AS JOIAS TRADICIONAIS EM FILIGRANA NAS FESTAS RELIGIOSAS DE NATIVIDADE - TOCANTINS

  • WÁTILA MISLA FERNANDES BONFIM Semed/Seduc - TO
  • ROSANE BALSAN Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Resumo

Resumo

O ofício da ourivesaria e a arte dos mestres filigraneiros, aponta Iphan (2007) não pode ser visto desatrelada de outras manifestações religiosas nativitanas, como a celebração do Divino Espírito Santo,  a festa da padroeira Nossa Senhora da Natividade e a festa do Nosso Senhor do Bonfim, bem como a confecção de bolos e biscoitos de D. Naninha – está tudo entrelaçado: as festas, as práticas, personagens e saberes que identificam a cultura imaterial de Natividade. Desse modo, o presente artigo busca demostrar a relação das joias artesanais que marcam o espaço e lugar nativitano e as festas religiosas seculares e presentes no dia a dia e no imaginário local.

Biografia do Autor

WÁTILA MISLA FERNANDES BONFIM, Semed/Seduc - TO

Mestranda em Geografia pela Universidade Federal do Tocantins (2017). Professora da Educação Básica da Secretaria da Educação e Cultura. Assessora do currículo de História da Secretaria Municipal de Educação de Dianópolis. Graduada em História pela Universidade Federal do Tocantins (2006).

ROSANE BALSAN, Universidade Federal do Tocantins (UFT)

Professora associada II da Universidade Federal do Tocantins (UFT), Campus de Porto Nacional. Mestrado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001) e doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2005).

Publicado
2019-10-18