CRISE DE ORIENTAÇÃO DE SENTIDO E APROXIMAÇÕES SOBRE A EPISTEMOLOGIA DA HISTÓRIA NA CONCEPÇÃO DE HUGO CHÁVEZ

Resumo

A partir da década de 80, três eventos de ordem econômica, social e institucional provocaram grandes fraturas no imaginário coletivo venezuelano, levando a uma crise na promoção de articulação de sentido. O primeiro, conhecido como Viernes Negro, representou a desvalorização da moeda local, o Bolívar, e desestabilizou as relações econômicas internas e externas. Em seguida, em 1989, uma série de protestos tomaram a região metropolitana da capital federal, Caracas, contra o reajuste na tarifa do transporte coletivo, o que demonstrou a insatisfação da população com a agenda de reformas do governo. E, por fim, a tentativa de golpe militar, em 1992, exacerbou a insatisfação de parte das tropas contra o sistema político vigente e a figura de Carlos Andrés Pérez. Nesse contexto, surge Hugo Chávez e, a partir de suas reflexões, pretende-se perscrutar a estratégia adotada para suplantar os dilemas mencionados, juntamente com a particular compreensão acerca da epistemologia da história.

Publicado
2017-01-13
Como Citar
MORAL ZANCOPÉ, Tiago Ciro. CRISE DE ORIENTAÇÃO DE SENTIDO E APROXIMAÇÕES SOBRE A EPISTEMOLOGIA DA HISTÓRIA NA CONCEPÇÃO DE HUGO CHÁVEZ. Escritas: Revista do Curso de História de Araguaína, [S.l.], v. 8, n. 2, p. 245-264, jan. 2017. ISSN 2238-7188. Disponível em: <https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/escritas/article/view/2446>. Acesso em: 25 maio 2017.

Palavras-chave

Crise de orientação; história; Hugo Chávez; Venezuela.