https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/issue/feed Journal of Biotechnology and Biodiversity 2019-10-31T11:42:53-03:00 Marcos Giongo jbb@uft.edu.br Open Journal Systems <p>O Journal of Biotechnology and Biodiversity foi criado em 2010 e publica artigos originais, artigos de revisão, estudos de caso e comunicações breves sobre os fundamentos, aplicações e gestão da biodiversidade. O objetivo da revista é avançar e disseminar o conhecimento em todas as áreas afins de Ciências Agrárias, Química, Biotecnologia e Biodiversidade.</p> <p><img src="/periodicos/public/site/images/giongo/jbb4.jpg"></p> https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7762 Desenvolvimento e caracterização de iogurtes de tapioca 2019-10-30T18:33:28-03:00 Emanuel Neto Alves de Oliveira emanuel.oliveira16@gmail.com Dyego da Costa Santos dyego.csantos@gmail.com Rossana Maria Feitosa de Figueirêdo rossana@deag.ufcg.edu.br Regilane Marques Feitosa regilanemarques@yahoo.com.br <p>Tradicionalmente as frutas são utilizadas para conferir aroma e sabor em iogurtes, entretanto o mercado de produtos lácteos requer inovações a fim de atrair e satisfazer um maior número de consumidores. Uma alternativa para diversificar a "apresentação" desses produtos é a incorporação de ingredientes não convencionais, a exemplo da tapioca. Objetivou-se com este trabalho elaborar iogurtes adicionados de diferentes concentrações de tapioca (0, 7, 14 e 21%) e avaliar as características físicas, químicas, microbiológicas e sensoriais. Observou-se que o aumento da concentração de tapioca promoveu reduções significativas nos teores de umidade, proteínas, lipídeos, lactose e acidez, e elevação significativa nos valores de cinzas, carboidratos, calorias, extrato seco total e pH. Não foi detectada a presença de coliformes totais, coliformes termotolerantes, <em>Staphylococcus </em>coagulase positiva ou <em>Salmonella</em> spp. nas amostras. Os atributos sensoriais avaliados pelos provadores revelaram escores superiores a 6,0 (gostei ligeiramente) para as formulações com 0% (padrão) e 7% de tapioca, e escores inferiores a 5,0 (nem gostei e/ou nem desgostei) para os iogurtes com 14 e 21% de tapioca. A pontuação da intenção de compra foi acima de 3,0 (talvez comprasse/talvez não comprasse) apenas nas formulações padrão e com 7% de tapioca, que também apresentaram índice de aceitabilidade superior a 70%. O iogurte com 7% de tapioca foi a amostra que apresentou as características mais semelhantes do iogurte natural, além de ser o mais preferido segundo testes sensoriais.</p> 2019-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7352 Suplementação de aminoácidos na fermentação alcoólica de mostos de me-laço e xarope de cana-de-açúcar empregando linhagem industrial CAT-1 2019-10-31T11:42:53-03:00 Camila de Souza Varize camilasv@usp.br Renata Maria Christofoleti-Furlan renatachristofoleti@yahoo.com.br Mariane Soares Raposo mraposo@usp.br Carolina Tieppo Camarozano carolina.camarozano@usp.br Lucas Dantas Lopes lucasdlopes2@hotmail.com Elisangela de Souza Miranda Muynarsk elisangela.miranda@usp.br Thalita Peixoto Basso tpbasso@usp.br Luiz Carlos Basso lucbasso@usp.br <p>A suplementação de fontes nitrogenadas pode contribuir para maior tolerância de linhagens de <em>S. cerevisiae</em> frente às diversas condições deletérias, como as que são enfrentadas no processo brasileiro de produção de etanol. O presente estudo avaliou a influência da suplementação de aminoácidos sob o crescimento e a viabilidade celular da linhagem industrial CAT-1 em condições de estresse etanólico e osmótico (meio YNB com 10 e 12% v/v de etanol e mosto de melaço com 15, 20, 25 e 30% de ART). A suplementação de aminoácidos também foi avaliada em fermentações de melaço e xarope de cana-de-açúcar, empregando reciclo (reaproveitamento) de células. Os resultados revelaram que a suplementação com aminoácidos ocasionou efeitos distintos no comportamento fisiológico da levedura de acordo com o meio/mosto fornecido. A suplementação com histidina favoreceu a linhagem CAT-1 para maior crescimento e viabilidade em mostos provenientes tanto de melaço quanto de xarope. Os resultados revelaram que a suplementação de 200 mg.L<sup>-1</sup> de nitrogênio amínico proveniente de aminoácidos, adicionada aos diferentes mostos, pode favorecer ou depreciar o crescimento e viabilidade da linhagem CAT-1 em fermentações simulando as condições industriais brasileiras. A suplementação com histidina se mostrou a mais promissora para o aumento da tolerância da linhagem industrial CAT-1.