https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/issue/feed DESAFIOS - Revista Interdisciplinar da Universidade Federal do Tocantins 2019-10-07T16:39:24-03:00 Dr. Guilherme Nobre L. do Nascimento revistadesafiosuft@gmail.com Open Journal Systems <p>Desafios é uma publicação científica trimestral da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Tocantins, dirigida à produção acadêmica interdisciplinar com interesse nas áreas de: Ciências Humanas e Contemporaneidade; Saúde e Sociedade; Eduação; Ciência, Tecnologia e Ciências Agrárias. Recebe artigos em fluxo contínuo e trabalha com publicação no formato contínuo. ISSN -&nbsp;2359-3652</p> https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/7029 A NUTRIGENÔMICA COMO MÉTODO DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DE DOENÇAS 2019-09-19T16:38:10-03:00 Samantha Assakawa Ludgero da Silva ludgero.samantha@gmail.com Raphael Sanzio Pimenta biorapha@yahoo.com.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>A incidência de doenças nutricionais crônicas não transmissíveis vem aumentando no mundo todo, consequentemente a busca e o aperfeiçoamento de tratamentos e meios de prevenção também. Com a conclusão do projeto Genoma Humano em 2003 tem sido possível obter uma melhor compreensão sobre a expressão de genes no organismo humano. Como uma das ramificações desse acontecimento, surge então a área da nutrigenômica (ciência que tem estudado as interações entre a alimentação e os genes de um determinado indivíduo). Os alimentos possuem compostos que podem favorecer expressões gênicas no organismo de quem os consomem. Os costumes alimentares, a busca pela qualidade de vida, estresse, a exposição a substâncias poluentes e outros fatores revelam a necessidade de uma dieta individualizada. Com a nutrigenômica isso será possível, bem como também a redução de gastos (com internações, cirurgias, e tratamentos farmacológicos), prevenção e tratamento de doenças como Alzheimer, Síndrome de Down, diabetes mellitus tipo 2, fibromialgia entre outras.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> genes, alimentos e dieta.</p> 2019-09-18T10:36:51-03:00 Copyright (c) 2019 Samantha Assakawa Ludgero da Silva, Raphael Sanzio Pimenta https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/6867 E ESTUDO DO PROCESSO DE SECAGEM DE ARROZ PARBOILIZADO EM LEITO DE JORRO 2019-09-19T16:37:41-03:00 Igor Rodrigues Torres Paolini paoliniigorp35@gmail.com Jônatas Dias Santos jonatasdiasgoiania@hotmail.com Gilberto A.S Goulart gibagoulart@gmail.com <p>O arroz é um dos principais produtos de suprimento energético de uma sociedade contemporânea, sendo assim, torna-se indispensável estudar processos que venham na perspectiva de obtenção de um produto com propriedades funcionais e organolépticas adequadas ao consumo humano. O presente trabalho teve como objetivo analisar os efeitos das variáveis temperatura e carga de alimentação do secador leito de jorro no processo de secagem do arroz parboilizado, avaliando as características físicas e químicas do produto final. Como caracterização física das partículas de arroz parboilizado, seco em leito do jorro, foi efetuado, o diâmetro de partícula, esfericidade e massa específica, apresentado valores de 2,27 mm, 0,83 e 1,20 g/cm³ respectivamente. As condições para os parâmetros carga de alimentação e temperatura definidas na secagem do arroz parboilizado foram de 1000 g e temperatura de 40°C e 60°C em um tempo de 45 minutos. Como resultado para as amostras 1B e 2B, foi possível obter os seguintes valores de umidade de 15,7% e 15,1%, rendimento de 76,56% e 75,37%, atividade de água de 0,678 e 0,670 respectivamente. As amostras 1B e 2B apresentaram coloração mais escura que amostra controle de arroz branco, conforme sistema de análise de cor CIELAB.