REALITY SHOW COMO DISPOSITIVO PSICOPOLÍTICO E O CORPO IMAGINÁRIO
DOI :
https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a32pMots-clés :
corpo, reality show, psicopolítica, imaginário, comunicaçãoRésumé
Objetivamos compreender os regimes de visibilidade e vigilância corporais na contemporaneidade, a partir do último episódio do reality show “Seca Você” de Maíra Cardi. Embasamos as reflexões na teoria do imaginário de Maffesoli e o conceito de psicopolítica (HAN, 2020) e extraímos as palavras mais frequentes utilizando a nuvem de palavras da ferramenta Iramuteq. “Comer” aparece 111 vezes; “Deus”, 102; e “emagrecer”, 82. Os princípios do neopentecostalismo são evidentes no programa que atua como dispositivo psicopolítico, conclamando à vigilância e à constrição permanentes. O reality show é também vetor de imaginário, referenciando imagens que constroem um imaginario corporal que parece ser plenamente alcançável.
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