Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura <p><strong>[PT]&nbsp;</strong>A&nbsp;<strong>Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação (ISSN nº&nbsp;2526-8031)</strong>&nbsp;é um periódico quadrimestral, com foco na discussão acadêmica e em estudos interdisciplinares avançados no campo da Comunicação, do Jornalismo e da Educação. A revista nasce internacionalizada, possuindo editores nos países que compõem a Amazônia Legal. Recebe em fluxo contínuo, textos em português, espanhol e inglês para as seções artigos, dossiê temático, ensaios, entrevista, resenha e temas livres.</p> <p><strong>[EN]&nbsp;Aturá - Pan-Amazonian Journal of Communication</strong> <strong>(ISSN nº&nbsp;2526-8031)</strong>&nbsp;is a quarterly journal, focusing on academic discussion and advanced interdisciplinary studies in the field of Communication, Journalism and Education. The magazine is born internationalized, having editors in the countries that compose the Legal Amazon. It receives in continuous flow, texts in Portuguese, Spanish and English for the sections articles, thematic dossier, essays, interview, review and free themes.</p> <p><strong>[ES] &nbsp;</strong>La <strong>Aturá - Revista Pan-Amazónica de Comunicación&nbsp;(ISSN nº&nbsp;2526-8031)&nbsp;</strong> es un periódico cuatrimestral, con foco en la discusión académica y en estudios interdisciplinarios avanzados en el campo de la Comunicación, del Periodismo y de la Educación. La revista nace internacionalizada, poseyendo editores en los países que componen la Amazonía Legal. Recibe en flujo continuo, textos en portugués, español e inglés para las secciones artículos, expediente temático, ensayos, entrevista, reseña y temas libres.</p> Universidade Federal do Tocantins pt-BR Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2526-8031 <p><strong>[PT]</strong></p> <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <p>&nbsp;</p> <p>1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista, sem pagamento, o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/deed.pt"><strong>Creative Commons Attribution License&nbsp;</strong>(CC BY-NC 4.0)</a>,&nbsp;permitindo o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</p> <p>Leia todos os termos dos direitos autorais <a href="https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/direito_autoral">aqui</a>.&nbsp;</p> <p>&nbsp;</p> DIRETRIZES PARA AUTORES / DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL E POLÍTICA DE PRIVACIDADE https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13538 <p><strong>DIRETRIZES PARA AUTORES / DECLARAÇÃO DE DIREITO AUTORAL E POLÍTICA DE PRIVACIDADE </strong></p> Francisco Gilson Rebouças Porto Junior Copyright (c) 2020 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2020-09-01 2020-09-01 5 1 193 205 Expediente https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13537 <p>Expediente vol. 5 n. 3 (2020)</p> Francisco Gilson Rebouças Porto Junior Copyright (c) 2020 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2020-09-01 2020-09-01 5 1 1 9 Diretrizes para autores https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13524 <p>Diretrizes para autores</p> Francisco Gilson Rebouças Porto Junior Copyright (c) 2021 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2021-01-04 2021-01-04 5 1 186 199 Expediente https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13523 <p>Expendiente Vol. 5 n. 1 (2021)</p> Francisco Gilson Rebouças Porto Junior Copyright (c) 2021 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2021-01-04 2021-01-04 5 1 1 9 O QUE O REGIONALISMO DIZ SOBRE O SENSO DE LUGAR? PARA PENSAR A COMUNICAÇÃO A PARTIR DO NORTE https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13495 <p>As tensões entre global e local têm sido problematizadas no contexto em que as mídias de radiodifusão e impressa são gradativamente reinventadas diante das plataformas virtuais e das atualizações dos ecossistemas midiáticos. Num determinado momento histórico, na concretização do que Marshall McLuhan no início da década de 60 idealizou como sendo a “aldeia global” por meio das formações de redes de informações globais, especulava-se que a atenção do campo da Comunicação iria se voltar para as interações oriundas de uma escala mais ampla, permeada pelos grandes fluxos informativos e do <em>big data</em>. Entretanto, atualmente torna-se visível um sentido que não é oposto, mas complementar a essa dinâmica: a reafirmação dos regionalismos, de se pensar as mediações e os fluxos informativos nos locais dos sujeitos, sem contar ainda a atenção dada ao <em>small data</em>, com ênfase aos interesses específicos das pessoas. Essas concepções não são uma defesa a favor da valorização do espaço físico em detrimento do virtual, mas o reconhecimento de que diante do avanço da mobilidade no tempo e no espaço, também emerge a importância de demarcar o lugar do indivíduo no mundo – e nisso, as mídias ocupam uma função-chave de fornecer informações sobre este lugar.</p> Vilso Junior Santi José Tarcisio Oliveira Filho Copyright (c) 2021 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2021-01-04 2021-01-04 5 1 10 17 10.20873/uft.2526-8031.2021v5n1p10 PARANOID: Música de protesto nos anos 1960 – 1970 https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13494 <p>Este estudo busca compreender as mensagens de protesto por meio da música da banda <em>Black Sabbath</em>responsável por um dos maiores fenômenos musicais mundiais ao lançar o álbum <em>Paranoid</em>. Letras, som e vestuário compuseram uma coletânea que mobilizou milhares de jovens em todo o mundo. O movimento instaurado pelo grupo inglês criticava os governos como produtores de guerras, das violências e da destruição da Natureza, apresentando outra <em>performance</em> na maneira de comunicar por meio de músicas de protesto que registraram tais fatos. Impacto que chegou a ser alvo de censura porque a banda influenciava profundamente a geração jovem da época. Os conflitos do Século XX, tratados pelo gênero <em>heavy metal</em>, contêm similaridade com os deste século e reativam os sons de protesto que impactam, nesta era de globalização, o campo comunicacional e o jornalismo cultural. Compreendê-los é desafio de sintonizar as faixas, as batidas e desvelar os gritos musicais.