Edições anteriores
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Política e Gestão da Educação Municipal no Tocantins: o PRISME
v. 2 n. 60 (2026)O Movimento de Formação no âmbito do Programa PRISME 2023/2024 foi desenvolvido abrangendo 4 eixos: EIXO I) Aspectos administrativos e planejamento prévio da formação PRISME 2024; EIXO II) Planejamento, forma de realização da formação e acompanhamento; EIXO III) Elaboração de documentos e materiais didáticos e científicos; EIXO IV) Formação do coletivo e inscritos no PRISME e suas repercussões efetivas para a educação municipal.
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Política e Gestão da Educação Municipal no Tocantins: o PRISME
v. 4 n. 62 (2026)Esta obra refere-se ao período 12/2025 e 08/2026, do Cumprimento do Objeto “Execução do Projeto Rede Colaboração Tocantins (RCT), por meio da oferta de ações formativas, acompanhamento técnico e desenvolvimento de programas alinhados ao Marco Referencial de Equidade na Educação e às diretrizes da SECADI” e do Termo de Execução Descentralizada nº 16.613. Do Objeto, especificamente, refere-se às Metas do PRISME – Programa de Institucionalização e Gestão de Sistemas Municipais de Ensino/Educação: Formação, Acompanhamento, Monitoramento e Avaliação em Política/Gestão Educacional da RCT: formação, acompanhamento, monitoramento e avaliação dos processos de gestão das redes e sistemas municipais de ensino/educação do Tocantins.
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Política e Gestão da Educação Municipal no Tocantins: PRISME
v. 3 n. 61 (2026)O PRISME é voltado para os servidores da gestão da educação municipal e no primeiro semestre de 2024 foram inscritos cerca de 1.650 (Um mil e seiscentos e cinquenta participantes), de acordo com o Ambiente Virtual de Natureza Educativa Interativa (AVNEI). Dentre esses estão os Dirigentes Municipais de Educação, Supervisor Municipal, o responsável pela mobilização no município, técnicos das secretarias municipais de educação, membros da Comissão de Monitoramento do Plano Municipal de Educação Plano Municipal de Educação, representante do Conselho Municipal de Educação, representante responsável pelo ICMS Educacional da Secretaria Municipal de Educação, integrantes do CACS-FUNDEB, Fórum Permanente Municipal de Educação e das unidades escolares municipais, perfazendo um total de 105 municípios.
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Valorização dos profissionais da educação na perspectiva da gestão democrática: limites, possibilidades e desafios
v. 1 n. 63 (2026)A obra, “Valorização dos profissionais da educação na perspectiva da gestão democrática: limites, possibilidades e desafios” organizada pelo professores-pesquisadores,Adaires Rodrigues de Sousa, Ítalo Bruno Paiva Gonçalves, Katia Cristina C.F. Brito,Roberto Francisco de Carvalho, Rosilene Lagares, Thaíse Nardin e Venícios Cassiano Linden, aponta para uma sociologia educacionalmente oculta da sociedade brasileira e para os persistentes [ainda] e graves [infelizmente] processos de reconhecimento simbólico, objetivo e material dos profissionais da educação nos interiores do chamado ‘Brasil profundo’. Mas, atento a essas peculiaridades, dirige com afinco uma investigação sobre os municípios do Estado do Tocantins.
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Política e Gestão da Educação Municipal no Tocantins: o PRISME
v. 1 n. 59 (2026)Esta obra refere-se ao Eixo I: Governança e Gestão da política de alfabetização: PRISME – Programa de Institucionalização e Gestão de Sistemas Municipais de Ensino/Educação: Formação, Acompanhamento, Monitoramento e Avaliação em Política/Gestão Educacional do Programa Interinstitucional Rede Colaboração Tocantins: formação, acompanhamento, monitoramento e avaliação dos processos de gestão, ensino e aprendizagem das redes e sistemas municipais de ensino/educação do Tocantins (RCT). Sintetiza resultados finais das atividades do PRISME de 2024. O PRISME, nesta sua segunda edição, dá continuidade ao trabalho desenvolvido nos anos de 2020, 2021, 2022 e 2023 pela RCT, iniciado no contexto da Pandemia da Covid-19. Ainda, está relacionado à estruturação de um dos cinco Eixos do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada/2023, sendo o de Governança e Gestão, não se restringindo a esta política do governo federal, pois à medida que o sistema de educação/ensino está institucionalizado, todos as políticas serão melhor materializadas.