</p> <p><em>&nbsp;</em></p> 2019-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7763 Aproveitamento agroindustrial da graviola (Annona muricata L.) para produção de licores: avaliação sensorial 2019-10-30T18:32:58-03:00 Emanuel Neto Alves de Oliveira emanuel.oliveira16@gmail.com Dyego da Costa Santos dyego.csantos@gmail.com Yvana Maria Gomes dos Santos yvana.mn@hotmail.com Francisco Alexandro Alves de Oliveira alex_oliveira26@hotmail.com <p>A alta perecibilidade da graviola restringe a comercialização da fruta in natura a mercados mais distantes dos centros produtores, sendo necessário processá-la para estender sua vida útil. Nesse sentido, objetivou-se elaborar licores de graviola mediante utilização de planejamento experimental fatorial 22, com três repetições no ponto central, resultando em 7 tratamentos, variando-se as concentrações de polpa (300, 400 e 500 g) e xarope de sacarose com diferentes teores de sólidos solúveis (50, 60 e 70 °Brix). Após processamento, os licores foram acondicionados em embalagens de polietileno e submetidos aos testes sensoriais de aceitação, com uso de uma escala de nove pontos, com avaliação dos atributos sensoriais de cor, aroma, consistência, aparência, sabor frutal, sabor alcoólico, doçura e impressão global. Paralelamente efetuou-se investigação da intenção de compra, com uso de uma escala de cinco pontos. Na análise da influência das variáveis independentes sobre as variáveis respostas foi realizada análise de regressão para a obtenção de superfícies de resposta, a partir dos dados da avaliação sensorial. Verificou-se elevada aceitabilidade para todos os tratamentos de licores de graviola, com índices de aceitabilidade médios superiores a 70%. Evidenciou-se maior preferência pelas amostras com maiores quantidades de polpa de graviola e menores teores alcoólicos. Os licores processados com as maiores quantidades de polpa apresentaram intenções de compra superiores a 65%, indicando potencial mercadológico.</p> 2019-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7345 Secagem ao ar livre da madeira serrada de eucalipto 2019-10-30T18:37:25-03:00 Linéia Roberta Zen lizenflorestal@gmail.com Thiago Campos Monteiro tcmforest@gmail.com Winicius Schaeffer winicius.schaeffer@gmail.com João Marcelo Kaminski contasjoao.kaminski@gmail.com Ricardo Jorge Klitzke rjkklitzke@gmail.com <p>A dificuldade de se obter madeira seca com qualidade é um dos maiores obstáculos quando se trata da secagem da madeira do gênero <em>Eucalyptus</em>, visto que as espécies do gênero apresentam secagem lenta e com alta propensão a defeitos. Nesse sentido o trabalho teve como objetivo avaliar o efeito da secagem ao ar livre, na qualidade da madeira de <em>Eucalyptus</em> spp., visando identificar o tempo ótimo de permanência da madeira no pátio de secagem. No processo de secagem acompanhou-se a perda de umidade e a velocidade de secagem, foram mensurados os defeitos antes e após cada secagem (empenamentos, rachaduras e colapso) bem como os níveis de tensão e de gradiente de umidade após a secagem. Os resultados mostraram que a secagem ao ar livre levou 65 dias para atingir 23% de umidade final, apresentando uma taxa de secagem média de 1%/dia, com baixos índices de defeitos e de tensões de secagem. Os gradientes de umidade foram de 20,22% para camada externa e 23,18% camada interna, sendo o gradiente médio de 3,17%.