LA PERCEPCIÓN DE LA ENSEÑANZA Y EL APRENDIZAJE: UNA MIRADA DEL PRECEPTOR Y DEL INTERNO EN LAS ACTIVIDADES DE LA PRÁCTICA MÉDICA
DOI:
https://doi.org/10.20873/vol13n2202614Palabras clave:
Educación médica, Medicina, Prácticas médicas.Resumen
Los dos últimos años de la carrera de medicina se reservan para actividades prácticas y teóricas, donde los estudiantes pueden trabajar directamente con pacientes bajo la supervisión de un preceptor. La función principal del preceptor es enseñar práctica clínica mediante instrucción formal y con objetivos y metas específicos, integrando conceptos y valores de la escuela y el trabajo. El estudio se realizó mediante un cuestionario estructurado y cerrado, buscando las opiniones e impresiones de Preceptores (PRE) e Internos (INT) de programas de medicina. Los resultados mostraron que la mayoría de los PRE tienen una especialización, residencia, maestría y/o doctorado. Sin embargo, menos del 30% reportó haber recibido capacitación/calificación para el rol de preceptor, y aproximadamente el 70% no tiene capacitación/calificación pedagógica. Entre los INT, la mayoría consideró tener conocimientos teóricos adecuados para la pasantía y se consideraba puntual. La mayoría de los INT calificó la satisfacción con las actividades de la pasantía como satisfecho o muy satisfecho. Considerando el aumento significativo de las escuelas de medicina en Brasil, se observó la necesidad de mejoras en la calificación de los PRE, en la estructuración de escenarios de pasantías y en las metodologías de aprendizaje práctico-teórico.
Citas
ALMEIDA, H. G. G.; FERREIRA FILHO, O. F. Educação permanente de docentes: análise crítica de experiências não sistematizadas. Rev Bras Educ Med. 2008; 32(2):240-7.
BARROS, L. R.; SOARES, L. V. B.; NOGUEIRA, R. T. E.; et al. A Realidade da Atenção Básica e as Necessidades da Escola Médica são Incompatíveis? Rev Bras Educ Med. 2008; 32(3 Supl. 2):434.
BIAGIOLI, F. E.; CHAPPELLE, K. G. How to be an Efficient and Effective Preceptor: It is possible to do the important work of precepting students and still get home in time for dinner. Fam Pract Manag. 2010; 17(3):18-23.
BOTTI, S. H. O.; REGO, S. Preceptor, Supervisor, Tutor e Mentor: Quais são seus papéis? Rev Bras Educ Med. 2008; 32(3):363-73.
BRASIL. Ministério da Educação. Resolução CNE/CES no 4, de 07 de novembro de 2001. Conselho Nacional de Educação. Institui diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em Medicina. Diário Oficial da União. Brasília, 9 nov. 2001; Seção 1, p.38.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Educação Permanente em Saúde. Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão da Educação em Saúde Série B. Textos Básicos de Saúde - Série Pactos pela Saúde 2006, Brasília, 12 jan. 2009, v. 9, n. 1, p. 64.
BRASIL. Ministério da Saúde. Resolução Nº 466 de 12 de dezembro de 2012. Diretrizes e normas regulamentadoras de pesquisas envolvendo seres humanos. Brasília, 12 dez. 2012, v. 1, n. 1, p. 59.
CASTELLS, M. A.; CAMPOS, C. E. A.; ROMANO, V. F. Residência em Saúde da Família e Comunidade: Atividades da Preceptoria. Rev Bras Educ Med. 2016; 40(3):461-9.
CAVALCANTE NETO, P. G.; LIRA, G. V.; MIRANDA, A. S. Interesse dos estudantes pela medicina de família: estado da questão e agenda de pesquisa. Rev Bras Educ Med. 2009; 33(2):198-204.
CHAVES, I. T. S.; GROSSEMAN, S. O Internato médico e suas perspectivas: estudo de caso com educadores e educandos. Rev Bras Educ Med. 2007; 31(3): 212-222.
COSTA, J. R. B; ROMANO, V. F.; COSTA, R. R.; et al. Formação Médica na Estratégia de Saúde da Família: Percepções Discentes. Rev Bras Educ Med. 2012; 36(3): 387-400.
CUNHA, M. I. Inovações na educação superior: impactos na prática pedagógica e nos saberes da docência. Em Aberto. Brasília, 2016; 29(97): 87-101.
FORNAZIERO, C. C.; GORDAN, P. A.; GARANHANI, M. L. O processo de ensino e aprendizagem do raciocínio clínico pelos estudantes de medicina da Universidade Estadual de Londrina. Rev Bras Educ Med. 2011; 35(2):246-253.
GALLAGHER, P.; TWEED, M.; HANNA, S.; et al. Developing the One-Minute Preceptor. The Clinical Teacher. 2012; 9:358-362.
GAVIOLI, M. A.; et al. Formando grupos no internato: critérios de escolha, satisfação e sofrimento psíquico. Rev Bras Educ Med. 2009; 33(1): 4-9.
HENDELMAN W.; BYSZEWSKI, A. Formation of medical student professional identity: categorizing lapses of professionalism, and the learning environment. BMC Medical Education. 2014, 14:139.
LIMA, P. A. B.; ROZENDO, C. A. Desafios e possibilidades no exercício da preceptoria do Pró-PET-Saúde. Interface. 2015; 19 Supl 1: 779-91.
