COINFECÇÃO LEISHMANIOSE VISCERAL-HIV

UM RELATO DE CASO

  • Gleidson Pimentel Rodrigues Universidade Federal do Tocantins
  • Maria Fernanda Nogueira Camargo Universidade Federal do Tocantins
  • Caiã Cabral Fraga Carvalho Universidade Federal do Tocantins
  • Eduardo Bernardes Chaves Neto Universidade Federal do Tocantins
  • Nayara da Costa Andrade ITPAC Porto
  • Bruna Hanauer ITPAC Porto
  • José Carlos Rodrigues Chaves Junior Universidade Federal de Santa Maria

Resumo

A Leishmaniose Visceral (LV) é a forma sistêmica da doença causada pelo protozoário flagelado do complexo Leishmania donovani, encontrado na forma das três subespécies: Leishmania chagasi, Leishmania donovani e Leishmania infantum. A Leishmaniose Visceral é uma doença endêmica em 88 países, sendo registrados no Brasil cerca de 3400 casos por ano. O quadro clínico é determinado pela resposta imunológica do hospedeiro, podendo variar da forma assintomática, oligossintomática, aguda até crônica. Na coinfecção da leishmaniose com o HIV, a apresentação clínica, a resposta ao tratamento, a evolução e o prognóstico são diretamente associados à condição imunológica do paciente, avaliada por meio da contagem de linfócitos TCD4+. Além da história clínica e exame físico, o diagnóstico da Leishmaniose Visceral baseia-se em aspectos laboratoriais, imunológicos e parasitológicos, sendo a demonstração do parasita com cultura do aspirado esplênico o padrão-ouro. Quando há coinfecção com o HIV, como no caso clínico deste relato, há alteração da sensibilidade dos métodos diagnósticos, o que pode dificultar o processo diagnóstico e retardar o início do tratamento adequado, sendo de grande relevância clínica o conhecimento destas alterações.

Palavras-chave: Leishmaniose Visceral; HIV; coinfecção; métodos diagnósticos.

Biografia do Autor

Gleidson Pimentel Rodrigues, Universidade Federal do Tocantins

Interno de Medicina pela Universidade Federal do Tocantins

Maria Fernanda Nogueira Camargo, Universidade Federal do Tocantins

Interna de Medicina pela Universidade Federal do Tocantins

Caiã Cabral Fraga Carvalho, Universidade Federal do Tocantins

Interno de Medicina pela Universidade Federal do Tocantins

Eduardo Bernardes Chaves Neto, Universidade Federal do Tocantins

Médico graduado pela Universidade Federal do Tocantins

Nayara da Costa Andrade, ITPAC Porto

Interna de Medicina pelo ITPAC Porto

Bruna Hanauer, ITPAC Porto

Interna de Medicina pelo ITPAC Porto

José Carlos Rodrigues Chaves Junior, Universidade Federal de Santa Maria

Médico graduado pela Universidade Federal de Santa Maria

Publicado
2020-02-07