&nbsp;&nbsp; &nbsp;</p> Ivânia Maria Carneiro Vieira Thaís Andrade Queiroz Copyright (c) 2021 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2021-01-04 2021-01-04 5 1 161 185 10.20873/uft.2526-8031.2021v5n1p161 FENOMENOLOGIA E HERMENÊUTICA: A CIÊNCIA DA COMUNICAÇÃO VISTA POR OUTRAS LENTES https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13401 <p>Este trabalho mostra que a fenomenologia e a hermenêutica no campo epistemológico das investigações científicas se constituem como um caminho pavimentado para desconstruir a crença da ciência normal, fundamentada na racionalidade, como única alternativa para se chegar à objetivação histórica da verdade. Mais do que desconstruir, a fenomenologia e a hermenêutica, ambas e aliadas, mostram o que está subjacente à aparente verdade, inclusive nas ciências da comunicação, já que “(…) toda consciência é consciência de algo”, e sendo assim, há intencionalidade em todo e qualquer processo comunicacional.</p> Marilena Barbosa de Freitas Copyright (c) 2020 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2020-09-01 2020-09-01 5 1 40 61 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p40 A UNIÃO RIOBRANQUENSE DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS (URES), O INTERACIONISMO SIMBÓLICO E A VIRADA DECOLONIAL https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13384 <p>O Movimento Estudantil brasileiro nas palavras de Poener (1979, p. 40,55), se tornou quase um barômetro da vida política no país. As primeiras manifestações que se tem registro desse movimento, ainda datam do período colonial brasileiro, a expulsão do invasor francês do Rio de Janeiro e a Incofidência Mineira. O movimento estudantil em alguns casos do contexto político nacional, se torna a vanguarda dos movimentos sociais, como é o caso da União Riobanquense dos Estudantes Secundaristas, organização estudantil fundada em 27 de julho de 1952, no então Território Federal do Rio Branco, recém desmembrado do estado do Amazonas. O interacionismo simbólico do movimento estudantil é apresentado nesse período para compreensão de diferentes aspectos da vida organizacional e vivenciados pelos estudantes riobranquenses. O isolamento social vivido pela URES na década de 60, provocou um afastamento da pauta nacional dos estudantes liderados por organizações como a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas - UBES e a União Nacional dos Estudantes - UNE. Isso fez com que a organização local tivesse uma pauta própria e criasse um discurso próximo ao nacionalismo, anti-imperialista e as vezes anti-comunista, como os relatos obtidos através do o jornal “O Estudantil”, impresso da URES que circulou de 1960 a 1964. O giro decolonial do pensamento e ações com uma pauta mais revolucionária e estudantil se dar somente décadas depois com a reconstrução da URES ocorrida em outubro de 1988, já como Território Federal de Roraima e posterior elevado a condição de estado de Roraima. Esse estudo serve de pressuposto para conceituar as diversas atuações do movimento estudantil riobranquense naquele período de revoltas e agitações políticas bem na véspera do golpe empresarial - militar de 1964.</p> Paulo Thadeu Franco das Neves Copyright (c) 2020 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2020-09-01 2020-09-01 5 1 78 97 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p78 A APROPRIAÇÃO DA NARRATIVA JORNALÍSTICA PELAS FAKE NEWS https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13355 <p>Este artigo faz uma discussão teórica sobre a narrativa jornalística e como ela tem sido apoderada pelas <em>fake news</em>. Utilizamos o conceito de narrativa baseado em alguns autores como Barthes e Motta, e discorremos sobre como essa estrutura é emprestada da literatura para o jornalismo e, agora, para a desinformação. Busca-se debater como as <em>fake news </em>estão ligadas diretamente à constituição do indivíduo devendo, portanto, ser tratada como uma prática cultural que toma forma e cresce a cada momento. Por fim, reforça a necessidade de munir o jornalismo de ferramentas diárias para enfrentar essa prática maléfica, principalmente durante a pandemia da Covid-19, em que o jornalismo se mostra essencial para evitar, inclusive, mortes devido à desinformação.</p> Josué Ferreira Copyright (c) 2020 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2020-09-01 2020-09-01 5 1 120 137 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p120 MIDIATIZAÇÃO: AÇÃO OU EFEITO DE MIDIATIZAR https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/atura/article/view/13353 <p class="TE-Normal">Por meio da introdução teórica sobre o tema, percebe-se que o ato ou efeito de midiatizar, encontra-se na contextualização da cultura pós-moderna, de lógicas e operações de natureza midiática e que se inscrevem na vida da sociedade, permeando e constituindo suas formas de organização e funcionamento, definindo condições de acesso e consumo por parte dos indivíduos, sendo a partir deste consumo, os variados segmentos para determinados públicos. &nbsp;&nbsp;Com tantas especificações sobre mídia, estudar esse fenômeno é algo atraente e desafiador, pois envolve toda uma sistemática de ideias, ainda em processo de desenvolvimento infinito, já bem conceituada, por autores que abordam e abordaram o tema no decorrer de décadas por todo o mundo, alguns deles trazidos aqui neste artigo. &nbsp;Portanto, os estudos sobre a <em>Midiatização</em>é importante, por despertar aguçados sentimentos de descobertas e por sua tamanha utilidade social e pública na contemporaneidade, também pelo poder de persuasão, por intermédio da força discursiva e pela capacidade de construir variados entendimentos sobre a realidade no cotidiano.</p> Angelina de Mendonça Melo Copyright (c) 2020 Aturá - Revista Pan-Amazônica de Comunicação 2020-09-01 2020-09-01 5 1 62 77 10.20873/uft.2526-8031.2020v4n3p62