Notas sobre as mudanças na língua portuguesa

Os portugueses estão a falar “brasileiro”?

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20873.sl.2509

Resumo

As tecnologias digitais avançam a passos largos e fazem uso dos mais diferentes idiomas. Apesar de a língua inglesa dominar plataformas digitais, outras línguas tomam força, como é o caso da Portuguesa. Neste artigo, objetivamos pensar sobre as mudanças das línguas no atual ambiente globalizado digital e como tais mudanças afetam pensamentos consolidados desde a colonização. Nossa pesquisa para este trabalho foi de natureza qualitativa e baseada em alguns textos científicos que consolidam nossa argumentação. Os resultados deste artigo revelam a natureza mutável das línguas e riqueza que se produz a partir dos contatos entre vertentes diferentes do mesmo idioma e até mesmo do contato entre línguas diferentes.

Biografia do Autor

Walace Rodrigues, Universidade Federal do Norte do Tocantins - UFNT

Pós-Doutor pela Universidade de Brasília – UnB/POSLIT. Doutor em Humanidades, mestre em Estudos Latino-Americanos e Ameríndios e mestre em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Universiteit Leiden (Países Baixos). Licenciado pleno em Educação Artística pela UERJ e com complementação pedagógica em Letras/Português e em Pedagogia. Professor Adjunto da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT). Docente do Programa de Pós-Graduação em Demandas Populares e Dinâmicas Regionais (PPGDire/UFNT) e da Programa de Pós-Graduação em Linguística e Literatura da Universidade Federal do Norte do Tocantins (PPGLLit/UFNT). Pesquisador no grupo de pesquisa Grupo de Estudos do Sentido - Tocantins – GESTO e no Grupo de Estudos e Pesquisa em Demandas Populares e Dinâmicas Regionais, ambos da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT) – CAPES/CNPq. ORCID: http://orcid.org/0000-0002-9082-5203. E-mail: walace@uft.edu.br

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Publicado

2026-02-20

Como Citar

Rodrigues, W. (2026). Notas sobre as mudanças na língua portuguesa: Os portugueses estão a falar “brasileiro”? . Porto Das Letras, 11(2), 1–12. https://doi.org/10.20873.sl.2509