Edições anteriores
-
Trama Viva: o jeito UMA de ser, o jeito UMA de viver
v. 1 n. 44 (2026)Esta obra nasceu da convivência, da escuta e da aprendizagem compartilhada entre gerações que, ao longo de duas décadas, encontraram na Universidade da Maturidade um espaço de diálogo, criação e produção de conhecimento.
A tese que atravessa estas páginas sustenta que a Trama Viva constitui o jeito UMA de ser e de viver, um modo singular de existir, aprender e construir relações intergeracionais, tecido cotidianamente no contexto da Universidade da Maturidade. Sua originalidade não reside apenas no encontro entre diferentes gerações, uma vez que esse diálogo já é amplamente reconhecido e discutido no campo da educação intergeracional. O que distingue a Trama Viva é a compreensão de que o conhecimento se constitui como uma construção coletiva, produzida no entrelaçamento das experiências, dos saberes, das memórias e dos novos itinerários de vida compartilhados entre velhos, jovens e crianças. Nessa perspectiva, aprender deixa de ser um processo individual para tornar-se uma experiência relacional, na qual cada sujeito ensina e aprende no encontro com o outro.
-
Wdê: Guardiã dos Rios e o Comitê de bacia hidrográfica do lago de Palmas
v. 1 n. 43 (2026)A série nasceu a partir do Projeto de Inovação Pedagógica do Curso de Ciências Biológicas da UFT, campus de Porto Nacional, no contexto do projeto “Educação Ambiental e sua Interface Interdisciplinar”. Voltadas ao público infanto-juvenil, as histórias integram uma série de produções que utilizam a literatura e a arte como ferramentas didáticas para o ensino e a sensibilização ambiental.
-
R STUDIO e Relações Internacionias: visões locais
v. 1 n. 42 (2026)As Relações Internacionais foram historicamente constituídas como um campo voltado à interpretação de grandes transformações políticas, econômicas, militares, ambientais e normativas do sistema internacional. Guerras, processos de paz, migrações, regimes internacionais, comércio, integração regional, disputas territoriais, crises humanitárias e mudanças climáticas sempre exigiram do analista internacional a capacidade de relacionar eventos particulares a estruturas mais amplas de poder, interdependência e governança. Contudo, nas primeiras décadas do século XXI, essa tarefa passou por uma inflexão decisiva: a realidade internacional tornou-se crescentemente mediada por dados.
-
Sementes da Docência: saberes, ludicidade e a construção dos conhecimentos docentes no PIBID/Pedagogia
v. 1 n. 41 (2026)Paulo Freire[1] nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
Entre Teoria e Prática: Contribuições do PIBID para a Formação de Professores
v. 1 n. 40 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
A Escola Como Território De Saberes: Jogos, Práticas, Ludicidade e Investigação na Formação Inicial em Matemática
v. 1 n. 39 (2026)Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
Nesse horizonte se inscreve o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Ao aproximar os estudantes das licenciaturas do cotidiano das escolas públicas desde os primeiros momentos de sua formação, o Programa permite que a docência deixe de ser apenas uma ideia e passe a ser uma experiência vivida. Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em 2007, o PIBID consolidou-se como uma importante política pública de formação de professores no Brasil, fortalecendo a articulação entre universidade e escola e fazendo desse encontro um território de aprendizagem. -
Experiências De Iniciação À Docência No Pibid: Quando A Matemática Encontra A Escola
v. 1 n. 36 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
O Pibid Em Foco: Perspectivas Filosóficas E Formação De Professores
v. 1 n. 22 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
Entre A Escola E A Universidade: Experiências Do Pibid Pedagogia
v. 1 n. 37 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
Aprendizagem da Docência no Pibid Matemática: Saberes para e na Prática Didático-Pedagógica da Educação Básica
v. 1 n. 36 (2028)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
Educação Patrimonial Como Eixo Na Iniciação Do Professor De História: Fragmentos E Experiências Formativas No Programa Institucional De Bolsa De Iniciação À Docência (Pibid) Em Escolas Da Rede Pública De Porto Nacional - To
v. 1 n. 35 (2026)Paulo Freire[1] nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
-
Territórios de Aprendizagem: Relatos do PIBID de Geografia em Porto Nacional-TO
v. 1 n. 29 (2026)Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
Nesse horizonte se inscreve o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Ao aproximar os estudantes das licenciaturas do cotidiano das escolas públicas desde os primeiros momentos de sua formação, o Programa permite que a docência deixe de ser apenas uma ideia e passe a ser uma experiência vivida. Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em 2007, o PIBID consolidou-se como uma importante política pública de formação de professores no Brasil, fortalecendo a articulação entre universidade e escola e fazendo desse encontro um território de aprendizagem. -
Wdê: Guardiã dos Rios - Arraias e Piranhas
v. 1 n. 29 (2026)Ao longo destas páginas, você vai conhecer as arraias e as piranhas, dois animais muitas vezes mal compreendidos.
