Os autores deste número nos mostram como a violência da colonização e os processos de libertação (com todas as suas consequências) estão ainda pulsando nas sociedades e visíveis nas escritas de resistência, nos processos criativos que buscam se compreender e compreender o mundo atual. Também presentes estão questões de gênero, identidades em formação, as angústias dos homens contemporâneos e outros temas tão presentes em nossa sociedade.

Autobiografia, romance historiográfico, ficção ... estas e outras formas de narrar presentes nesse número comprovam a importância da revisitação, do retorno ao trauma, da compreensão de nós mesmos, da intransitividade e transitoriedade de nossas identidades.

Publicado: 2017-02-28

EDITORIAL