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Retrato Indígena AKWẼ XERENTE: Campus de Porto Nacional - UFT
v. 1 n. 58 (2026)Esta obra é fruto inicialmente da primeira dissertação defendida por um indígena no Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Tocantins – UFT (PPGLETRAS) do Campus de Porto Nacional. Organizamos partindo da Dissertação defendida no ano de 2025, com o seguinte título: Por um olhar atento, falantes de Língua Akwẽ e Portuguesa, desafios e percursos dos acadêmicos indígenas Xerente nos Cursos de Graduação de Porto Nacional – TO. Fizeram parte da banca examinadora da dissertação o Prof. Dr. Mauricio Alves da Silva - Universidade Federal do Tocantins (UFT) e o Prof. Tulio Barbosa - Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Assim, suprimimos e também trouxemos outros estudos e imagens na configuração desta obra que caracteriza-se como um estudo autoral, ou seja, o indígena falando de sua realidade concreta na universidade, no que apresentamos RETRATO INDÍGENA AKWẼ XERENTE: Campus de Porto Nacional – UFT.
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Reminiscências no Baú da Memória: Percursos Formativos dos Estudantes do Mestrado em Educação Física - PROEF. Volume 4
v. 1 n. 57 (2026)A obra Reminiscências no Baú da Memória: Percursos Formativos dos Estudantes do Mestrado em Educação Física - PROEF (Volume 4), organizada pelos professores Ruhena Kelber Abrão e Alderise Pereira da Silva Quixabeira, é um convite sensível e profundo à imersão nos memoriais acadêmico-profissionais de educadores que atuam no chão da escola pública. Tecida em tom autobiográfico e reflexivo, a coletânea revela como histórias de vida marcadas pela simplicidade, desafios socioeconômicos e amor ao movimento se convertem em práxis pedagógica transformadora.
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Narrativas Midiáticas Regionais no Contexto da Amazônia
v. 1 n. 56 (2026)Este livro é mais um “capítulo” sobre a Amazônia, entre os tantos já escritos sobre seus extraordinários aspectos.
Os leitores interessados nesta obra conhecem o fascínio que a “Amazônia” desperta no Brasil e no exterior. O “pulmão do mundo”, a “maior biodiversidade do planeta”, os “povos originários” e a “biologia e a geografia da terra” são exemplos de representações e construções sociais sobre esse lugar, que povoam o imaginário e as narrativas populares. Mas a Amazônia, além de reunir todas essas características, vai muito além dessas concepções.
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Plantas e Saúde: Relatos de Pesquisa
v. 1 n. 55 (2026)Bem-vindos ao livro “Plantas e Saúde: relatos de
pesquisa". Nesta obra, mergulharemos em uma jornada
pela interseção entre a sabedoria ancestral e a ciência
contemporânea, explorando o vasto potencial
terapêutico das plantas medicinais sob a luz das
evidências científicas mais recentes.