Elas não são monstros — são apenas criaturas da natureza que seguem seus instintos, procurando alimento e defendendo seu espaço.
Mas cuidado! Mesmo sem querer, podemos nos machucar se não soubermos como respeitar o ambiente dos rios. Por isso, Wdẽ vai nos mostrar como nadar com segurança, como evitar acidentes e, o mais importante, como conviver com a natureza de forma harmoniosa.
Com ilustrações criadas com tecnologia e criatividade, a coleção Wdê – A Guardiã convida você a mergulhar nas águas do conhecimento, descobrir curiosidades sobre o mundo dos peixes e refletir sobre o papel de cada um na proteção da vida.
Então, prepare-se!
Respire fundo, abra o coração e acompanhe Wdẽ nessa jornada pelos rios, onde cada página é um convite para aprender, cuidar e preservar.
Porque proteger os rios é também proteger a nossa vida! -
Pesquisas e Práticas em Ensino de Filosofia a Partir do PROF-FILO - Volume 2
v. 2 n. 28 (2026)Às vésperas de completar seus dez primeiros anos de vida, o Programa em rede de Mestrado Profissional em Filosofia já se mostra como um projeto consolidado e com uma identidade própria. Em tempos em que muito se fala em impacto social e inovação, o PROF-FILO se consolidou como uma potência na qualificação de professores(as) de Filosofia que atuam nas escolas públicas. Identificando-se como profissional (e não como profissionalizante), o Programa proporciona um ambiente acadêmico propício para que os(as) professores(as) desenvolvam as pesquisas filosóficas com base nas suas experiências e vivências em sala de aula, conforme os desafios de ensinar a juventude a filosofar.
-
O Serviço Social e o PRONERA: Territorialidades e Políticas Sociais
v. 2 n. 25 (2026)O livro Serviço Social e o PRONERA: Territorialidades e Políticas Sociais nasce da necessidade de registrar, refletir e dar visibilidade à inserção do Serviço Social no âmbito do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA). Mais do que um simples relato, esta obra se constitui como um marco na sistematização de experiências que articulam a trajetória histórica das lutas pela educação no campo com a prática profissional dos assistentes sociais, situando-as no horizonte maior da transformação social, da construção de direitos e da consolidação de um projeto democrático e popular de sociedade.
-
Do Arquivo ao Território: Histórias, Conservação e Educação Patrimonial no Brasil Contemporâneo - Volume 2
v. 2 n. 27 (2026)Entre o silêncio dos arquivos e a pulsação viva dos territórios, a História se reinventa.
Não mais confinada às estantes, às caixas documentais ou às narrativas distantes da vida cotidiana, ela emerge, neste volume, como prática social, compromisso ético e gesto político. “Do arquivo ao território: histórias, conservação e educação patrimonial no Brasil contemporâneo (Volume 2)” apresenta-se, assim, não apenas como uma coletânea de estudos, mas como um manifesto silencioso, e ao mesmo tempo eloquente, sobre os novos modos de produzir, ensinar e partilhar o conhecimento histórico no Brasil contemporâneo.
Organizada por George Leonardo Seabra Coelho (UFT) e Angelo Adriano Faria de Assis (UFV), a obra insere-se em um movimento mais amplo de reconfiguração da historiografia brasileira. Nele, os Mestrados Profissionais em História assumem protagonismo ao tensionar fronteiras tradicionais entre teoria e prática, entre universidade e sociedade, entre pesquisa e intervenção. Aqui, o conhecimento histórico não se encerra na escrita acadêmica, mas se desdobra em produtos, metodologias, experiências e linguagens que buscam dialogar diretamente com o mundo social, educativo e cultural. -
Mapeamento das rádios comunitárias do Tocantins
v. 1 n. 26 (2026)Antes de chegar aos grandes centros, às plataformas digitais e aos fluxos acelerados da informação global, a comunicação, em muitos territórios, ainda pulsa em ondas sonoras que atravessam distâncias, conectam vozes e constroem pertencimentos. No Tocantins, esse pulsar tem nome, sotaque e endereço: ele se manifesta nas rádios, em especial nas comunitárias, que, cotidianamente, tecem laços entre pessoas, lugares, histórias e territórios aos quais nenhum outro meio de comunicação local chega.