</p> 2019-09-18T11:03:48-03:00 Copyright (c) 2019 Igor Rodrigues Torres Paolini, Jônatas Dias Santos, Gilberto A.S Goulart https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/6747 A MODELAGEM DE UMA RESTRIÇÃO DO TIMETABLE 2019-09-19T16:37:11-03:00 Marcia Ines Schabarum Mikuska mat.mikuska@gmail.com Carlos Eurico Galvão Rosa cegalvao@gmail.com Sergio Scheer scheer@ufpr.br Anderson Roges Teixeira Góes artgoes@ufpr.br <p>A classe de problemas Timetable abrange diversas situações em que são feitas atribuições de horários para execução de tarefas específicas atendendo a restrições propostas pelos envolvidos ou pelo contexto, como escalas de trabalho de enfermarias, motoristas do transporte coletivo e professores. A quantidade de possíveis soluções costuma ser grande, por tratar-se de combinações de situações. A modelagem das restrições do problema é crucial para se obter uma solução aceitável através de processos heurísticos e meta-heurísticos. Neste trabalho é apresentada a construção de um modelo matemático para uma situação específica de um problema Timetable escolar (Scholar Timetable Problem) envolvendo a disponibilidade do professor. Em problemas dessa característica é necessário atender as disponibilidades do professor, respeitando a quantidade de aulas da disciplina, a quantidade de aulas por dia, etc. Embora existam programas que efetuem essa distribuição, estes geralmente são pagos, e normalmente a equipe escolar tenta manualmente desenvolver a grade, o que dependendo das restrições torna-se inviável.</p> 2019-09-18T11:08:27-03:00 Copyright (c) 2019 Marcia Ines Schabarum Mikuska, Carlos Eurico Galvão Rosa, Sergio Scheer, Anderson Roges Teixeira Góes https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/4881 AVALIAÇÃO DA FUNCIONALIDADE EM IDOSAS INSTITUCIONALIZADAS 2019-10-03T16:40:34-03:00 Joselito de Oliveira Neto joselitoneto@yahoo.com.br Monik Batista Ferreira da Costa monikfisioce@gmail.com Naégina Fernandes de Almeida naeginafernandes@hotmail.com Raquel Horn Vasconcelos de Oliveira raquel_hv82@hotmail.com Daniela Gardano Bucharles Mont’Alverne daniela.gardano@hotmail.com <p>Com o envelhecimento o corpo humano apresenta diversas modificações, podendo alterar a capacidade funcional do idoso, tendo em vista o aparecimento de doenças crônicas e podendo afetar as AVD’S desses idosos. O presente estudo teve como objetivo avaliar a funcionalidade das idosas institucionalizadas em casas de repouso na cidade de Fortaleza, Ceará, Brasil. Trata-se de um estudo de campo do tipo observacional com caráter quantitativo, cuja pesquisa foi realizada em duas Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI’s). Participaram 25 idosas residentes nos locais de estudo, cujo os dados foram coletados por meio do Índice de Katz. Os dados foram apresentados por análise descritiva. A Independência foi observada em 64% (n=16), a Dependência Parcial em 12% (n=3) e a Dependência Importante em 24% (n=6), sendo que as idosas apresentam melhor capacidade de execução das atividades de continência (84%; n=21) e banho (80%; n=20). Assim, o presente estudo mostra a necessidade de acompanhamento dessas idosas para execução de suas AVD’s com o aumento da idade.</p> 2019-10-02T16:58:46-03:00 Copyright (c) 2019 Joselito de Oliveira Neto, Monik Batista Ferreira da Costa, Naégina Fernandes de Almeida, Raquel Horn Vasconcelos de Oliveira, Daniela Gardano Bucharles Mont’Alverne https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/6240 EXPERIMENTAÇÃO COMO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE FÍSICA ÓPTICA 2019-10-03T16:40:03-03:00 João Pedro Almeida Sales jaumalmeida25@gmail.com Lídia Cruz de Araujo lidiaaraujo17@gmail.com Alexsandro Silvestre Rocha alexsandro@mail.uft.edu.br Érica Cupertino Gomes ericagomes@mail.uft.edu.br Matheus Pereira Lobo mplobo@mail.uft.edu.br <p>Considerando que o processo de ensino e aprendizagem é uma vertente que permeia em diversos aspectos e metodologias educacionais (como a experimentação), e com o desafio de tornar palpáveis os conceitos físicos abordados em sala de aula, tendo como destaque neste trabalho a Física Óptica, portanto, objetiva-se no presente manuscrito expor experimentos de óptica como forma de revisar, tornar visível e problematizar o conteúdo já estudado pelos alunos, ou seja, utilizamos a experimentação em Física como instrumento de sustentação cognitiva&nbsp; e com isto contribuir para a aprendizagem dos estudantes. Para tanto, procede-se à experimentação como principal ferramenta para o processo de ensino e aprendizagem da Física Óptica. Desse modo, observou-se que mesmo diante de uma experimentação demonstrativa em Óptica, esta contribui positivamente para a ancoragem deste conhecimento, permitindo inferir que o uso da experimentação no ensino de Física aproxima a teoria da prática, abdicando da mesmice e auxiliando os alunos no processo ensino e aprendizagem.</p> 2019-10-02T17:22:04-03:00 Copyright (c) 2019 João Pedro Almeida Sales, Lídia Cruz de Araujo, Alexsandro Silvestre Rocha, Érica Cupertino Gomes, Matheus Pereira Lobo https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/6364 DOENÇAS E AGRAVOS PREVALENTES EM CRIANÇAS DE UMA CRECHE PÚBLICA: O OLHAR DOS FUNCIONÁRIOS DA CRECHE 2019-10-03T16:39:32-03:00 Sandra Trindade Low sandra.low@upe.br Amanda Katarine Correia Paes Barreto apaesbarreto@gmail.com Duana Gabrielle de Lemos Costa duana_gabrielle@hotmail.com Fábia Monique da Silva fabymonique@hotmail.com Maria Isabelle Barbosa da Silva Brito isabellebrito94@gmail.com <p>Dentre os espaços de cuidados à criança, a creche tem sido motivo de estudo no que diz respeito aos agravos à saúde infantil, por compor um ambiente coletivo, aumentando a circulação de agentes patogênicos. O objetivo deste estudo foi identificar doenças e agravos prevalentes em crianças que frequentam a creche, pelo olhar dos funcionários. Trata-se de um estudo descritivo e quantitativo. 47 profissionais integraram o estudo, a faixa etária prevalente estava entre 15-30 anos (66%). Quanto ao cargo ocupado, 54,7% estavam na instituição a menos de um ano, e 19,1% eram estagiários. Para 93,3% dos entrevistados, as gripes e resfriados são as principais doenças/agravos prevalentes nas crianças da creche. Além disso, 76,6% identificaram que são realizadas ações de prevenção e promoção da saúde, e 34% afirmaram que o público alvo das ações são os funcionários da creche. 68,1% relataram que o público alvo deve ser todos os envolvidos no desenvolvimento da criança. 40,4% assinalaram que a frequência das ações de prevenção deveria ser duas ou mais vezes no mês. Com isso, destaca-se a necessidade de realização de ações de promoção da saúde que envolvam os pais, crianças e os funcionários da creche a fim de garantir a integralidade do cuidado.</p> 2019-10-02T17:31:46-03:00 Copyright (c) 2019 Sandra Trindade Low, Amanda Katarine Correia Paes Barreto, Duana Gabrielle de Lemos Costa, Fábia Monique da Silva, Maria Isabelle Barbosa da Silva Brito https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/6006 ATIVIDADE BIOLÓGICA DA Guazuma ulmifolia Lamark.