REALITY SHOW COMO DISPOSITIVO PSICOPOLÍTICO E O CORPO IMAGINÁRIO

Autores

DOI:

https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a32p

Palavras-chave:

corpo, reality show, psicopolítica, imaginário, comunicação

Resumo

Objetivamos compreender os regimes de visibilidade e vigilância corporais na contemporaneidade, a partir do último episódio do reality show “Seca Você” de Maíra Cardi. Embasamos as reflexões na teoria do imaginário de Maffesoli e o conceito de psicopolítica (HAN, 2020) e extraímos as palavras mais frequentes utilizando a nuvem de palavras da ferramenta Iramuteq. “Comer” aparece 111 vezes; “Deus”, 102; e “emagrecer”, 82. Os princípios do neopentecostalismo são evidentes no programa que atua como dispositivo psicopolítico, conclamando à vigilância e à constrição permanentes. O reality show é também vetor de imaginário, referenciando imagens que constroem um imaginario corporal que parece ser plenamente alcançável.

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Biografia do Autor

Denise Cristina Ayres Gomes, Universidade Federal de São Paulo

Doutorado em Comunicação Social, mestre em Ciências da Comunicação, graduada em Comunicação Social, habilitação em Jornalismo. Professora do curso de Tecnologia em Design Educacional da Universidade Federal de São Paulo e do mestrado em Comunicação da Universidade Federal do Maranhão/campus Imperatriz.    

Andrea Ferreira Passos

Mestrado em Comunicação Social, graduada em Administração e Filosofia, com MBA em Marketing e Comunicação. Universidade Federal do Maranhão.

 

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Publicado

2025-12-14

Como Citar

GOMES, Denise Cristina Ayres; PASSOS, Andrea Ferreira. REALITY SHOW COMO DISPOSITIVO PSICOPOLÍTICO E O CORPO IMAGINÁRIO. Revista Observatório , [S. l.], v. 11, n. 1, p. a32, 2025. DOI: 10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a32p. Disponível em: https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/observatorio/article/view/19457. Acesso em: 23 out. 2026.