Ao longo dos capítulos deste livro, investigaremos
o uso de plantas medicinais em uma variedade de
contextos clínicos, desde a gestação até condições
crônicas como diabetes e HIV. Cada capítulo oferece
uma análise aprofundada das evidências científicas que
sustentam o uso de plantas específicas como agentes
terapêuticos eficazes. -
Diálogos entre Filosofia e Literatura: POÉTICAS DO PENSAMENTO CRÍTICO
v. 1 n. 54 (2026)O livro Diálogos entre Filosofia e Literatura: poéticas do pensamento crítico é um projeto que teve início em 2025, durante os encontros da disciplina Literatura e Filosofia do Programa de Pós-Graduação em Letras (PPG Letras) da Universidade Federal do Tocantins (UFT). As reflexões e propostas teóricas desenvolvidas naquele período ganharam a forma dos sete capítulos que compõem este volume. São, portanto, o resultado de profícuos exercícios de pensamento, os quais articularam literatura e filosofia nas discussões sobre a relação (possível ou impossível) do texto literário com a(s) realidade(s).
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Ciência: Uma História de suas Condições de Possibilidade - Dos saberes antigos ao nascimento das Ciências Humanas Guia de estudos, reflexões e construção narrativo-pedagógica
v. 1 n. 53 (2026)Este volume traça um panorama histórico da ciência moderna, dos saberes antigos ao nascimento das Ciências Humanas no século XIX. Recusando a leitura teleológica que faria da ciência o destino inscrito na razão, investiga as condições históricas, sociais, técnicas e conceituais que, em cada época, tornaram pensável o modo científico de conhecer. O percurso articula a história interna das ideias e dos métodos com a história externa das instituições e das relações de poder, e procura desprovincializar a narrativa, reconhecendo a ciência árabe-islâmica como centro produtor e dando lugar às cosmologias e aos saberes não europeus, atento ainda aos apagamentos de gênero e de classe na constituição do conhecimento. Concebido como guia de estudos e material didático para a graduação e a pós-graduação, o volume traz, em cada capítulo, quadros de fonte primária, indicações de leitura comentadas e questões para discussão. Inclui-se também um bloco de sugestões de filmes e documentários, que ajudam a ampliar a reflexão acerca dos conteúdos abordados, ao final de cada uma das cinco partes que compõem o presente título. É o primeiro de uma obra em três volumes, e serve de introdução histórica ao compêndio de epistemologia das Ciências Humanas e à genealogia das noções de sujeito e de indivíduo que o seguem.
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ACOLHÊNCIA: A Universidade que também Escuta
v. 1 n. 52 (2026)Há encontros que transformam pessoas, instituições e formas de compreender o conhecimento. Este livro nasce de um desses encontros: a trajetória de Agostinho Quintino Batista e sua experiência na Universidade da Maturidade (UMA).
Aos 83 anos, acadêmico da UMA desde 2012, autor de cinco livros e certificado pela Universidade Federal do Tocantins como Educador Político Social, Agostinho participa desta obra não apenas como personagem, mas como coautor e sujeito de conhecimento. Sua trajetória evidencia que a experiência de vida, a memória, a oralidade, o território e os saberes tradicionais também constituem importantes formas de produção de conhecimento.
É nesse contexto que emerge o conceito de ACOLHÊNCIA, compreendido como uma postura ética e epistemológica que ultrapassa o simples acolhimento. Acolher, nesta perspectiva, significa reconhecer a pessoa e, sobretudo, os saberes que ela traz consigo, valorizando sua linguagem, sua memória e sua maneira de compreender o mundo.
A obra apresenta a experiência da UMA por meio de conceitos como ACOLHÊNCIA, TRAMA VIVA, Longevidade Criativa e Ontoepistemologia Pedagógica Situada, articulando educação, experiência, memória e relações intergeracionais. A TRAMA VIVA representa justamente essa construção coletiva do conhecimento, que acontece na convivência, na escuta e no encontro entre diferentes gerações e saberes.
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Artefatos, Histórias e Visualidades nos Territórios do Campo: Experiências, Saberes e Práticas
v. 2 n. 51 (2026)Apresentamos o segundo volume da série de livros que o Curso de Licenciatura em Educação do Campo – Artes Visuais e Música da Universidade Federal do Tocantins (UFT) – Câmpus Arraias vem lançando ao longo do ano de 2026. Com o título “Artefatos, Histórias e Visualidades nos Territórios do Campo: Experiências, Saberes e Práticas”, este volume procura reunir trabalhos que investigam como as práticas culturais, os modos de vida e os saberes se constituem e se tensionam nos territórios do campo, a partir das relações com diferentes artefatos, histórias e visualidades.