- REVISÃO SISTEMÁTICA 2019-10-03T16:39:01-03:00 Elga Lopes Cunha elgauft@uft.edu.br Simone Santos Oliveira Barros simone_sb@uft.edu.br Michele Cezimbra Perim michelle@uft.edu.br Klismam Marques dos Santos klisman1995@uft.edu.br Maria Laura Martins maria.laura295@gmail.com Guilherme Nobre L. do Nascimento guilherme.nobre@uft.edu.br <p><strong>RESUMO</strong></p> <p>A <em>Guazuma ulmifolia </em>Lamark (Malvaceae) é uma planta não endêmica, popularmente conhecida por mutamba. Suas folhas e raízes são empregadas em remédios caseiros contra disenteria e diarreias, no tratamento de próstata, como estimulante uterino e outras enfermidades. Em virtude das características apresentadas e o crescente interesse por esta espécie, tanto para fins medicinais como alimentício, realizou-se uma revisão sistemática sobre os possíveis efeitos farmacológicos e toxicológicos da <em>Guazuma ulmifolia</em> Lamark. Como compostos ativos, os artigos citaram a presença de flavonoides, saponinas, alcaloides, taninos, compostos fenólicos e esteróides em diferentes partes da planta e extraídos com diferentes solventes. Quanto aos estudos experimentais, não foram encontrados artigos com teste clínico e, apenas 4 estudos com testes in vivo. Dos efeitos farmacológicos encontrados, pode-se citar atividade contra leishmaniose, hipoglicemiante, antiinflamatório, anticolinesterásico, antiobesidade, antisséptico, cicatrizante e anti-helmíntico. Os testes toxicológicos registrados foram direcionados contra linhagens de células cancerígenas mostrando-se efetivo, porém, há necessidade de estudos para atestar a segurança de uso de <em>G. ulmifolia</em> pela população. Logo, apesar de utilizada, é imperativa a realização de mais estudos para assegurar o uso desta planta pela população e conhecer doses e forma de indicação, além de estudos clínicos que garantam uma correta terapêutica.</p> <p><strong>Palavras-chave:</strong> <em>Guazuma ulmifolia,</em> toxicidade, plantas medicinais.</p> 2019-10-02T18:39:04-03:00 Copyright (c) 2019 Elga Lopes Cunha, Simone Santos Oliveira Barros, Michele Cezimbra Perim, Klismam Marques dos Santos, Maria Laura Martins, Guilherme Nobre L. do Nascimento https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/6183 ESTUDO EPIDEMIOLÓGICO DA MORTALIDADE PÓS NEONATAL ASSOCIADA A CAUSAS EVITÁVEIS EM PALMAS, TOCANTINS E BRASIL 2019-10-03T16:38:30-03:00 Maria Luiza Silva Brito malusilbrito@gmail.com Daniel Botelho Mariano danielmarianob@hotmail.com Renata dos Santos Oliveira renata.dso@hotmail.com Tatiane Pires Oliveira tatip995@gmail.com Ana Flávia de Oliveira Castro ocastroanaflavia@gmail.com Antonio Rozeni Gomes Barbosa Júnior rozeniantonio@gmail.com Glendara Aparecida de Souza Martins glendarasouza@uft.edu.br Sandra Maria Botelho Pinheiro sandrabotelho@uft.edu.br Karolyne Botelho Marques Silva karolynebotelho@uol.com.br <p>A mortalidade infantil, em especial a pós neonatal, é um sensível indicador da qualidade de vida de uma população. Objetivou-se apresentar o coeficiente de mortalidade pós neonatal de Palmas, Tocantins e Brasil, no triênio 2014-2016 e expor as principais causas evitáveis desses óbitos. Trata-se de um estudo descritivo exploratório que analisa dados públicos disponibilizados pelo Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC). Os resultados apresentaram como principais fatores vinculados a mortalidade pós neonatal a deficiência no diagnóstico e tratamento, em ações de promoção vinculadas a atenção primária, na atenção ao recém-nascido (RN), a gestação e ao parto, e imunizações. Encontrou-se uma redução significativa da mortalidade em Palmas-TO, o oposto dos panoramas Estadual e Nacional. As taxas de mortalidade apresentaram variações. Palmas e Tocantins aumentaram seu valor de 2014 (1,55/1.000 nascidos vivos (NV) e 2,00/1.000 NV, respectivamente) para 2015 (2,30/1.000 NV e 2,07/1.000 NV, respectivamente) e reduziram de 2015 para 2016 (1,34/1.000 NV e 2,06/1.000 NV, respectivamente); o Brasil reduziu seu valor de 2014 (2,05/1.000 NV) para 2015 (1,88/1.000 NV) e aumentou de 2015 para 2016 (2,21/1000 NV). Foi possível concluir que a capacitação e atualização dos profissionais seriam a chave para maior integração com a comunidade, melhoria nos atendimentos, diagnósticos precisos e atuação precoce nas patologias vinculadas à saúde materno-infantil.