Índice de estresse hídrico do girassol irrigado com frações de reposição hídrica e água alterada magneticamente

Autores

  • Alisson Macendo Amaral Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos https://orcid.org/0000-0003-3035-2763
  • Eliete Aparecida Graciano Gonçalves Instituto Federal do Norte de Minas Gerais
  • Maria Ângela Cruz Macêdo dos Santos Instituto Mineiro de Agropecuária
  • Adriana Magalhães Farias Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos
  • Ana Flávia Cordeiro de Brito Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos
  • Lorene Alves de Oliveira Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos

DOI:

https://doi.org/10.20873/jbb.uft.cemaf.v14n1.20738

Palavras-chave:

Helianthus annuus L., estresse hídrico, campo magnético

Resumo

Objetivou-se avaliar a sensibilidade hídrica do girassol (Helianthus annuus L.) mediante o índice de estresse hídrico da cultura (WSI) e a área foliar (AF), quando submetido à variação da água no solo e utilizando água normal e magnetizada nas irrigações. O experimento foi conduzido em vasos com a cv BRS 323 cultivada em latossolo vermelho. O delineamento foi o de blocos ao acaso (DBC) em esquema fatorial 4 x 2 x 4 com 4 repetições, sendo 4 frações de reposição hídrica (100, 75, 50, 25% - RH); 2 tipos de água de irrigação (normal e magnetizada) e 4 épocas de avaliação (20, 40, 60 e 80 dias após a emergência - DAE). A magnetização ocorreu por meio do magnetizador Sylocimol depositado constantemente em reservatório distinto e as RH’s foram ministradas com os fracionamentos da evapotranspiração real da cultura (ETrc) obtida pelo balanço hídrico. No cálculo do WSI, mensurou-se a temperatura do ar por um termômetro de máxima e de mínima e a temperatura foliar por um termômetro digital infravermelho. A AF foi calculada indiretamente após medição dos comprimentos das folhas. A água magnetizada reduziu a AF e aumentou o WSI. Uma maior hidratação das plantas reduziu o WSI, independentemente do tipo de água. Os maiores WSI ocorreram nas RH de 25% e 50% aos 68 e 84 DAE, respectivamente. A máxima AF só é obtida numa RH de 127,5 %, ou seja, fora do intervalo hídrico imposto no estudo, decorrente da sua qualidade.

Biografia do Autor

Alisson Macendo Amaral, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos

Graduado em Tecnologia em Irrigação e Drenagem, Especialista em Educação e Gestão Ambiental, Mestre e Doutor em Ciências Agrárias - Agronomia. Pertence ao quadro efetivo de docentes do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos desde 2009, com atuação em docência em cursos de graduação e técnicos, coordenação de curso de graduação, membro de colegiados, membro de núcleo docente estruturante, membro de comissão de implantação de cursos técnicos e de graduação. Foi docente substituto no período de 2007 a 2009 no Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Januária onde se graduou. Possui relevante experiência e leciona em disciplinas relacionadas às Ciências Agrárias e Ambientais, com ênfase em Irrigação, Hidráulica, Hidrometria, Hidrologia, Drenagem Agrícola, Obras Hidráulicas, Relações Hídricas, Agrometeorologia, Desenho Assistido por Computador e Topografia Aplicada. Orienta trabalhos acadêmicos com foco em irrigação com água magnetizada em cultivos agrícolas e espécies arbóreas.

Eliete Aparecida Graciano Gonçalves, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais

Graduanda em Tecnologia em Produção de Grãos pelo Instituto Federal do Norte de Minas - Campus Arinos

Maria Ângela Cruz Macêdo dos Santos, Instituto Mineiro de Agropecuária

Fiscal Agropecuária no Instituto Mineiro de Agropécuaria - IMA. Engenheira Agrônoma formada pela Universidade Federal do Cariri. Atuei como bolsista de Iniciação a Docência e Iniciação Acadêmica. Mestre em Engenharia Agrícola na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), com trabalho desenvolvido na Embrapa Mandioca e Fruticultura pesquisando estresse biótico e abiótico em citros. Doutora em Engenharia Agrícola na UFRB enfatizando pesquisas com uso da modelagem agro-hidrológica na temática de serviços ambientais e áreas degradadas no semiárido brasileiro. Pesquisadora colaboradora externa no desenvolvimento de projetos de pesquisa no Instituto Federal do Norte de Minas - Campus Arinos.Com experiência em estudos abrangendo as áreas de: estresse biótico e abiótico, conservação de solo e água, modelagem agro-hidrológica,agrometeorologia, recursos hídricos, serviços ambientais, hidroponia, manejo de irrigação, geoprocessamento e salinidade.

Adriana Magalhães Farias, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos

Bacharel em Agronomia pelo Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos. Possui formação em Técnico em Agronegócio pela mesma instituição (2019). Desenvolve pesquisas com manejo da irrigação com água alterada em cultivos agrícolas e também com hidráulica de emissores. 

Ana Flávia Cordeiro de Brito, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos

É graduada em Bacharelado em Engenharia Agronômica pelo IFNMG-campus Arinos. Possui formação em Técnico em Agronegócio pela mesma instituição (2019). Atuou no desenvolvimento de pesquisas com irrigação voltada, especificamente, para modelagem de água no solo e utilização de água alterada e fracionada na cultura do girassol. Possui experiência na pesquisa e experimentação agrícola adquirida durante o período de estágio na estação experimental Staphyt-GO onde trabalha atualmente como Auxilar Agrícola. 

Lorene Alves de Oliveira, Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Arinos

É graduada em Bacharelado em Engenharia Agronômica pelo IFNMG-campus Arinos. Possui formação em Técnico em Agronegócio pela mesma instituição (2019). Atuou no desenvolvimento de pesquisas com irrigação voltada, especificamente, para na utilização de água alterada e fracionada na cultura do girassol. Possui experiência na pesquisa e experimentação agrícola adquirida durante o período de estágio na estação experimental Staphyt-GO onde trabalha na Noroeste Ambiental em Arinos - MG

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Journal of Biotechnology and Biodiversity

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Publicado

30-03-2026

Como Citar

Macendo Amaral, A., Gonçalves, E. A. G., Santos, M. Ângela C. M. dos, Farias, A. M., Brito, A. F. C. de, & Oliveira, L. A. de. (2026). Índice de estresse hídrico do girassol irrigado com frações de reposição hídrica e água alterada magneticamente. Journal of Biotechnology and Biodiversity, 14(1), a5. https://doi.org/10.20873/jbb.uft.cemaf.v14n1.20738

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