Na obra de referência para a crítica da cultura ocidental que trata do tema da oposição entre Campo e Cidade, Raymond Williams indica através da literatura que essa relação é muito anterior à própria disputa entre “antigos” e “modernos” estabelecida no período moderno. Do pensamento bucólico e anti-bucólico ao tratamento romântico dado ao campo, a humanidade percorreu alguns milhares de anos de convívio e de relações entre esses dois espaços que extrapolam qualquer tentativa de extrair elementos cristalizados tanto de um lugar quanto de outro (Williams, pp. 11-64).
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Pressupostos Epistemológicos da Pesquisa em Educação do Campo
v. 1 n. 50 (2026)Este livro reúne reflexões teóricas e estudos empíricos sobre os fundamentos epistemológicos presentes nas pesquisas em Educação do Campo. O foco está nas epistemologias que vem fomentando a constituição da Educação do Campo como um direito social, em diálogo com diferentes abordagens e concepções.
O volume busca explorar, de modo crítico e plural, os fundamentos que sustentam uma Educação do Campo comprometida com a valorização dos saberes produzidos pelos sujeitos campesinos. Esta obra contempla reflexões sobre diferentes técnicas, recursos metodológicos e procedimentos aplicados aos estudos em Educação do Campo, reconhecendo os desafios e as potencialidades envolvidos nos processos de investigação e formação nesse contexto.
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Transtorno Do Déficit De Atenção E Hiperatividade, Transtorno Do Espectro Autista, Altas Habilidades E Superdotação: Pesquisas No Tocantins
v. 1 n. 49 (2026)Esta obra nasce de um processo focado na transformação e aprofundamento humano: a trajetória vivida por cada um dos acadêmicos do Curso de Especialização em Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Transtorno do Espectro Autista (TEA), Altas Habilidades e autobiografias e/ou memoriais descritivos e/ou compêndio teórico, este livro é o retrato fiel do percurso percorrido por educadores, psicólogos, psicopedagogos e profissionais da saúde e da educação que aceitaram o desafio de olhar para a neurodiversidade sob a luz da ciência. A essência que perpassa cada capítulo é, fundamentalmente, a história de quem se dispôs a trilhar uma jornada de descobertas/redescoberta/aprendizado pessoal e reconstrução profissional, culminando na consolidação de saberes que hoje impactam diretamente o cenário educacional tocantinense.
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Inovação Pedagógica e Educação Digital: As Contribuições do CEPELS para o Cenário Tocantinense
v. 1 n. 48 (2026)É com elevada honra e senso de compromisso institucional que apresentamos a obra Inovação Pedagógica e Educação Digital: As Contribuições do CEPELS para o Cenário Tocantinense. Este volume se consolida como um marco acadêmico e documental na história recente da educação no estado do Tocantins, registrando com rigor teórico e sensibilidade analítica os desdobramentos de um processo formativo voltado à emancipação docente e ao fortalecimento das práticas pedagógicas mediadas por tecnologias.
O Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde tem se afirmado como um núcleo para a produção do conhecimento e para a formação continuada em nossa região. Em um cenário educacional marcado por assimetrias regionais, desafios de infraestrutura e pela urgência da inclusão digital, a atuação do CEPELS emerge não apenas como resposta institucional, mas como vetor de transformação social. A presente publicação sintetiza essa missão ao reunir contribuições que articulam, de maneira indissociável, a fundamentação teórica sobre os letramentos digitais e a práxis educativa em contextos reais de ensino.