Este livro nasce de estudos que se debruçaram a compreender mais sobre esse território vivo e sonoro, que são as rádios comunitárias. Mais do que um levantamento técnico ou um exercício acadêmico, a obra é resultado de um olhar atento às práticas comunicacionais que emergem no cotidiano de comunidades frequentemente afastadas dos grandes circuitos midiáticos, apontando suas limitações e descrevendo suas particularidades e sua importância local. Ao transformar a pesquisa em livro, amplia-se não apenas o formato, mas também a possibilidade de circulação de um conhecimento que é, por essência, coletivo, situado e socialmente comprometido.
-
O Serviço Social e o PRONERA: Educação e Luta de Classes
v. 1 n. 24 (2026)O livro Serviço Social e o PRONERA: educação e lutas de classe convida o leitor a percorrer uma trajetória marcada por lutas sociais, conquistas coletivas e compromissos éticos em torno da educação como
direito humano fundamental. Trata-se de uma produção que vai além da simples narrativa sobre a inserção do Serviço Social no Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA), pois revela, de forma crítica e comprometida, experiências, desafios e aprendizados que emergem no
diálogo entre a prática profissional e a construção de um projeto democrático e popular de sociedade. -
Do Arquivo ao Território: Histórias, Conservação e Educação Patrimonial no Brasil Contemporâneo - Volume 1
v. 1 n. 23 (2026)Nas últimas décadas, tem-se acompanhado um crescimento no país dos programas de pós-graduação, nas mais distintas áreas do conhecimento. Esse aumento, obviamente, acompanha a criação de universidades país afora e, no mesmo sentido, demonstra que o ensino superior e a pesquisa vêm ganhando força e espaço para além dos grandes centros do eixo Sul- Sudeste: não apenas nas capitais – mas aí, a grande novidade –, democratizando-se nos interiores, rincões até há pouco totalmente carentes de cursos de formação.
-
Memórias e Itinerários formativos da/ na formação de professores na Amazônia - Volume 7
v. 1 n. 22 (2026)A obra Memórias e Itinerários Formativos da/na Formação de Professores na Amazônia constitui-se como uma das atividades e produções acadêmicas do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde (CEPELS), emergindo como resultado de um processo formativo, reflexivo e coletivo desenvolvido no âmbito da disciplina de Formação de Professores, ofertada no Mestrado em Educação e no Doutorado em Educação na Amazônia, vinculados à Universidade Federal do Tocantins (UFT). Trata-se de um espaço acadêmico que ultrapassa os limites formais da sala de aula e se consolida como território de escuta, partilha e produção de conhecimentos, reunindo estudantes provenientes dos sete estados da região Norte do Brasil, o que confere à obra uma riqueza singular de experiências e perspectivas."
A pluralidade de vozes que compõem este livro reflete a diversidade sociocultural, geográfica e educacional da Amazônia Legal. Cada texto aqui apresentado carrega marcas de trajetórias pessoais e profissionais que se entrelaçam com os desafios históricos da educação na região, evidenciando que a formação docente, nesse contexto, não pode ser compreendida de maneira homogênea ou descontextualizada. Ao contrário, ela exige um olhar atento às especificidades locais, às múltiplas identidades e aos modos de vida que constituem as Amazônias.
-
Memórias e Itinerários formativos da/ na formação de professores na Amazônia - Volume 6
v. 1 n. 21 (2026)A obra Memórias e Itinerários Formativos da/na Formação de Professores na Amazônia constitui-se como uma das atividades e produções acadêmicas do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde (CEPELS), emergindo como resultado de um processo formativo, reflexivo e coletivo desenvolvido no âmbito da disciplina de Formação de Professores, ofertada no Mestrado em Educação e no Doutorado em Educação na Amazônia, vinculados à Universidade Federal do Tocantins (UFT). Trata-se de um espaço acadêmico que ultrapassa os limites formais da sala de aula e se consolida como território de escuta, partilha e produção de conhecimentos, reunindo estudantes provenientes dos sete estados da região Norte do Brasil, o que confere à obra uma riqueza singular de experiências e perspectivas."
A pluralidade de vozes que compõem este livro reflete a diversidade sociocultural, geográfica e educacional da Amazônia Legal. Cada texto aqui apresentado carrega marcas de trajetórias pessoais e profissionais que se entrelaçam com os desafios históricos da educação na região, evidenciando que a formação docente, nesse contexto, não pode ser compreendida de maneira homogênea ou descontextualizada. Ao contrário, ela exige um olhar atento às especificidades locais, às múltiplas identidades e aos modos de vida que constituem as Amazônias.
