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ACOLHÊNCIA: A Universidade que também Escuta
v. 1 n. 52 (2026)Há encontros que transformam pessoas, instituições e formas de compreender o conhecimento. Este livro nasce de um desses encontros: a trajetória de Agostinho Quintino Batista e sua experiência na Universidade da Maturidade (UMA).
Aos 83 anos, acadêmico da UMA desde 2012, autor de cinco livros e certificado pela Universidade Federal do Tocantins como Educador Político Social, Agostinho participa desta obra não apenas como personagem, mas como coautor e sujeito de conhecimento. Sua trajetória evidencia que a experiência de vida, a memória, a oralidade, o território e os saberes tradicionais também constituem importantes formas de produção de conhecimento.
É nesse contexto que emerge o conceito de ACOLHÊNCIA, compreendido como uma postura ética e epistemológica que ultrapassa o simples acolhimento. Acolher, nesta perspectiva, significa reconhecer a pessoa e, sobretudo, os saberes que ela traz consigo, valorizando sua linguagem, sua memória e sua maneira de compreender o mundo.
A obra apresenta a experiência da UMA por meio de conceitos como ACOLHÊNCIA, TRAMA VIVA, Longevidade Criativa e Ontoepistemologia Pedagógica Situada, articulando educação, experiência, memória e relações intergeracionais. A TRAMA VIVA representa justamente essa construção coletiva do conhecimento, que acontece na convivência, na escuta e no encontro entre diferentes gerações e saberes.
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Artefatos, Histórias e Visualidades nos Territórios do Campo: Experiências, Saberes e Práticas
v. 2 n. 51 (2026)Apresentamos o segundo volume da série de livros que o Curso de Licenciatura em Educação do Campo – Artes Visuais e Música da Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Câmpus Arraias vem lançando ao longo do ano de 2026. Com o título “Artefatos, Histórias e Visualidades nos Territórios do Campo: Experiências, Saberes e Práticas”, este volume procura reunir trabalhos que investigam como as práticas culturais, os modos de vida e os saberes se constituem e se tensionam nos territórios do campo, a partir das relações com diferentes artefatos, histórias e visualidades.
Na obra de referência para a crítica da cultura ocidental que trata do tema da oposição entre Campo e Cidade, Raymond Williams indica através da literatura que essa relação é muito anterior à própria disputa entre “antigos” e “modernos” estabelecida no período moderno. Do pensamento bucólico e anti-bucólico ao tratamento romântico dado ao campo, a humanidade percorreu alguns milhares de anos de convívio e de relações entre esses dois espaços que extrapolam qualquer tentativa de extrair elementos cristalizados tanto de um lugar quanto de outro (Williams, pp. 11-64).
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Pressupostos Epistemológicos da Pesquisa em Educação do Campo
v. 1 n. 50 (2026)Este livro reúne reflexões teóricas e estudos empíricos sobre os fundamentos epistemológicos presentes nas pesquisas em Educação do Campo. O foco está nas epistemologias que vem fomentando a constituição da Educação do Campo como um direito social, em diálogo com diferentes abordagens e concepções.
O volume busca explorar, de modo crítico e plural, os fundamentos que sustentam uma Educação do Campo comprometida com a valorização dos saberes produzidos pelos sujeitos campesinos. Esta obra contempla reflexões sobre diferentes técnicas, recursos metodológicos e procedimentos aplicados aos estudos em Educação do Campo, reconhecendo os desafios e as potencialidades envolvidos nos processos de investigação e formação nesse contexto.
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Transtorno Do Déficit De Atenção E Hiperatividade, Transtorno Do Espectro Autista, Altas Habilidades E Superdotação: Pesquisas No Tocantins
v. 1 n. 49 (2026)Esta obra nasce de um processo focado na transformação e aprofundamento humano: a trajetória vivida por cada um dos acadêmicos do Curso de Especialização em Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA), Altas Habilidades e autobiografias e/ou memoriais descritivos e/ou compêndio teórico, este livro é o retrato fiel do percurso percorrido por educadores, psicólogos, psicopedagogos e profissionais da saúde e da educação que aceitaram o desafio de olhar para a neurodiversidade sob a luz da ciência. A essência que perpassa cada capítulo é, fundamentalmente, a história de quem se dispôs a trilhar uma jornada de descobertas/redescoberta/aprendizado pessoal e reconstrução profissional, culminando na consolidação de saberes que hoje impactam diretamente o cenário educacional tocantinense.