LOPES, C. M. C.; BICUDO, A. M.; ZANOLLI, M. L. Qualificação como Médico Preceptor e a Satisfação de seus Clientes Quanto à Assistência Recebida na UBS de Origem. Rev Bras Educ Med. 2017; 41(1): 145-151.
MARQUES, R. C.; et al. Assédio moral nas residências médica e não médica de um hospital de ensino. Rev Bras Educ Med. 2012; 36(3): 401-406.
MILANESI, A. C. B.; REZENDE, R. Q.; LOVATO, B. H.; et. Avaliação da interação entre alunos no processo ensino-aprendizado na disciplina de Pediatria. Boletim Científico de Pediatria, 2013; 2(3):89-94.
MISSAKA, H.; RIBEIRO, V. M. B. A Preceptoria na Formação Médica: o que Dizem os Trabalhos nos Congressos Brasileiros de Educação Médica 2007-2009. Rev Bras Educ Med. 2011; 35(3):303-10.
OLIVEIRA, S. F.; CUNHA, A. J. L. A.; TRAJMAN, A.; et al. Percepção sobre o Internato de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro pelos Preceptores do Serviço na Atenção Básica: um Estudo de Caso. Rev Bras Educ Med. 2017; 41(1):79-85.
RIBEIRO, K. R. B.; PRADO, M. L. A prática educativa dos preceptores nas residências em saúde: um estudo de reflexão. Rev Gaúcha Enferm. 2013; 34(4):161-165.
ROCHA, H. C.; RIBEIRO, V. B. Curso de Formação Pedagógica para Preceptores do Internato Médico. Rev Bras Educ Med. 2012; 36(3):343-350.
RONCAGLIO, S. M. A Relação Professor-Aluno na Educação Superior: A Influência da Gestão Educacional. Psicologia Ciência e Profissão. 2004, 24(2):100-111.
SANT’ANA, E. R. R. B.; PEREIRA, E. R. S. Preceptoria Médica em Serviço de Emergência e Urgência Hospitalar na Perspectiva de Médicos. Rev Bras Educ Med. 2016; 40(2):204-215.
SANTOS, S. S.; SIQUEIRA-BATISTA, R.; GOMES, A. P.; et al. Avaliação da progressão cognitiva no internato de clínica médica. Rev Bras Educ Med. 2008; 32(3):390-395.
SANTOS, E. G.; et al . Avaliação da preceptoria na residência médica em cirurgia geral, no centro cirúrgico, comparação entre um hospital universitário e um hospital não universitário. Rev Col Bras Cir. 2012; 39(6): 547-552.
SEKI, M.; OTAKI, J.; BREUGELMANS, R.; et al. How do case presentation teaching methods affect learning outcomes? -SNAPPS and the One-Minute preceptor. BMC Medical Education. 2016; 16:12.
SILVESTRE, H. F.; TESSER, C. D.; ROS, M. A. Avaliação Discente de um Internato Médico em Atenção Primária à Saúde. Rev Bras Educ Med. 2016; 40(3): 383-392.
SOUSA, A. P.; HEINISCH, R. H. Estudo sobre a avaliação aplicada no internato em clínica médica da Unisul. Rev Bras Educ Med. 2012; 36(1): 68-76.
WEBER, R. A. The Perfect Preceptor. The Journal of Craniofacial Surgery. 2015; 26(8):2257-60.
WILKINSON, S. T.; COULDRY, R.; PHILLIPS H.; et al. Preceptor Development: Providing Effective Feedback. Hosp Pharm. 2013; 48(1):26–32.
ZEFERINO, A. M. B.; PASSERI, S. M. R. R. Avaliação da Aprendizagem do Estudante. Cadernos ABEM. 2007; Volume 3: 39-43.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Tony Hiroshi Katsuragawa, Francisco Collins Neves de Melho, Adenilson Oliveira Gomes

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC BY-NC 4.0), permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
2. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto posterior ao processo editorial.
4. Além disso, o AUTOR é informado e consente com a revista que, portanto, seu artigo pode ser incorporado pela DESAFIOS em bases e sistemas de informação científica existentes (indexadores e bancos de dados atuais) ou a existir no futuro (indexadores e bancos de dados futuros), nas condições definidas por este último em todos os momentos, que envolverá, pelo menos, a possibilidade de que os titulares desses bancos de dados possam executar as seguintes ações sobre o artigo:
a. Reproduzir, transmitir e distribuir o artigo, no todo ou em parte sob qualquer forma ou meio de transmissão eletrônica existente ou desenvolvida no futuro, incluindo a transmissão eletrônica para fins de pesquisa, visualização e impressão;
b. Reproduzir e distribuir, no todo ou em parte, o artigo na impressão.
c. Capacidade de traduzir certas partes do artigo.
d. Extrair figuras, tabelas, ilustrações e outros objetos gráficos e capturar metadados, legendas e artigo relacionado para fins de pesquisa, visualização e impressão.
e. Transmissão, distribuição e reprodução por agentes ou autorizada pelos proprietários de distribuidoras de bases de dados.
f. A preparação de citações bibliográficas, sumários e índices e referências de captura relacionados de partes selecionadas do artigo.
g. Digitalizar e / ou armazenar imagens e texto de artigo eletrônico.