</p> 2019-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7402 Avaliação do crescimento inicial das mudas de Tabebuia serratifolia (Ipê Amarelo) sob diferentes regimes hídricos. 2019-10-30T18:36:19-03:00 Marcos Cardoso Silva markuz@uft.edu.br Danilo Maciel danilomaciel@uft.edu.br Maria Cristina Bueno Coelho mariacristina@uft.edu.br Marcos Giongo giongo@uft.edu.br José Fernando Pereira jose.pereira@uft.edu.br André Ferreira dos Santos andrefs@uft.edu.br <p>Este trabalho teve como objetivo avaliar o crescimento inicial das mudas de Tabebuia serratifolia (ipê amarelo) sob diferentes regimes hídricos, de forma a encontrar o que melhor se adapta para a espécie em fase inicial de crescimento.&nbsp; Foram utilizados os seguintes equipamentos para a mensuração das variáveis dendrométricas sendo elas: paquímetro digital para medir DAC (Diâmetro Altura do Colo) e régua milimétrica para medir a altura das mudas. O delineamento utilizado foi DIC (Delineamento Inteiramente Casualizado) onde realizou-se 6 repetições com 5 tratamento num total de 30 indivíduos, submetidas a diversos estresse hídrico, e uma testemunha. Concluiu-se que as sementes de Ipê Amarelo apresentam capacidade de adaptação ao estresse hídrico moderado, apresentando potencial para ser utilizada com sucesso em algumas fases da recuperação de áreas degradadas; contudo, o déficit hídrico severo pode afetar o início da germinação e atrasar seu desenvolvimento.</p> 2019-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7431 Classificação climática para o estado de Minas Gerais segundo as zonas de vida de Holdridge 2019-10-30T18:31:53-03:00 Heitor Renan Ferreira bmheitorf@gmail.com Andressa Tres tres.andressa@gmail.com Alexandre França Tetto tetto@ufpr.br Ronaldo Viana Soares rvsoares@ufpr.br William Thomaz Wendling wendlingwt@gmail.com Antonio Carlos Batista batistaufpr@gmail.com <p>O clima exerce notória influência nos processos do planeta, seja no cotidiano das pessoas, na distribuição de espécies vegetais e animais ou nas atividades agroflorestais. Inúmeras classificações foram propostas objetivando determinar o clima de uma região. Em 1947, Holdridge propôs uma classificação utilizando como variáveis a biotemperatura, a precipitação e a altitude, nomeando as suas classes como zonas de vida. Assim, o presente trabalho teve como objetivo classificar o estado de Minas Gerais de acordo com as zonas de vida de Holdridge, bem como comparar com a classificação proposta por Köppen e com a distribuição da vegetação no estado. Para isso utilizou-se uma base de dados meteorológicos, de 25 anos de registros, além da classificação de Köppen e das classes vegetacionais do estado. Foram encontradas nove zonas de vida, sendo as mais representativas: floresta úmida tropical premontana (45,1%), floresta úmida subtropical basal (19,1%) e floresta seca tropical premontana (10,8%). Ao comparar a classificação de Köppen e Holdridge, verificou-se que as classificações que obtiveram o maior valor de relação com a floresta úmida tropical premontana foram as do tipo Cwa (58,2%) e Cwb (50,3%). Na comparação com as classes vegetacionais foi verificado que a zona de vida floresta úmida tropical premontana teve maior relação com savana (67,3%) e savana/floresta estacional (72,3%). Com base nos resultados obtidos observou-se que a classificação de Holdridge apresentou boa relação nas comparações com Köppen e o mapa de vegetação, sendo assim adequado para classificação climática do estado de Minas Gerais.