PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA NO TOCANTINS NO PERÍODO DE 2018 A 2022

Autores

  • Vitória Alves Santana Universidade de Gurupi - UnirG
  • JESSICA VIEIRA DE CARVALHO Universidade de Gurupi
  • Denise Soares de Alcântara Universidade de Gurupi (UnirG) https://orcid.org/0000-0002-3382-4343
  • Kleverson Wessel de Oliveira https://orcid.org/0000-0003-3931-4907
  • Regiane Cristina Nerto Okochi Universidade de Gurupi (UnirG)

DOI:

https://doi.org/10.20873/RPTfluxocontinuo18228

Resumo

INTRODUÇÃO: As arboviroses representam um importante problema de saúde pública no Brasil. Embora existam ações da vigilância epidemiológica voltadas para a erradicação do vetor, o número de casos permanece ascendente. OBJETIVO: descrever o perfil epidemiológico dos casos de dengue, Chikungunya e Zika notificados no Estado do Tocantins no período entre 2018 e 2022. MÉTODO: estudo epidemiológico descritivo, com abordagem quantitativa, cujos dados foram coletados no banco de dados do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde. RESULTADOS: Os resultados mostraram que o Tocantins é estado da Região Norte com maior número de notificações no período estudado, as mulheres e pessoas autodeclaradas como pardas representaram a maioria das notificações. A faixa etária mais acometida foi de 20 a 39 anos e o mês com maior ocorrência foi maio. Importante descrever que o percentual de confirmação de Dengue é de aproximadamente 94%, enquanto a Chikungunya é de cerca de 31% e Zika 6%. O principal critério de confirmação para Dengue foi o clínico-epidemiológico e para Zika e Chikungunya foi o laboratorial. A maioria dos casos evoluíram para cura.  CONCLUSÕES: Embora haja uma política de monitoramento dos casos dessas arboviroses e uma mobilização de esforços pelo poder público para a contenção do vetor, é necessário discutir as ações de saúde pública já implementadas no estado a fim de avaliar sua efetividade e reformular as estratégias já empregadas. Além disso, é fundamental aumentar o engajamento social nesta causa, uma vez que a própria comunidade é corresponsável pela proliferação do vetor.

Palavras-chave: Infecções por Arbovírus; Dengue; Zika virus; Febre de Chikungunya; Perfil epidemiológico.

Biografia do Autor

Vitória Alves Santana, Universidade de Gurupi - UnirG

Acadêmica de Enfermagem, Universidade de Gurupi (UnirG), Gurupi, Tocantins, Brasil.

JESSICA VIEIRA DE CARVALHO, Universidade de Gurupi

Acadêmica de Enfermagem, Universidade de Gurupi (UnirG), Gurupi, Tocantins, Brasil.

Denise Soares de Alcântara, Universidade de Gurupi (UnirG)

Mestre em Enfermagem (Universidade de Guarulhos), Docente do Curso de Graduação em Enfermagem, Universidade de Gurupi (UnirG), Gurupi, Tocantins, Brasil.

Kleverson Wessel de Oliveira

Doutor em Ciências (Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares), Docente do Curso de Graduação em Engenharia Florestal, Universidade Federal do Tocantins (UFT), Gurupi, Tocantins, Brasil.

Regiane Cristina Nerto Okochi, Universidade de Gurupi (UnirG)

Doutora em Ciências do Ambiente (Universidade Federal do Tocantins), Docente do Curso de Graduação em Enfermagem, Universidade de Gurupi (UnirG), Gurupi, Tocantins, Brasil.

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Publicado

2025-03-07

Como Citar

Alves Santana, V., VIEIRA DE CARVALHO, J., Soares de Alcântara, D., Wessel de Oliveira, K., & Nerto Okochi, R. C. (2025). PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE DENGUE, ZIKA E CHIKUNGUNYA NO TOCANTINS NO PERÍODO DE 2018 A 2022. Revista De Patologia Do Tocantins, 25(1). https://doi.org/10.20873/RPTfluxocontinuo18228