-
Memórias e Itinerários formativos da/ na formação de professores na Amazônia - Volume 5
v. 1 n. 20 (2026)"A obra Memórias e Itinerários Formativos da/na Formação de Professores na Amazônia constitui-se como uma das atividades e produções acadêmicas do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde (CEPELS), emergindo como resultado de um processo formativo, reflexivo e coletivo desenvolvido no âmbito da disciplina de Formação de Professores, ofertada no Mestrado em Educação e no Doutorado em Educação na Amazônia, vinculados à Universidade Federal do Tocantins (UFT). Trata-se de um espaço acadêmico que ultrapassa os limites formais da sala de aula e se consolida como território de escuta, partilha e produção de conhecimentos, reunindo estudantes provenientes dos sete estados da região Norte do Brasil, o que confere à obra uma riqueza singular de experiências e perspectivas."
A pluralidade de vozes que compõem este livro reflete a diversidade sociocultural, geográfica e educacional da Amazônia Legal. Cada texto aqui apresentado carrega marcas de trajetórias pessoais e profissionais que se entrelaçam com os desafios históricos da educação na região, evidenciando que a formação docente, nesse contexto, não pode ser compreendida de maneira homogênea ou descontextualizada. Ao contrário, ela exige um olhar atento às especificidades locais, às múltiplas identidades e aos modos de vida que constituem as Amazônias.
-
Memórias e Itinerários formativos da/ na formação de professores na Amazônia - Volume 4
v. 1 n. 19 (2026)A obra Memórias e Itinerários Formativos da/na Formação de Professores na Amazônia constitui-se como uma das atividades e produções acadêmicas do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde (CEPELS), emergindo como resultado de um processo formativo, reflexivo e coletivo desenvolvido no âmbito da disciplina de Formação de Professores, ofertada no Mestrado em Educação e no Doutorado em Educação na Amazônia, vinculados à Universidade Federal do Tocantins (UFT). Trata-se de um espaço acadêmico que ultrapassa os limites formais da sala de aula e se consolida como território de escuta, partilha e produção de conhecimentos, reunindo estudantes provenientes dos sete estados da região Norte do Brasil, o que confere à obra uma riqueza singular de experiências e perspectivas."
A pluralidade de vozes que compõem este livro reflete a diversidade sociocultural, geográfica e educacional da Amazônia Legal. Cada texto aqui apresentado carrega marcas de trajetórias pessoais e profissionais que se entrelaçam com os desafios históricos da educação na região, evidenciando que a formação docente, nesse contexto, não pode ser compreendida de maneira homogênea ou descontextualizada. Ao contrário, ela exige um olhar atento às especificidades locais, às múltiplas identidades e aos modos de vida que constituem as Amazônias.
-
Metodologias em Cinética e Modelagem de Processos
v. 1 n. 18 (2026)A ciência dos alimentos é, antes de tudo, uma forma de cuidar da vida e da saúde das pessoas. Este livro foi elaborado com o propósito de reunir metodologias e conhecimentos utilizados na avaliação dos compostos bioativos e propriedades funcionais presentes nas matrizes vegetais. Ao longo das páginas, o leitor encontrará protocolos detalhados, explicações claras e referências fundamentais para a execução de análises in vitro relacionadas à atividade antioxidante, antidiabética, anti-hipertensiva e outras abordagens de interesse na área de alimentos e saúde.
O objetivo é oferecer um material didático e prático, que sirva como apoio a estudantes, técnicos e pesquisadores que utilizam metodologias laboratoriais no estudo dos alimentos. Que esse material contribua para o aprendizado, a padronização de análises e no desenvolvimento de artigos científicos de alto impacto na área da ciência dos alimentos. -
Os direitos de EnvelheSER: Combate ao etarismo e violência contra a pessoa idosa no Tocantins
v. 1 n. 17 (2026)Olá, é com prazer que apresentamos este material educativo, elaborado a partir da campanha "Os Direitos de EnvelheSER": Combate ao Etarismo e violência contra a pessoa idosa, promovida pela Rede de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal do Tocantins (UFT) com o apoio do Ministério da Cidadania e Direitos Humanos. A Rede é um programa de extensão da UFT, coordenado pela Pró-Reitoria de Extensão (PROEX/UFT). Sua missão é promover a cidadania e fortalecer os direitos humanos por meio de ações integradas de educação, assistência e articulação institucional.
Este material educativo é composto por informações sobre os direitos das pessoas idosas, definição de etarismo, tipos de violências sofridas por este público e orientações de combate à violência contra idosos. Além de disponibilizar canais de denúncias e órgãos de atendimento às pessoas idosas no estado do Tocantins. O material destina-se a diferentes públicos, desde as pessoas idosas, profissionais e gestores que trabalham diretamente com este público e toda a sociedade que, ainda carece, de maiores informações sobre o envelhecimento, cuidado e proteção ao mais velhos.