DESINFORMACIÓN INTERSEMIÓTICA EN LA AUDIODESCRIPCIÓN
La Inteligencia Artificial en Contextos Escolares Inclusivos
DOI:
https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a23pPalabras clave:
Audiodescripción, Inteligencia Artificial, Desinformación Intersemiótica, Inclusión Escolar, PcDV, Arte y TecnologíaResumen
Este estudio analiza críticamente los riesgos de desinformación intersemiótica causados por el uso de inteligencias artificiales generativas (IAGs) en la audiodescripción de imágenes artísticas dirigidas a estudiantes con discapacidad visual (PcDV) en el entorno escolar. La investigación utilizó una imagen autoral inédita sometida a las plataformas ChatGPT y Gemini para generar audiodescripciones automatizadas, que fueron analizadas en el ámbito discursivo, con validación crítica por consultores PcDV. Los resultados indicaron borrados simbólicos, simplificaciones estéticas y ausencia de contextualización sensible, evidenciando riesgos para la apreciación estética y la inclusión. Aunque se trata de tecnologías prometedoras, este estudio concluye que el uso de herramientas de IA requiere mediación ética y pedagógica. Las IA Generativas no sustituyen la escucha, la subjetividad y la experiencia humana, exigiendo formación docente y políticas inclusivas fundamentadas.
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