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Inovação Pedagógica e Educação Digital: As Contribuições do CEPELS para o Cenário Tocantinense
v. 1 n. 48 (2026)É com elevada honra e senso de compromisso institucional que apresentamos a obra Inovação Pedagógica e Educação Digital: As Contribuições do CEPELS para o Cenário Tocantinense. Este volume se consolida como um marco acadêmico e documental na história recente da educação no estado do Tocantins, registrando com rigor teórico e sensibilidade analítica os desdobramentos de um processo formativo voltado à emancipação docente e ao fortalecimento das práticas pedagógicas mediadas por tecnologias.
O Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde tem se afirmado como um núcleo para a produção do conhecimento e para a formação continuada em nossa região. Em um cenário educacional marcado por assimetrias regionais, desafios de infraestrutura e pela urgência da inclusão digital, a atuação do CEPELS emerge não apenas como resposta institucional, mas como vetor de transformação social. A presente publicação sintetiza essa missão ao reunir contribuições que articulam, de maneira indissociável, a fundamentação teórica sobre os letramentos digitais e a práxis educativa em contextos reais de ensino.
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CEPELS: Promovendo Saúde, Bem-Estar e Lazer no Tocantins
v. 1 n. 47 (2026)A presente obra representa um dos resultados acadêmicos e científicos produzidos no âmbito do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde da Universidade Federal do Tocantins (CEPELS/UFT), reafirmando o compromisso institucional com a promoção da educação pública de qualidade, da formação continuada de professores e da produção de conhecimentos comprometidos com as demandas contemporâneas da sociedade. O livro integra as ações desenvolvidas pelo CEPELS em parceria com a Secretaria de Estado da Educação do Tocantins (SEDUC), especialmente no contexto do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Bem-Estar, Saúde e Lazer Docente, ofertado gratuitamente aos profissionais da educação da rede pública estadual.
Mais do que uma coletânea de capítulos, esta publicação materializa uma política institucional que compreende a universidade como espaço de formação permanente, inovação, pesquisa e extensão, fortalecendo a integração entre produção científica, prática profissional e compromisso social. Os textos aqui reunidos revelam trajetórias de vida, experiências docentes, investigações e reflexões que evidenciam a riqueza dos saberes construídos no cotidiano escolar e reafirmam o professor como protagonista na construção de uma educação transformadora.
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Gestão de Equipes e Liderança Educacional no Tocantins: O Papel do CEPELS no desenvolvimento de Práticas
v. 1 n. 46 (2026)Acreditamos que as histórias de vida constituem um dos mais ricos patrimônios da educação. Em cada trajetória estão presentes experiências, desafios, conquistas, aprendizados e valores que ultrapassam o campo individual e passam a integrar a construção coletiva do conhecimento. Como cantam Almir Sater e Renato Teixeira, "cada um de nós compõe a sua história", lembrando que cada percurso humano é único e, ao mesmo tempo, se entrelaça com a história de tantas outras pessoas. Quando transformadas em narrativas, essas vivências tornam-se instrumentos de reflexão, formação e inspiração, revelando que educar também é compreender a própria caminhada e reconhecer os sentidos que ela produz ao longo do tempo.
É nessa perspectiva que se apresenta a obra Gestão de Equipes e Liderança Educacional no Tocantins: o papel do CEPELS no desenvolvimento de práticas, resultado de um processo formativo desenvolvido no âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Equipes e Liderança Educacional. A coletânea reúne memoriais autobiográficos elaborados por professores e gestores educacionais do Estado do Tocantins, cujas narrativas expressam diferentes percursos de formação humana, acadêmica e profissional, evidenciando os desafios e as possibilidades da educação como espaço permanente de transformação.
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O PIBID e a Docência no Campo: Olhares, Vivências e Práticas Pedagógicas
v. 1 n. 45 (2026)“Universidade, escola e comunidade: três espaços que, quando caminham juntos, fazem da formação docente um processo vivo, coletivo e transformador”.Este livro nasce do compromisso com uma educação pública, democrática, socialmente referenciada e profundamente vinculada aos sujeitos, aos territórios e aos modos de vida do e no campo. “O PIBID e a Docência no Campo: Olhares, Vivências e Práticas Pedagógicas” reúne experiências, reflexões, práticas pedagógicas e aprendizagens construídas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID Equidade) – Educação do Campo, desenvolvido pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Campus de Arraias, em articulação com a Licenciatura em Educação do Campo – Linguagens, Artes Visuais e Música e com as escolas-campo parceiras, a saber: Escola Estadual Apoenan de Abreu Teixeira- Setor Buritizinho, e Escola Estadual Girassol de Tempo Integral Agrícola David Aires França, ambas localizadas no município de Arraias.
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Trama Viva: o jeito UMA de ser, o jeito UMA de viver
v. 1 n. 44 (2026)Esta obra nasceu da convivência, da escuta e da aprendizagem compartilhada entre gerações que, ao longo de duas décadas, encontraram na Universidade da Maturidade um espaço de diálogo, criação e produção de conhecimento.