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CEPELS: Promovendo Saúde, Bem-Estar e Lazer no Tocantins
v. 1 n. 47 (2026)A presente obra representa um dos resultados acadêmicos e científicos produzidos no âmbito do Centro de Formação, Extensão, Inovação e Pesquisa em Educação, Lazer e Saúde da Universidade Federal do Tocantins (CEPELS/UFT), reafirmando o compromisso institucional com a promoção da educação pública de qualidade, da formação continuada de professores e da produção de conhecimentos comprometidos com as demandas contemporâneas da sociedade. O livro integra as ações desenvolvidas pelo CEPELS em parceria com a Secretaria de Estado da Educação do Tocantins (SEDUC), especialmente no contexto do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Bem-Estar, Saúde e Lazer Docente, ofertado gratuitamente aos profissionais da educação da rede pública estadual.
Mais do que uma coletânea de capítulos, esta publicação materializa uma política institucional que compreende a universidade como espaço de formação permanente, inovação, pesquisa e extensão, fortalecendo a integração entre produção científica, prática profissional e compromisso social. Os textos aqui reunidos revelam trajetórias de vida, experiências docentes, investigações e reflexões que evidenciam a riqueza dos saberes construídos no cotidiano escolar e reafirmam o professor como protagonista na construção de uma educação transformadora.
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Gestão de Equipes e Liderança Educacional no Tocantins: O Papel do CEPELS no desenvolvimento de Práticas
v. 1 n. 46 (2026)Acreditamos que as histórias de vida constituem um dos mais ricos patrimônios da educação. Em cada trajetória estão presentes experiências, desafios, conquistas, aprendizados e valores que ultrapassam o campo individual e passam a integrar a construção coletiva do conhecimento. Como cantam Almir Sater e Renato Teixeira, "cada um de nós compõe a sua história", lembrando que cada percurso humano é único e, ao mesmo tempo, se entrelaça com a história de tantas outras pessoas. Quando transformadas em narrativas, essas vivências tornam-se instrumentos de reflexão, formação e inspiração, revelando que educar também é compreender a própria caminhada e reconhecer os sentidos que ela produz ao longo do tempo.
É nessa perspectiva que se apresenta a obra Gestão de Equipes e Liderança Educacional no Tocantins: o papel do CEPELS no desenvolvimento de práticas, resultado de um processo formativo desenvolvido no âmbito da Pós-Graduação Lato Sensu em Gestão de Equipes e Liderança Educacional. A coletânea reúne memoriais autobiográficos elaborados por professores e gestores educacionais do Estado do Tocantins, cujas narrativas expressam diferentes percursos de formação humana, acadêmica e profissional, evidenciando os desafios e as possibilidades da educação como espaço permanente de transformação.
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O PIBID e a Docência no Campo: Olhares, Vivências e Práticas Pedagógicas
v. 1 n. 45 (2026)“Universidade, escola e comunidade: três espaços que, quando caminham juntos, fazem da formação docente um processo vivo, coletivo e transformador”.Este livro nasce do compromisso com uma educação pública, democrática, socialmente referenciada e profundamente vinculada aos sujeitos, aos territórios e aos modos de vida do e no campo. “O PIBID e a Docência no Campo: Olhares, Vivências e Práticas Pedagógicas” reúne experiências, reflexões, práticas pedagógicas e aprendizagens construídas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID Equidade) – Educação do Campo, desenvolvido pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Campus de Arraias, em articulação com a Licenciatura em Educação do Campo – Linguagens, Artes Visuais e Música e com as escolas-campo parceiras, a saber: Escola Estadual Apoenan de Abreu Teixeira- Setor Buritizinho, e Escola Estadual Girassol de Tempo Integral Agrícola David Aires França, ambas localizadas no município de Arraias.
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Trama Viva: o jeito UMA de ser, o jeito UMA de viver
v. 1 n. 44 (2026)Esta obra nasceu da convivência, da escuta e da aprendizagem compartilhada entre gerações que, ao longo de duas décadas, encontraram na Universidade da Maturidade um espaço de diálogo, criação e produção de conhecimento.
