COMUNICAÇÃO DECOLONIAL: narrativas em Darcy Ribeiro e Dee Brown que combatem a narrativa mestre
DOI :
https://doi.org/10.20873/uft.2447-4266.2025v11n1a30ptMots-clés :
Comunicação, Direitos humanos, Decoloneidade, Cosmovisão, Povos OrigináriosRésumé
O presente artigo aborda por intermédio da Análise Documental, haja vista a parametrização literária de Enterrem meu coração na curva de um rio e Os Índios e a Civilização, obras que trazem à baila o emprego existencial da cosmovisão para os povos originários. Observa-se que independente do locus, tanto América do Norte, quanto a América do Sul os indígenas confluem vivência a partir da cosmovisão. Dito isto, os saberes tradicionais são asfixiados por um saber mestre, uno. Desta feita, o estudo utilizará como fio condutor o conceito da decoloneidade. Compreende-se que a cosmovisão se mostra uma expressão da comunicação decolonial. A título de exemplo, Dee Brown, se propõe a armar as narrativas com as palavras indígenas sempre que possível.
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