A tese que atravessa estas páginas sustenta que a Trama Viva constitui o jeito UMA de ser e de viver, um modo singular de existir, aprender e construir relações intergeracionais, tecido cotidianamente no contexto da Universidade da Maturidade. Sua originalidade não reside apenas no encontro entre diferentes gerações, uma vez que esse diálogo já é amplamente reconhecido e discutido no campo da educação intergeracional. O que distingue a Trama Viva é a compreensão de que o conhecimento se constitui como uma construção coletiva, produzida no entrelaçamento das experiências, dos saberes, das memórias e dos novos itinerários de vida compartilhados entre velhos, jovens e crianças. Nessa perspectiva, aprender deixa de ser um processo individual para tornar-se uma experiência relacional, na qual cada sujeito ensina e aprende no encontro com o outro.
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Wdê: Guardiã dos Rios e o Comitê de bacia hidrográfica do lago de Palmas
v. 1 n. 43 (2026)A série nasceu a partir do Projeto de Inovação Pedagógica do Curso de Ciências Biológicas da UFT, campus de Porto Nacional, no contexto do projeto “Educação Ambiental e sua Interface Interdisciplinar”. Voltadas ao público infanto-juvenil, as histórias integram uma série de produções que utilizam a literatura e a arte como ferramentas didáticas para o ensino e a sensibilização ambiental.
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R STUDIO e Relações Internacionias: visões locais
v. 1 n. 42 (2026)As Relações Internacionais foram historicamente constituídas como um campo voltado à interpretação de grandes transformações políticas, econômicas, militares, ambientais e normativas do sistema internacional. Guerras, processos de paz, migrações, regimes internacionais, comércio, integração regional, disputas territoriais, crises humanitárias e mudanças climáticas sempre exigiram do analista internacional a capacidade de relacionar eventos particulares a estruturas mais amplas de poder, interdependência e governança. Contudo, nas primeiras décadas do século XXI, essa tarefa passou por uma inflexão decisiva: a realidade internacional tornou-se crescentemente mediada por dados.
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Sementes da Docência: saberes, ludicidade e a construção dos conhecimentos docentes no PIBID/Pedagogia
v. 1 n. 41 (2026)Paulo Freire[1] nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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Entre Teoria e Prática: Contribuições do PIBID para a Formação de Professores
v. 1 n. 40 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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A Escola Como Território De Saberes: Jogos, Práticas, Ludicidade e Investigação na Formação Inicial em Matemática
v. 1 n. 39 (2026)Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
Nesse horizonte se inscreve o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Ao aproximar os estudantes das licenciaturas do cotidiano das escolas públicas desde os primeiros momentos de sua formação, o Programa permite que a docência deixe de ser apenas uma ideia e passe a ser uma experiência vivida. Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em 2007, o PIBID consolidou-se como uma importante política pública de formação de professores no Brasil, fortalecendo a articulação entre universidade e escola e fazendo desse encontro um território de aprendizagem. -
Experiências De Iniciação À Docência No Pibid: Quando A Matemática Encontra A Escola
v. 1 n. 36 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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O Pibid Em Foco: Perspectivas Filosóficas E Formação De Professores
v. 1 n. 22 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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Entre A Escola E A Universidade: Experiências Do Pibid Pedagogia
v. 1 n. 37 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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Aprendizagem da Docência no Pibid Matemática: Saberes para e na Prática Didático-Pedagógica da Educação Básica
v. 1 n. 36 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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Educação Patrimonial Como Eixo Na Iniciação Do Professor De História: Fragmentos E Experiências Formativas No Programa Institucional De Bolsa De Iniciação À Docência (Pibid) Em Escolas Da Rede Pública De Porto Nacional - To
v. 1 n. 35 (2026)Paulo Freire[1] nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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Territórios de Aprendizagem: Relatos do PIBID de Geografia em Porto Nacional-TO
v. 1 n. 29 (2026)Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
Nesse horizonte se inscreve o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Ao aproximar os estudantes das licenciaturas do cotidiano das escolas públicas desde os primeiros momentos de sua formação, o Programa permite que a docência deixe de ser apenas uma ideia e passe a ser uma experiência vivida. Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em 2007, o PIBID consolidou-se como uma importante política pública de formação de professores no Brasil, fortalecendo a articulação entre universidade e escola e fazendo desse encontro um território de aprendizagem. -
Wdê: Guardiã dos Rios - Arraias e Piranhas
v. 1 n. 29 (2026)Ao longo destas páginas, você vai conhecer as arraias e as piranhas, dois animais muitas vezes mal compreendidos.
Elas não são monstros — são apenas criaturas da natureza que seguem seus instintos, procurando alimento e defendendo seu espaço.
