Antiracism, reclaiming the word, verification of equality, and the decolonial aesthetic turn in the playwriting of Aimé Césaire

Authors

DOI:

https://doi.org/10.20873.261003

Abstract

ABSTRACT: This paper discusses the historical playwriting of Aimé Césaire (2022a; 2022b; 2024; 2025) as a paradigm of antiracist art. In his plays, the Martinican author stages Black leaders who strive and sacrifice themselves to liberate Africans and Afro-descendants from the slavery imposed by colonialism and from the subalternization maintained by post-colonialism. On stage, they reclaim the word, overcome the condition of being objects, and transform themselves into subjects of enunciation. In terms of Jacques Rancière (2019), it is a dramaturgy that transcends the passion for inequality inscribed as an anathema upon the foundations of Western Christian civilization, in the name of an egalitarian society. This study also investigates the genealogical relations between Césaire's art and political thought and decolonial theory. In particular, it demonstrates how Césairian playwriting undertakes firsthand what Nelson Maldonado-Torres (2020) categorizes as the decolonial aesthetic turn. Finally, it highlights the author's and the Négritude movement's influence on contemporary Brazilian Black theatre.

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Published

2026-08-13

How to Cite

Laurindo de Souza, I. (2026). Antiracism, reclaiming the word, verification of equality, and the decolonial aesthetic turn in the playwriting of Aimé Césaire. Porto Das Letras, 12(1), 62–85. https://doi.org/10.20873.261003

Issue

Section

A Literatura como via de ressignificação do passado: diálogos entre o Pensamento Decolonial e os projetos estéticos/teóricos decoloniais