GERMINAÇÃO IN VITRO DE MORANGO SILVESTRE (FRAGARIA VESCA L.) SOB DIFERENTES DOSES DE ÁCIDO GIBERÉLICO E NÍVEIS DE ESCARIFICAÇÃO QUÍMICA
DOI:
https://doi.org/10.20873/saberesemcirculacao8Resumo
O morango silvestre (Fragaria vesca L.) é uma importante fonte de diversidade genética que, em contrapartida, tem sua propagação por sementes dificultada devido à dormência tegumentar dos aquênios. Este estudo avaliou os efeitos de diferentes doses do regulador GA₃ e tempos de escarificação química com ácido sulfúrico na germinação in vitro de F. vesca. O experimento foi realizado nas dependências da Universidade Estadual do Tocantins utilizando cinco doses de GA₃ (0mg.L⁻¹, 1mg.L⁻¹, 1,5mg.L⁻¹, 2mg.L⁻¹ e 2,5mg.L⁻¹) e quatro tempos de escarificação (0, 1, 5, 10 e 15 minutos), com cultivo in vitro das sementes sobre o meio MS modificado. Os parâmetros avaliados incluíram o Índice de Velocidade de Germinação (IVG) e a Porcentagem de Germinação (PG), com análise por ANOVA e teste de Tukey a 5% de significância. Os resultados mostraram que o ácido giberélico, nas doses testadas, não foi eficaz na indução da germinação dos aquênios de F. vesca. Contudo, a escarificação dos aquênios com H₂SO₄ por 10 minutos, para todas as doses de GA₃, foi eficaz no aumento do IVG, concluindo que este tempo de escarificação química é mais eficiente para superar a dormência dos aquênios de Fragaria vesca. A escarificação química foi potencializada com o uso de GA3.
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- 2025-12-19 (2)
- 2025-12-19 (1)
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