“TENHO CUIDADO MAIS DOS OUTROS DO QUE DE MIM”: MÃES SOLO E TRABALHO A PARTIR DA VIVÊNCIA DA PANDEMIA DE COVID-19

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21873/vol13n4202617

Resumen

Este artículo presenta un recorte de la investigación “Ahora es que son ellas: la pandemia de COVID-19 contada por mujeres”, que contó con la participación de casi seis mil mujeres. A través de un cuestionario con preguntas abiertas y cerradas, buscamos acceder a las narrativas de mujeres sobre sus vivencias durante el período inicial de la pandemia. Para este estudio, trabajamos con las respuestas de 91 mujeres que, en la investigación, informaron ser las únicas responsables del sustento de sus hijos (madres solas) y trabajadoras autónomas. El análisis de las narrativas se realizó desde el método psicoanalítico, articulado con marcos teóricos basados en teorías feministas sobre la división sexual del trabajo, la construcción social de la maternidad, los procesos de subjetivación de las mujeres, el cuidado y el trabajo autónomo. Como resultado, identificamos tres categorías principales en las vivencias narradas por las madres solas trabajadoras autónomas: cuidado de sí versus cuidado del otro, cuidado del hogar y sustento económico. Las narrativas evidencian una sobrecarga física y, sobre todo, psíquica de estas mujeres durante ese período, constituyéndose como punto de partida para debates más amplios sobre maternidades, familismo, feminización del cuidado y la (falta de) políticas sociales orientadas a su democratización, incluso después del fin de la pandemia.Bottom of Form

Biografía del autor/a

Juliana Lazzaretti Segat, Universidade Federal de Pelotas

Doutoranda em Educação pelo Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal de Pelotas. Bolsista CAPES. Mestra e Bacharela em Direito pela mesma instituição. Graduanda em Psicologia (UFPel). Integrante do projeto de pesquisa "Agora é que são elas: a pandemia de COVID-19 contada por mulheres". 

Karina Rangel Gautério, Universidade Federal de Pelotas

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Técnica em Recursos Humanos pelo Serviço Nacional de Aprendizagem (SENAC). Pós-Graduanda em Psicologia Organizacional e Gestão de Pessoas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS).

Camila Peixoto Farias, Universidade Federal de Pelotas

Professora do curso de Psicologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPEL), coordenadora do Pulsional – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Psicanálise.

Giovana Fagundes Luczinski, Universidade Estadual do Rio de Janeiro

Professora adjunta do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi professora adjunta do curso de Psicologia da Universidade Federal de Pelotas (2018-2022), onde coordenou o Laboratório de Pesquisas em Fenomenologia e Psicologia Existencial - Epoché.

Ritiele Machado Prestes

Graduada em Psicologia pela Universidade Federal de Pelotas.

Publicado

2026-07-27

Cómo citar

Lazzaretti Segat, J., Rangel Gautério, K., Peixoto Farias, C., Fagundes Luczinski, G., & Machado Prestes, R. (2026). “TENHO CUIDADO MAIS DOS OUTROS DO QUE DE MIM”: MÃES SOLO E TRABALHO A PARTIR DA VIVÊNCIA DA PANDEMIA DE COVID-19. DESAFIOS, 13(4), 303–328. https://doi.org/10.21873/vol13n4202617