COMUNICAÇÃO DECOLONIAL: narrativas em Darcy Ribeiro e Dee Brown que combatem a narrativa mestre
DOI:
https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a30ptPalabras clave:
Comunicação, Direitos humanos, Decoloneidade, Cosmovisão, Povos OrigináriosResumen
Este artículo aborda a través del Análisis de Documentos, dada la parametrización literaria de Enterrar mi corazón en la curva de un río y Os Índios e a Civilização, obras que traen a colación el uso existencial de la cosmovisión para los pueblos originarios. Se observa que, independientemente del locus, tanto en América del Norte como en América del Sur, los indígenas convergen experiencia desde la cosmovisión. Dicho esto, el conocimiento tradicional es asfixiado por un único conocimiento maestro. Esta vez, el estudio utilizará el concepto de decolonialidad como principio rector. Se entiende que la cosmovisión es una expresión de la comunicación decolonial. Por ejemplo, Dee Brown propone utilizar palabras indígenas siempre que sea posible.
Descargas
Citas
Alcoff, L. M. (2016). Uma epistemologia para a próxima revolução. Sociedade e Estado, 31(1), 129–143. https://doi.org/10.1590/S0102-69922016000100007
Benjamin, W. (1994). Sobre o conceito de história. In W. Benjamin, Obras escolhidas: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura (Trad. S. P. Rouanet). Brasiliense.
Brown, D. (1980). Enterrem meu coração na curva do rio (8ª ed.). Melhoramentos.
Carvalho Pires, B. R., & Moraes, N. R. de. (2021). As redes sociais on-line e a oralidade como trilhas de comunicação para a produção e reprodução do conhecimento. Revista Observatório , 7(2), a7pt. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2021v7n2a9pt
Caprioli, M. da S. (2018). Análise do discurso literário: proposta de metodologia no processo de análise documental de textos narrativos de ficção [Dissertação de mestrado, Universidade Estadual Paulista].
Dussel, E. (1986). Filosofia da libertação na América Latina (Trad. L. J. Gaio). Edições Loyola.
Dussel, E. (1993). 1492: O encobrimento do outro: a origem do mito da modernidade (Trad. J. A. Clasen). Vozes.
Echeverri, J. A. (2004). Territorio como cuerpo y territorio como naturaleza: ¿Diálogo intercultural? In A. Surrallés & P. García Hierro (Orgs.), Tierra adentro: territorio indígena y percepción del entorno (pp. xx–xx). Grupo Internacional de Trabajo sobre Asuntos Indígenas.
Foucault, M. (1994a). Dits et écrits (Vol. III). Gallimard.
Foucault, M. (1994b). História da sexualidade II: O uso dos prazeres. Graal.
Junqueira, M. A. (2001). Estados Unidos: a consolidação da nação. Contexto.
Mignolo, W. D. (2017). Colonialidade: O lado mais escuro da modernidade. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 32(94), 1–18. https://www.scielo.br/j/rbcsoc/a/nKwQNPrx5Zr3yrMjh7tCZVk
Mignolo, W. D. (2008). La opción decolonial: desprendimiento y apertura. Un manifiesto y un caso. Tabula Rasa, (8), 243–282.
Mignolo, W., & Pinto, J. R. de S. (2015). A modernidade é de fato universal? Reemergência, desocidentalização e opção decolonial. Civitas, 15(3), 381–402. http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/civitas/article/view/20580
Moraes, N. R. de, Gomes, C. A., Campos, A. de C., & Souza, V. H. (2025). A presença do arquétipo da circularidade na cultura de povos originários e tradicionais. Revista Observatório , 11(1), a4. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a04pt
Moraes, N. R., Brumatti, L. M., Lima, A. R., & Campos, A. C. (2017). Análise da convergência conceitual dos termos “território” e “comunidade tradicional” no Brasil. Revista Observatório , 3(4), 518–539. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2017v3n4p518
Moraes, N. R. de, Campos, A. de C., Müller, N. de M., Gamba, F. B., Gamba, M. F. D. D. F., & Braga, W. R. de O. (2016). O conceito de território dentro de comunidades tradicionais brasileiras. Revista Observatório , 2(4), 442–455. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2016v2Especial2p442
Moraes, N. R. de ., Souza, F. da C. ., Marchetti, C. T. B. ., Moraes , F. G. de ., & Fonseca, J. J. . (2019). Interdisciplinaridade, criticidade e formação socioambiental na universidade . Revista Observatório , 5(5), 890–905. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2019v5n5p890
Moraes, N. R. de, Bernieri, C. G. P. ., Fôlha, J. G. P., & Alves, L. G. P. (2021). Ethnic-racial relations: social and cultural values in early Childhood Education. Revista Observatório , 7(1), a6en. https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2021v7n1a6en
Nogueira, C. (2001). A análise do discurso. In L. Almeida & E. Fernandes (Eds.), Métodos e técnicas de avaliação: novos contributos para a prática e investigação (pp. xx–xx). CEEP.
Oliveira, R. C. de. (1962). Estudo de áreas de fricção interétnica do Brasil (Projeto de pesquisa). América Latina, 5(3), 85–90.
Organização das Nações Unidas. (1948). Declaração Universal dos Direitos Humanos. https://www.unicef.org
Pecequilo, C. (2005). A política externa dos Estados Unidos: continuidade ou mudanças? Editora da UFRGS.
Quijano, A. (2010). Colonialidade do poder e classificação social. In B. de S. Santos & M. P. Meneses (Orgs.), Epistemologias do Sul. Cortez.
Quijano, A. (2005). Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina. In E. Lander (Org.), A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais: perspectivas latino-americanas. CLACSO.
Ramose, M. (2011). Sobre a legitimidade e o estudo da filosofia africana. Ensaios Filosóficos, 4. http://www.ensaiosfilosoficos.com.br/Artigos/Artigo4/RAMOSE_MB.pdf
Ribeiro, D. (2017). Os índios e a civilização: a integração das populações indígenas no Brasil moderno (7ª ed.). Global.
Santos, B. de S. (2010). Para além do pensamento abissal: das linhas globais a uma ecologia de saberes. In B. de S. Santos & M. P. Meneses (Orgs.), Epistemologias do Sul. Cortez.
Santos, B. de S. (1995). Pela mão de Alice. Cortez.
Santos, M. (1978). Por uma geografia nova. Hucitec; Edusp.
Tönnies, F. (1957). Community and society (C. Loomis, Trad.). Michigan State University Press.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Observatorio Magazine

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial 4.0.
[PT] Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista, sem pagamento, o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a Creative Commons Attribution License (CC BY-NC 4.0), permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.
Leia todos os termos dos direitos autorais aqui.