Representações dicotomizadas dos povos originários em narrativas híbridas de história e ficção juvenis:
um processo de leitura decolonial
DOI:
https://doi.org/10.20873.261014Abstract
In this article, we highlight how dichotomized representations of indigenous peoples occur in hybrid narratives of history and fiction for young people, emphasizing those that we consider decolonial literary aesthetic projects for the formation of the decolonial reader. To this end, we sought in Santos and Fleck (2025) the characteristic elements of such hybrid narratives, fundamental traits for the analysis and understanding of each author's writing project. We selected two works for reading and analysis: O gigante de botas (1941), by Ofélia and Narbal Fontes; and Os fugitivos da esquadra de Cabral (1999), by Angelo Machado. These works for young people were chosen because they reveal the dichotomy with which literary art has represented the relationship between colonizers and native peoples. Furthermore, we sought theoretical grounding in Genette (2017) for the analysis of the narratives and in Fleck (2023; 2024; 2025) for the formation of the decolonial reader. Reading these works reveals that hybrid narratives of Brazilian youth history and fiction are potential avenues for broadening the horizons of expectations of developing readers regarding our past and, in particular, the indigenous peoples, thereby enabling the decolonization of the minds, imaginations, and identities of young readers in training.
Keywords: Hybrid narratives of history and fiction; Formation of the decolonial literary reader; Native American peoples.
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