</p> 2019-10-19T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7486 Inflamabilidade de espécies vegetais do cerrado stricto sensu 2019-10-31T09:24:04-03:00 Francisca Cassia da Silva Silva cassia96silva@gmail.com Victor Braga Rodrigues Duarte victorbrduarte@uft.edu.br Eduardo Ganassoli Neto eduardo.florestal@uft.edu.br Igor Viana Sousa igorvianasousa@gmail.com Marcos Vinícius Cardoso Silva markuz.cardoso12@gmail.com Micael Moreira Santos moreirasmicael@gmail.com Augustus Caeser Frank Portella portella@mail.uft.edu.br Marcos Giongo giongo@uft.edu.br <p>O uso do fogo pode ocasionar danos e benefícios a um ecossistema, sendo essa relação influenciada por dois fatores principais: condições meteorológicas locais e característica do material combustível. Um dos principais fatores que influenciam o processo de combustão é a inflamabilidade dos combustíveis, sendo considerado essencial a compreensão deste para a prevenção de incêndios florestais. Diante disso este trabalho objetivou avaliar o potencial de inflamabilidade das espécies <em>Tabebuia aurea, Pseudobombax grandiflorum, Dimorphandra mollis, Chytraculia concinna, Eriotheca gracilipes</em> e <em>Qualea multiflora</em> do cerrado sensu stricto e indicar as espécies com maior potencial para auxiliar na prevenção de incêndios florestais. O trabalho foi realizado no Laboratório de Pesquisas Florestais no Centro de Monitoramento Ambiental e Manejo do Fogo (CeMAF) na Universidade Federal do Tocantins onde os testes de inflamabilidade foram conduzidos para avaliação do tempo para ignição, da frequência de ignição, duração da combustão, índice de combustão e valor de inflamabilidade dos materiais combustíveis, sendo que para cada espécie estudada foram efetuadas 50 queimas em epirradiador, cada queima constituída de 1 ± 0,1 g de material combustível verde. Com base nos dados obtidos verificou-se que dentre as espécies estudadas a que demonstrou maior índice de inflamabilidade foi a <em>Eriotheca gracilipes</em>, por outro lado, identificou-se que as espécies <em>Tabebuia aurea, Pseudobombax grandiflorum e Dimorphandra mollis</em> são consideradas como fracamente inflamáveis, classificando-as como potenciais para uso na prevenção de incêndios florestais.</p> 2019-10-30T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity https://sistemas.uft.edu.br/periodicos/index.php/JBB/article/view/7569 Superação da dormência de sementes de Apeiba tibourbou Aubl. 2019-10-30T18:35:47-03:00 Hygor Gomes de Almeida Sousa hygoralmeida.floresta@outlook.com Bruno Aurélio Campos Aguiar aguiar.florestal@gmail.com Maristela Lima Figueiredo Guimarães Epifânio maristela.epifanio@ueg.br Renata Carvalho da Silva renatacsilva@mail.uft.edu.br Ana Clara Carneiro Fonseca anaclarafloresteira@gmail.com Priscila Bezerra de Souza priscilauft@mail.uft.edu.br <p>Pente-de-macaco (<em>Apeiba tibourbou</em> Aubl.) é uma espécie florestal que ocorre desde o norte do Brasil até Minas Gerais e São Paulo. Sua madeira, devido à baixa densidade é empregada na fabricação de pequenas embarcações; suas folhas e frutos decorativos potencializam o uso dessa espécie no paisagismo além ser usada na recuperação de áreas degradadas por ser uma planta pioneira e de rápido crescimento. Como suas sementes apresentam dormência por impermeabilidade do tegumento à água, objetivou-se neste trabalho avaliar a eficiência de tratamentos pré-germinativos para superar a dormência de suas sementes visando maximizar e uniformizar o processo de germinação. Foram estudados 8 tratamentos pré-germinativos: escarificação química com imersão por 5 minutos em H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub> nas concentrações de 50% e 25%, imersão em GA3 na concentração de 1g.L<sup>-1</sup> por 24 e 48 horas, choque térmico à 80ºC e 100ºC, imersão em água destilada por 24 e 48 horas, além da testemunha. Foram avaliadas as porcentagens de germinação e o índice de velocidade de germinação das sementes. Os tratamentos escarificação química com imersão em H<sub>2</sub>SO<sub>4</sub>, imersão em água destilada e testemunha não obtiveram resultados significativos, imersão em GA3 por 24 e 48 horas somente uma semente germinou, choque térmico à 80ºC germinou 9,16% das sementes, entretanto o tratamento com choque térmico em água a 100ºC foi o tratamento mais eficaz para a superação da dormência de sementes de <em>Apeiba tibourbou</em> Aubl, ou seja, obtive-se um índice de germinação de 78,3%.</p> 2019-07-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2019 Journal of Biotechnology and Biodiversity