A tese que atravessa estas páginas sustenta que a Trama Viva constitui o jeito UMA de ser e de viver, um modo singular de existir, aprender e construir relações intergeracionais, tecido cotidianamente no contexto da Universidade da Maturidade. Sua originalidade não reside apenas no encontro entre diferentes gerações, uma vez que esse diálogo já é amplamente reconhecido e discutido no campo da educação intergeracional. O que distingue a Trama Viva é a compreensão de que o conhecimento se constitui como uma construção coletiva, produzida no entrelaçamento das experiências, dos saberes, das memórias e dos novos itinerários de vida compartilhados entre velhos, jovens e crianças. Nessa perspectiva, aprender deixa de ser um processo individual para tornar-se uma experiência relacional, na qual cada sujeito ensina e aprende no encontro com o outro.
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Wdê: Guardiã dos Rios e o Comitê de bacia hidrográfica do lago de Palmas
v. 1 n. 43 (2026)A série nasceu a partir do Projeto de Inovação Pedagógica do Curso de Ciências Biológicas da UFT, campus de Porto Nacional, no contexto do projeto “Educação Ambiental e sua Interface Interdisciplinar”. Voltadas ao público infanto-juvenil, as histórias integram uma série de produções que utilizam a literatura e a arte como ferramentas didáticas para o ensino e a sensibilização ambiental.
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R STUDIO e Relações Internacionias: visões locais
v. 1 n. 42 (2026)As Relações Internacionais foram historicamente constituídas como um campo voltado à interpretação de grandes transformações políticas, econômicas, militares, ambientais e normativas do sistema internacional. Guerras, processos de paz, migrações, regimes internacionais, comércio, integração regional, disputas territoriais, crises humanitárias e mudanças climáticas sempre exigiram do analista internacional a capacidade de relacionar eventos particulares a estruturas mais amplas de poder, interdependência e governança. Contudo, nas primeiras décadas do século XXI, essa tarefa passou por uma inflexão decisiva: a realidade internacional tornou-se crescentemente mediada por dados.
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Sementes da Docência: saberes, ludicidade e a construção dos conhecimentos docentes no PIBID/Pedagogia
v. 1 n. 41 (2026)Paulo Freire[1] nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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Entre Teoria e Prática: Contribuições do PIBID para a Formação de Professores
v. 1 n. 40 (2026)Paulo Freire nos ensina que a docência não se constitui apenas pelo domínio de conhecimentos, mas pela disposição permanente de aprender, de dialogar e de refletir sobre aquilo que fazemos. Ensinar e aprender, nessa perspectiva, são movimentos inseparáveis: enquanto se ensina, aprende-se; enquanto se aprende, transforma-se também a maneira de ensinar. É nessa relação viva entre conhecimento, experiência e reflexão que a prática educativa encontra sua dimensão humana e transformadora.
Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
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A Escola Como Território De Saberes: Jogos, Práticas, Ludicidade e Investigação na Formação Inicial em Matemática
v. 1 n. 39 (2026)Formar professores é cuidar desses encontros. É criar condições para que o conhecimento construído na universidade encontre a vida que pulsa nas escolas; para que a teoria dialogue com a experiência; para que a pergunta encontre espaço antes da resposta. A formação docente acontece nesse movimento, nem sempre linear, entre estudar, observar, experimentar, errar, recomeçar, refletir e aprender. É nesse caminho que a práxis educativa ganha vida: quando pensar e fazer se encontram e se transformam mutuamente.
Nesse horizonte se inscreve o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID. Ao aproximar os estudantes das licenciaturas do cotidiano das escolas públicas desde os primeiros momentos de sua formação, o Programa permite que a docência deixe de ser apenas uma ideia e passe a ser uma experiência vivida. Criado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES, em 2007, o PIBID consolidou-se como uma importante política pública de formação de professores no Brasil, fortalecendo a articulação entre universidade e escola e fazendo desse encontro um território de aprendizagem.