísticas. 2015. Pesquisa realizada no Centro Interdisciplinar de Pesquisa (CIP) da faculdade Cásper Líbero. No prelo.

ROCHA, Rosamaria Luiza (Rose) de melo. Corpos significantes na metrópole discursiva: ensaio sobre fetichismo visual e ativismo juvenil. Revista Significação, 2012, ano 39, nº37, p. 131. Disponível em: <http://www.usp.br/significacao/pdf/37_rocha.pdf>.

SERVA, Leão. A desintegração dos jornais. São Paulo: Reflexão, 2015.

SPARKS AND HONEY. 20 jobs of future. <http://www.sparksandhoney.com/>. Disponível em: <http://pt.slideshare.net/sparksandhoney/jobs-of-the-future-deck-v3-090413mf>. Acesso em 05 mar. 2015.

Publicado
2016-08-31
Como Citar
PRADO, M. JOVENS JORNALISTAS E O CONSUMO DE INFORMAÇÃO IMEDIATA NAS REDES SOCIAIS. Revista Observatório, v. 2, n. 3, p. 292-307, 31 ago. 2016.