</p> 2019-10-03T07:12:04-03:00 Copyright (c) 2019 Maria Luiza Silva Brito, Daniel Botelho Mariano, Renata dos Santos Oliveira, Tatiane Pires Oliveira, Ana Flávia de Oliveira Castro, Antonio Rozeni Gomes Barbosa Júnior, Glendara Aparecida de Souza Martins, Sandra Maria Botelho Pinheiro, Karolyne Botelho Marques Silva https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/5076 IMPASSES E DESAFIOS NAS MODALIDADES DE FORMAÇÃO DOCENTE PARA EDUCAÇÃO INFANTIL 2019-10-04T16:38:33-03:00 Maike Soares de Souza Soares de Souza maikeufg@gmail.com <p>O presente estudo tem por objetivo investigar e debater as peculiaridades da formação docente para a Educação Infantil, analisando em plano de fundo o curso de Pedagogia nas modalidades presencial e a distância. Desta maneira, o trabalho em questão é desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, realizando importantes revisões e confrontando ideias diferentes ou não, a fim de notarem-se diversos pontos acerca do objeto estudado, uma vez que problematiza-se a capacidade do curso de pedagogia em espaços e contextos diferentes proporcionar uma formação profissional de qualidade. Assim, nas atuais instâncias que se encontra a sociedade, em um ambiente globalizado, movido por novas tecnologias, a produção capitalista, bem como as políticas econômicas demandando um mercado financeiro voraz e agressivo, exercem grandes influências sobre o lócus formador do professor para educação infantil. Indubitavelmente formar professores não é ofício fácil, mas bem como desde os seus primórdios passou por mudanças e, principalmente obtendo avanços, criando legislações, identidades, formulando e reformulando cursos. O notável é que nunca se deve parar, e sempre estando a revisar os modelos que detém dessa formação, revendo-os, os inovado, mas acima de tudo proporcionando acompanhamentos e supervisões dos cursos que assumem esse papel formativo.</p> 2019-10-03T17:20:45-03:00 Copyright (c) 2019 Maike Soares de Souza Soares de Souza https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/desafios/article/view/5421 PRODUÇÃO DE SERAPILHEIRA SOB PLANTIO DE HÍBRIDOS DE Eucalyptus, ALIANÇA DO TOCANTINS - TOCANTINS 2019-10-07T16:39:24-03:00 Paulo Ricardo Teixeira paulo.engflorestal@hotmail.com Rômullo Quirino de Souza romulo_forest@uft.edu.br Marilia Oliveira Camargo lilakamargo@hotmail.com Rodrigo de Castro Tavares rocatavares@uft.edu.br Priscila Bezerra de Souza priscilauft@uft.edu.br <p>O objetivou-se verificar a produção de serapilheira sob dois plantios <em>E. urocam</em> e <em>E. urograndis</em>, inseridos no domínio Cerrado, Aliança do Tocantins – TO. O estudo foi desenvolvido na fazenda Nossa Senhora Parecida, Aliança do Tocantins – TO, sob as coordenadas 11”21’53 S e 49”02’54 O. Foram instalados aleatoriamente em cada um dos plantios dez coletores de 1 x 1 m. Os coletores foram sustentados por estacas com 0,80 m de altura do solo, os quais foram monitorados mensalmente durante o período de maio 2015 a abril de 2016. As amostras coletadas foram secas e separadas em frações de folha e material lenhoso. A produção média de serapilheira total entre os dois plantios apresentou-se bem variável com uma produção anual de 3274,5 kg ha<sup>-1</sup> no plantio de <em>E. urocam</em> e de 3523 kg ha<sup>-1</sup> no plantio de <em>E. urograndis</em>. A fração mais representativa da serapilheira total encontrada nos dois plantios estudados foi composta por folhas, que perfazem 51,2% do total de material depositado nos coletores enquanto que a fração material lenhoso contribuiu com 48,8%. Em ambos os plantios o maior aporte de folhas ocorreu no período de maior precipitação (maio, novembro e dezembro de 2015 e janeiro a abril de 2016).</p> 2019-10-07T10:07:37-03:00 Copyright (c) 2019 Paulo Ricardo Teixeira, Rômullo Quirino de Souza, Marilia Oliveira Camargo, Rodrigo de Castro Tavares, Priscila Bezerra de Souza