UM LUGAR TOMBADO E AS CONSEQUÊNCIAS DO PÓS-TOMBAMENTO EM PORTO NACIONAL-TO

  • Antonio Miranda dos Santos UFT
  • Rosane Balsan Bispo Universidade Federal do Tocantins

Resumo

Este artigo tem por objetivo contribuir para a discussão atual sobre as práticas de proteção do patrimônio cultural, em especial o tombamento, no que tange a forma, ou seja, os procedimentos e metodologia utilizados no período em que ocorre a preparação do Ato de Tombamento juntos aos detentores do bem. A priorização por parte do órgão responsável pela proteção em optar pelo discurso político em detrimento do discurso técnico. Os efeitos em que a deficiência na etapa de mobilização pode causar no momento de aplicação das normativas de preservação do patrimônio cultural. A incompreensão por parte dos técnicos em não assimilar que um centro histórico tombado pode se caracterizar como um lugar. Além da importância da inserção do conceito de lugar nos processos de intervenção em centros históricos a partir do estudo no sítio urbano de Porto Nacional, localizado no estado do Tocantins e tombado pelo Iphan em 27 de novembro de 2008.

Biografia do Autor

Antonio Miranda dos Santos, UFT

Mestrando em Geografia - UFT

Rosane Balsan Bispo, Universidade Federal do Tocantins

Possui graduação em Geografia pela Universidade do Tocantins (1996) e mestrado (2006) e doutorado (2012) em Geografia pelo Instituto de Estudos Socio Ambientais IESA/UFG. Atualmente é professora na Universidade Federal do Tocantins na graduaçaõ e Pos-graduação em Geografia, campus de Porto NAcional. Membro de Conselho editorial da revista Produção Acadêmica e do nucleo de estudos NURBA/UFT e do laboratório LEGEO/UFT. Atualmente (2012-1014) esta como coordenadora do curso de Geografia - Campus de porto nacional - UFT.Tem experiência na área de Geografia, com ênfase em Educação Ambiental, atuando principalmente nos seguintes temas: ensino de Geografia, educação ambiental, professores, meio ambiente e representações, território.

Publicado
2019-01-10