TRABALHO COMO ESTRUTURANTE PSÍQUICO E SOCIOPOLÍTICO EM TEMPOS DE HIPERMODERNIDADE

Resumo

Editorial da Revista Trabalho (En)Cena - Volume 2 Número 2

Biografia do Autor

Emílio Peres Facas, UnB

Professor Adjunto da Universidade de Brasília. Colaborador dos Programas de Pós-Graduação em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações (UnB) e em Psicologia da Faculdade de Educação (UFG). Psicólogo, Doutor em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília com período sanduíche na Université Catholique de Louvain. Coordenador do Laboratório de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho - LPCT/UnB.

Liliam Deisy Ghizoni, Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Professora Adjunta da Universidade Federal do Tocantins, atua na Graduação em Administração e no Programa de Pós Graduação em Comunicação e Sociedade. Psicóloga, Doutora em Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações pela Universidade de Brasília com período sanduíche na Université Catholique de Louvain La Neuve. Líder do  Grupo Trabalho e Emancipação: Coletivo de pesquisa e extensão (CNPQ/UFT)

Referências

Lipovetsky, G. (2004). Os Tempos Hipermodernos. São Paulo: Barcarolla.
Lipovetsky, G. (2007). A Felicidade Paradoxal – Ensaio sobre a Sociedade de Hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras.
Bauman, Z. (2001). Modernidade Líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
Sennet, R. (1999). Corrosão do caráter: Conseqüências pessoais do trabalho no novo capitalismo(a). Rio de Janeiro: Record.
Publicado
2017-12-12