COMO ANDA A SAÚDE DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: TRAÇANDO UM PERFIL NAS CIDADES DE PETROLINA-PE E JUAZEIRO-BA

Autores

  • Braz José do Nascimento Júnior UNIVASF https://orcid.org/0000-0002-2822-5442
  • Fernanda de Souza Paixão Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF https://orcid.org/0009-0007-4534-7488
  • Francyettma Soraya Ferreira de Sousa Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF https://orcid.org/0009-0009-6356-371X
  • Deborah Laurie Inácio da Silva Figueiredo Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF
  • John Marcello de Jesus Sant’ana Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF https://orcid.org/0009-0008-9637-1549
  • Micaela Sabrina Lima Campos Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF
  • Rafael Pedro de Souza Nascimento Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF
  • Vitória da Conceição Martins Costa Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF

DOI:

https://doi.org/10.21873/vol13n420263

Resumo

Avaliar o perfil de saúde, conhecer comportamentos de risco em estudantes de uma universidade pública multicampi, nas cidades de Petrolina-PE e Juazeiro-BA, como estratégia de definição para atividades de educação em saúde. Trata-se de pesquisa quantitativa, de caráter analítico-exploratório. Na coleta de dados se utilizou um questionário, além da captação de dados antropométricos. Na análise dos dados foram utilizadas a estatística descritiva e a estatística inferencial. Participaram da pesquisa 219 estudantes de 18 cursos de graduação. 57,53% eram do gênero masculino. A média das idades foi de 22,32 anos. 43,84% consumiam bebidas alcoólicas. 36,52% apresentaram alteração no Índice de Massa Corporal. 36,99% eram sedentários. 48,86% afirmaram que não dormiam bem. 18,87% afirmaram o consumo de açúcar, gordura e industrializados. Os problemas de saúde bucal mais importantes foram:  maloclusão, edentulismo parcial, cárie e gengivite. 46,58% afirmaram que possuíam Doença Crônica Não Transmissível. Sobre a saúde mental, 26,9% afirmaram o diagnóstico médico de depressão e 16,89%  já tiveram vontade de se matar ou tentaram suicídio. Diante dos resultados, observa-se  necessidade de intervenções específicas para promoção da saúde, a adoção de estilo saudável para a melhoria da qualidade de vida. Assim, a necessidade de projetos educativos voltados a cada gênero, período e curso.

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Publicado

2026-07-27

Como Citar

José do Nascimento Júnior, B., de Souza Paixão, F., Soraya Ferreira de Sousa, F., Laurie Inácio da Silva Figueiredo, D., Marcello de Jesus Sant’ana, J., Sabrina Lima Campos, M., … da Conceição Martins Costa , V. (2026). COMO ANDA A SAÚDE DOS ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: TRAÇANDO UM PERFIL NAS CIDADES DE PETROLINA-PE E JUAZEIRO-BA. DESAFIOS - Revista Interdisciplinar Da Universidade Federal Do Tocantins, 13(4), 44–62. https://doi.org/10.21873/vol13n420263