Mas cuidado! Mesmo sem querer, podemos nos machucar se não soubermos como respeitar o ambiente dos rios. Por isso, Wdẽ vai nos mostrar como nadar com segurança, como evitar acidentes e, o mais importante, como conviver com a natureza de forma harmoniosa.
Com ilustrações criadas com tecnologia e criatividade, a coleção Wdê – A Guardiã convida você a mergulhar nas águas do conhecimento, descobrir curiosidades sobre o mundo dos peixes e refletir sobre o papel de cada um na proteção da vida.
Então, prepare-se!
Respire fundo, abra o coração e acompanhe Wdẽ nessa jornada pelos rios, onde cada página é um convite para aprender, cuidar e preservar.
Porque proteger os rios é também proteger a nossa vida! -
Pesquisas e Práticas em Ensino de Filosofia a Partir do PROF-FILO - Volume 2
v. 2 n. 28 (2026)Às vésperas de completar seus dez primeiros anos de vida, o Programa em rede de Mestrado Profissional em Filosofia já se mostra como um projeto consolidado e com uma identidade própria. Em tempos em que muito se fala em impacto social e inovação, o PROF-FILO se consolidou como uma potência na qualificação de professores(as) de Filosofia que atuam nas escolas públicas. Identificando-se como profissional (e não como profissionalizante), o Programa proporciona um ambiente acadêmico propício para que os(as) professores(as) desenvolvam as pesquisas filosóficas com base nas suas experiências e vivências em sala de aula, conforme os desafios de ensinar a juventude a filosofar.
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O Serviço Social e o PRONERA: Territorialidades e Políticas Sociais
v. 2 n. 25 (2026)O livro Serviço Social e o PRONERA: Territorialidades e Políticas Sociais nasce da necessidade de registrar, refletir e dar visibilidade à inserção do Serviço Social no âmbito do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (PRONERA). Mais do que um simples relato, esta obra se constitui como um marco na sistematização de experiências que articulam a trajetória histórica das lutas pela educação no campo com a prática profissional dos assistentes sociais, situando-as no horizonte maior da transformação social, da construção de direitos e da consolidação de um projeto democrático e popular de sociedade.
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Do Arquivo ao Território: Histórias, Conservação e Educação Patrimonial no Brasil Contemporâneo - Volume 2
v. 2 n. 27 (2026)Entre o silêncio dos arquivos e a pulsação viva dos territórios, a História se reinventa.
Não mais confinada às estantes, às caixas documentais ou às narrativas distantes da vida cotidiana, ela emerge, neste volume, como prática social, compromisso ético e gesto político. “Do arquivo ao território: histórias, conservação e educação patrimonial no Brasil contemporâneo (Volume 2)” apresenta-se, assim, não apenas como uma coletânea de estudos, mas como um manifesto silencioso, e ao mesmo tempo eloquente, sobre os novos modos de produzir, ensinar e partilhar o conhecimento histórico no Brasil contemporâneo.
Organizada por George Leonardo Seabra Coelho (UFT) e Angelo Adriano Faria de Assis (UFV), a obra insere-se em um movimento mais amplo de reconfiguração da historiografia brasileira. Nele, os Mestrados Profissionais em História assumem protagonismo ao tensionar fronteiras tradicionais entre teoria e prática, entre universidade e sociedade, entre pesquisa e intervenção. Aqui, o conhecimento histórico não se encerra na escrita acadêmica, mas se desdobra em produtos, metodologias, experiências e linguagens que buscam dialogar diretamente com o mundo social, educativo e cultural. -
Mapeamento das rádios comunitárias do Tocantins
v. 1 n. 26 (2026)Antes de chegar aos grandes centros, às plataformas digitais e aos fluxos acelerados da informação global, a comunicação, em muitos territórios, ainda pulsa em ondas sonoras que atravessam distâncias, conectam vozes e constroem pertencimentos. No Tocantins, esse pulsar tem nome, sotaque e endereço: ele se manifesta nas rádios, em especial nas comunitárias, que, cotidianamente, tecem laços entre pessoas, lugares, histórias e territórios aos quais nenhum outro meio de comunicação local chega.
Este livro nasce de estudos que se debruçaram a compreender mais sobre esse território vivo e sonoro, que são as rádios comunitárias. Mais do que um levantamento técnico ou um exercício acadêmico, a obra é resultado de um olhar atento às práticas comunicacionais que emergem no cotidiano de comunidades frequentemente afastadas dos grandes circuitos midiáticos, apontando suas limitações e descrevendo suas particularidades e sua importância local. Ao transformar a pesquisa em livro, amplia-se não apenas o formato, mas também a possibilidade de circulação de um conhecimento que é, por essência, coletivo, situado e socialmente comprometido.